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“PORTANTO, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo.” Rm 2:1

 Desde que a índole sectarista da Maranata começou a ser conhecida na comunidade cristã, na década de 90, alguns estudiosos começaram a atribuí-la o caráter de seita religiosa. Obviamente, a liderança desgostosa e constrangida com a má fama que paulatinamente a Maranata vinha ganhando, elaborou em 1996 um pequeno livro – “PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A IGREJA MARANATA” – contendo um questionário sobre as práticas de tal Igreja, a fim de esclarecer que a Maranata não era uma seita porque não cultivava elementos ou praticava liturgias pertinentes a tais comunidades. Esse estudo também é ainda, vez por outra, ministrado nos seminários a fim de convencer e confortar os adeptos de que a Maranata não é uma seita religiosa.

 Então, de posse do conteúdo desse estudo, comentamos e expomos algumas afirmações defendidas pela liderança que soaram muito contraditórias e incoerentes em relação àquilo que de fato a Maranata vive e ensina aos seus adeptos. Um artigo de muita relevância para o leitor entender a natureza da Maranata. O que de fato seria Maranata, uma seita ou mais uma igreja?

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“Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o Senhor.” Jer 23:31-32

Qualquer indivíduo de sã consciência já questionou, para si mesmo sobre a procedência dos dons espirituais na Igreja Maranata. É intrigante para qualquer diligente cristão a abundância das ditas “visões”, “revelações” e “profecias” que ocorrem no meio deles, assim como é questionável o conteúdo destes sinais, vez que são apresentados sempre com os mesmos objetivos e circunstâncias, denunciando a índole proselitista e exclusivista da Maranata. Os sinais dos cultos sempre gravitam em dois temas: 1. que a pessoa foi ao culto fragilizada espiritualmente, decorrente de sua atual religião ou Denominação, mas que ao ir à Maranata conheceu a “Obra”, “a revelação”, “o clamor”, o “Jesus vivo e verdadeiro” etc.; 2. que veio culto com sentimentos negativos, mas foi abençoado por anjos.

Bem como, vidas são efetivamente controladas pela liderança através de tais manifestações. Pastores recorrem do nome de Deus para responsabilizá-Lo das decisões que dão cabo sobre a vida das ovelhas, retirando de si qualquer dever de retratação ou responsabilidades de falhas. Ao utilizarem o nome de Deus como instrumento de chantagem, as pessoas são efetivamente fragilizadas a obedecerem. Esse texto trata-se de um estudo que visa desmistificar essa heresia em utilizar falsos dons espirituais como subterfúgios e instrumentos de controle e chantagem. Expomos através da Palavra como isso não passa de uma fraude, e para que assim o leitor reflita e se acautele quando presenciar manifestações dessa natureza.

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“Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar” Rom 14.4

Esse trabalho consiste em desmascarar as peripécias da Maranata em chantagear sua seu corpo de membros mediante técnicas de lavagem cerebral. Através da famigerada aula “Síndrome da Queda Espiritual” ministrada, comumente, no seminário de 5º Período ou em uma reunião de cunho extraordinário, “presenteiam” seus membros com fobias, sentimento de culpa. Um artigo de muita valia para o esclarecimento do adepto, a fim de que ele possa, entender os propósitos da liderança em ministrar tal aula.

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“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” Gal 6.7

O despotismo é a forma de governo que está sujeito tão-somente à consciência de um primaz que se sobrepõe autoritariamente sobre outros. Ninguém pode contestá-lo, rejeitá-lo, divergir de seu modo de pensar, apenas cumprir e aceitar toda subserviência e sobrepujamento sobre sua vida. Abobadados homens são formatados a submeterem-se ao primaz, bem como a pensarem e agir igual ao exemplo dele – intolerância e ódio religioso é instigado, discriminação e conceitos preconcebidos são atirados contra todas as outras denominações, e reagem, por impulso cego, belicosamente contra tudo aquilo que se opõem contra a ideologia do despotismo estabelecido. Evidentemente que essa forma de governo na Igreja de Cristo não é salutar, antes dá espaços, e muitos espaços, à invasão de espíritos malignos enganadores, para darem cabo das peripécias que levam tais subjugados a fugirem dos anseios de uma excelente conduta cristã; ainda que pensem, em sua ingenuidade, que estão no Caminho mediante cumprimento de legalismos despóticos, cerimônias  burocráticas e rituais litúrgicos mecânicos.

Por isso, não é de se admirar que escândalos e escândalos estão surgindo na Seita Maranata periodicamente. Falsas profecias, confirmadas por bibliomancia, “ungem” homens despreparados para ingressarem como apascentadores, os que, na verdade, são escolhidos a dedo (analisando atributos favoráveis e satisfatórios religiosos para com o sistema). Recalcitram em não querer enxergar muitos membros, em sua cegueira, esse imbróglio, senão culpam simplesmente o Maligno. Mas não enxergam a um palmo de seu nariz, pois não se dão contam de que o mal só adentrou no meio deles porque assim quiseram em se ensoberbecer e se fascinar com ensinos heréticos e circenses, por dá ouvidos, em crédito absoluto, a falsas profecias e “unções” inquestionáveis, e se subjugaram como apáticos indivíduos à “autoridade” humana que desacata drasticamente as Santas Escrituras em detrimento da Autoridade Divina. Decepção? Mas não são só as outras Denominações que estão erradas? Enfim, acordem desse encanto, e inclinem os ouvidos só para Cristo. Vejam os males!

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“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.” Mat 10.16

Como distinguir um líder religioso se ele é pastor ou lobo? Quais as características de um apascentador, daquele que está sempre , e tão-somente, interessado no bom trato das ovelhas, voltado para os propósitos de Jesus? Qual as características daqueles que tratam o rebanho apenas como algo coisificado, para trabalhar muito mais para os interesses de um sistema denominacional, e para buscar reconhecimento e glórias dos homens?

O artigo em questão se propõe justamente a essa elucidação. Muitos na ICM se dizem pastores, se posam como sábios e admirados líderes, mas seriam eles dotados de características apascentadoras ou opressoras? Talvez você se identificará com esse texto, no qual arrolamos 46 afirmações que distiguimos lobos e pastores. Leiam, irmãos! Cremos que esse texto ajudarão por demais irmãos no amadurecimento de vossa fé cristã.

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