Posts com Tag ‘religioso’

“PORTANTO, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo.” Rm 2:1

 Desde que a índole sectarista da Maranata começou a ser conhecida na comunidade cristã, na década de 90, alguns estudiosos começaram a atribuí-la o caráter de seita religiosa. Obviamente, a liderança desgostosa e constrangida com a má fama que paulatinamente a Maranata vinha ganhando, elaborou em 1996 um pequeno livro – “PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A IGREJA MARANATA” – contendo um questionário sobre as práticas de tal Igreja, a fim de esclarecer que a Maranata não era uma seita porque não cultivava elementos ou praticava liturgias pertinentes a tais comunidades. Esse estudo também é ainda, vez por outra, ministrado nos seminários a fim de convencer e confortar os adeptos de que a Maranata não é uma seita religiosa.

 Então, de posse do conteúdo desse estudo, comentamos e expomos algumas afirmações defendidas pela liderança que soaram muito contraditórias e incoerentes em relação àquilo que de fato a Maranata vive e ensina aos seus adeptos. Um artigo de muita relevância para o leitor entender a natureza da Maranata. O que de fato seria Maranata, uma seita ou mais uma igreja?

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“Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar” Rom 14.4

Esse trabalho consiste em desmascarar as peripécias da Maranata em chantagear sua seu corpo de membros mediante técnicas de lavagem cerebral. Através da famigerada aula “Síndrome da Queda Espiritual” ministrada, comumente, no seminário de 5º Período ou em uma reunião de cunho extraordinário, “presenteiam” seus membros com fobias, sentimento de culpa. Um artigo de muita valia para o esclarecimento do adepto, a fim de que ele possa, entender os propósitos da liderança em ministrar tal aula.

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“Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.” Joa 6:27

O artigo desconstrói todos os argumentos tendenciosos da Igreja Maranata no estudo “Valentes da Obra”. É através desse estudo que a liderança suscita nos corações dos membros um desejo de servirem aos caprichos da Instituição (interesses de manutenção patrimonial e propagação denominacional), sobre o falso pretexto de que estariam eles realizando a própria obra de Deus. Uma empulhação de números e tipologias é transmitida para impressionar os incautos,  a fim de eles justamente se gastarem, em tempo e na vida, nos propósitos da denominação Maranata. Portanto, traremos dois estudos para desmistificar os ensinos contidos na apostila e disseminado nas aulas dominicais e seminários da Maranata. Leiam e reflitam.

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“Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” 2 Co 3.17

Um presente artigo trata-se de uma crônica a respeito de um testemunho de ex-membro de certo hospital que dele fugiu, por amor ao Médico dos médicos, por sua vida e liberdade compradas por Ele por um alto preço. Esse homem há muito tempo sofreu com as “receitas” prescritas, de tal modo que, ao ingressar doente no hospital, achou que havia se curado, mas, à medida do tempo, percebeu que tudo não passava, na verdade, de “anestésicos” que somente “maquiavam” o problema. Aprisionado na severa mesmice dessas  receitas amargas, adoece mais ainda, adquire traumas emocionais, desgaste mental e  esgotamento físico e algumas paranóias.

Mas quando teve uma consulta real com o Médicos dos médicos, Ele lhe receitou o Seu Manual para pô-lo em prática, contudo, sem se deixar, agora, contaminar com as “receitas” do hospital. Foi difícil, lutou, teve medo, sofreu retaliações, mas, saiu definitivamente do hospital para uma vida alegre, liberta, pura, natural, espontânea na presença, agora, contínua e real em sua vida do Médico dos médicos. E você? Em que situação se encontra? Está sofrendo? Está almejando liberdade e felicidade com o Médico? Sente falta de um lugar onde haja espontaneidade, naturalidade e alegria e amor? Leiam o artigo.

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“Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.” 1 Tm 5.8

É mais que notório o fato de que o relacionamento da maioria dos casados da seita Maranata, uma vez submetidos ao severo sistema escravagista, está efetivamente indo de mal a pior. A situação não se dá ao fato por não haver mais amor entre os cônjuges – salvo quando pastores dominadores,  frios e insensíveis tratam um casal de namorados como objetos da ICM e mandam, literalmente, que se casem logo sem saber se estão se amando para tanto – mas sim, devido ao escravismo avarento imposto sobre o casal, para que se dediquem integralmente, nos momento de folga profissional, às obras e compromissos intermináveis da Instituição Religiosa. Pastores, diáconos, obreiros, secretárias e professoras estão há tempos sofrendo com os serviços religiosos inacabáveis  da ICM. A quantidade de obrigações e encargos é tamanha que, na ansiedade de cumprí-los (para não sofrerem punições), se consomem mentalmente, por consequência, sendo relapsos com o companheiro e filhos – abandonando, à medida do tempo, a vida saudável, amável, amiga e  atenciosa de um casamento.  

Sem  enxergar uma saída,  ora o homem, ora a mulher, adentram em  profunda depressão, desânimo e crises de ansiedade, refletindo, agora, nas àreas profissional e social. Porém, quando um do casal passa a enxergar o erro, peleja contra tal escravismo religioso que o outro se submete, obtém sempre desaforos, reprovações, como se, na verdade, eles que fossem os culpados da situação, por “não entender a Obra”, a qual deve estar em primeiro lugar. Enfim, leiam esse esclarecedor artigo para que vocês, casais da ICM – casados, noivos ou jovens namorados – que estão tendo a relação arruinada pelo sistema o opressor da ICM entendam que viver seguindo os preceitos do Senhor Jesus é totalmente distinto dessa severidade  religiosa, forjada por mentes obstinadas, fanatizadas e paranóicas.

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