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“Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o Senhor.” Jer 23:31-32

Qualquer indivíduo de sã consciência já questionou, para si mesmo sobre a procedência dos dons espirituais na Igreja Maranata. É intrigante para qualquer diligente cristão a abundância das ditas “visões”, “revelações” e “profecias” que ocorrem no meio deles, assim como é questionável o conteúdo destes sinais, vez que são apresentados sempre com os mesmos objetivos e circunstâncias, denunciando a índole proselitista e exclusivista da Maranata. Os sinais dos cultos sempre gravitam em dois temas: 1. que a pessoa foi ao culto fragilizada espiritualmente, decorrente de sua atual religião ou Denominação, mas que ao ir à Maranata conheceu a “Obra”, “a revelação”, “o clamor”, o “Jesus vivo e verdadeiro” etc.; 2. que veio culto com sentimentos negativos, mas foi abençoado por anjos.

Bem como, vidas são efetivamente controladas pela liderança através de tais manifestações. Pastores recorrem do nome de Deus para responsabilizá-Lo das decisões que dão cabo sobre a vida das ovelhas, retirando de si qualquer dever de retratação ou responsabilidades de falhas. Ao utilizarem o nome de Deus como instrumento de chantagem, as pessoas são efetivamente fragilizadas a obedecerem. Esse texto trata-se de um estudo que visa desmistificar essa heresia em utilizar falsos dons espirituais como subterfúgios e instrumentos de controle e chantagem. Expomos através da Palavra como isso não passa de uma fraude, e para que assim o leitor reflita e se acautele quando presenciar manifestações dessa natureza.

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“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?” Rm 8.35

A imposição do medo num governo ditatorial é a melhor arma para preservar a saúde do sistema. Desencorajar, intimidar, obrigar e recrutar pessoas através de chantagens terroristas é o ardil mais eficiente que a Maranata e demais seitas e governos totalitários utilizam para velar o sistema ditatorial. O medo acaba sendo utilizado como a argamassa que envolve toda a estrutura da seita, como o combustível da organização, de modo a arregimentar, como marionetes, os membros a fazerem aquilo que bem aprouver o órgão central dominador ou mesmo o monarca da “unidade local”. O medo coage!

A utilização de infortúnios alheios para amendrontar e a distorção do conceito da “Blasfêmia contra o Espírito Santo” são as duas armas que a Maranata bem utiliza engenhosamente para coagir a massa. O artigo em tela abordará, por exposições bíblicas, a respeito dessas duas técnicas neuro-linguísticas que recrutam as pessoas para fiéis adeptos do sistema. Um ardil calculista que visa blindar tal sistema contra discordâncias, desobediências, justificativas e questionamentos. Leiam para vossa libertação em Cristo Jesus.

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“Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus.” 3 Jo 9

Fala-se muito em “Síndrome da Queda” como um mal que atinge algumas ovelhas da Maranata, não por elas não estarem vivendo o Evangelho de Cristo, mas essencialmente por estarem constrangidas e desconfortáveis com o legalismo e autoritarismo dos “Diótrefes” que dominam suas vidas como verdadeiros donos de sua liberdade.

Uma possessão que beira a desumanidade e indignidade, angustiando-as, oprimindo-as, sufocando-as, de uma maneira tal que esses “Diótrefes” podem manejá-las para lá e para cá de acordo com os interesses que satisfazem a sua Instituição religiosa. Controlando desde atividades estudantis, profissionais a até sentimentais e familiares, sobretudo dos jovens que não gozam da presença dos pais na igreja, que acabam sendo arregimentados por esses homens embriagados pela primazia. Uma dominação anticristã que não converge às ovelhas ao bem da retidão em Cristo, mas aos interesses do sistema sectário. Para esclarecimento da cristandade nos corações dos leitores.

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“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.” Mat 10.16

Como distinguir um líder religioso se ele é pastor ou lobo? Quais as características de um apascentador, daquele que está sempre , e tão-somente, interessado no bom trato das ovelhas, voltado para os propósitos de Jesus? Qual as características daqueles que tratam o rebanho apenas como algo coisificado, para trabalhar muito mais para os interesses de um sistema denominacional, e para buscar reconhecimento e glórias dos homens?

O artigo em questão se propõe justamente a essa elucidação. Muitos na ICM se dizem pastores, se posam como sábios e admirados líderes, mas seriam eles dotados de características apascentadoras ou opressoras? Talvez você se identificará com esse texto, no qual arrolamos 46 afirmações que distiguimos lobos e pastores. Leiam, irmãos! Cremos que esse texto ajudarão por demais irmãos no amadurecimento de vossa fé cristã.

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