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 “Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;” Mar 20:27-29

Considerações e reflexões sobre a falta de um instrumento legal necessário e devido para toda instituição religiosa que a Maranata não cumpre. Por que não adotar um regimento interno para transparecer as decisões e os objetivos da Instituição? Será que dessa omissão, estariam pessoas se beneficiando, principalmente aqueles que exercem a primazia de modo que não estão sujeitos a nenhum regimento, mas tão-só a si mesmos, liderando a bel-prazer?

Será que dessa omissão, há liberdade para os primazes determinarem o que é certo e errado de acordo com suas opiniões e conveniências, de tal forma que podem punir a torto e a direito, cerceando o direito defesa dos membros? Um artigo de obrigatória leitura para aqueles que desejam entender certos pontos obscuros da Igreja Maranata. Para reflexão!

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“Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.” Joa 6:27

O artigo desconstrói todos os argumentos tendenciosos da Igreja Maranata no estudo “Valentes da Obra”. É através desse estudo que a liderança suscita nos corações dos membros um desejo de servirem aos caprichos da Instituição (interesses de manutenção patrimonial e propagação denominacional), sobre o falso pretexto de que estariam eles realizando a própria obra de Deus. Uma empulhação de números e tipologias é transmitida para impressionar os incautos,  a fim de eles justamente se gastarem, em tempo e na vida, nos propósitos da denominação Maranata. Portanto, traremos dois estudos para desmistificar os ensinos contidos na apostila e disseminado nas aulas dominicais e seminários da Maranata. Leiam e reflitam.

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“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” Gal 6.7

O despotismo é a forma de governo que está sujeito tão-somente à consciência de um primaz que se sobrepõe autoritariamente sobre outros. Ninguém pode contestá-lo, rejeitá-lo, divergir de seu modo de pensar, apenas cumprir e aceitar toda subserviência e sobrepujamento sobre sua vida. Abobadados homens são formatados a submeterem-se ao primaz, bem como a pensarem e agir igual ao exemplo dele – intolerância e ódio religioso é instigado, discriminação e conceitos preconcebidos são atirados contra todas as outras denominações, e reagem, por impulso cego, belicosamente contra tudo aquilo que se opõem contra a ideologia do despotismo estabelecido. Evidentemente que essa forma de governo na Igreja de Cristo não é salutar, antes dá espaços, e muitos espaços, à invasão de espíritos malignos enganadores, para darem cabo das peripécias que levam tais subjugados a fugirem dos anseios de uma excelente conduta cristã; ainda que pensem, em sua ingenuidade, que estão no Caminho mediante cumprimento de legalismos despóticos, cerimônias  burocráticas e rituais litúrgicos mecânicos.

Por isso, não é de se admirar que escândalos e escândalos estão surgindo na Seita Maranata periodicamente. Falsas profecias, confirmadas por bibliomancia, “ungem” homens despreparados para ingressarem como apascentadores, os que, na verdade, são escolhidos a dedo (analisando atributos favoráveis e satisfatórios religiosos para com o sistema). Recalcitram em não querer enxergar muitos membros, em sua cegueira, esse imbróglio, senão culpam simplesmente o Maligno. Mas não enxergam a um palmo de seu nariz, pois não se dão contam de que o mal só adentrou no meio deles porque assim quiseram em se ensoberbecer e se fascinar com ensinos heréticos e circenses, por dá ouvidos, em crédito absoluto, a falsas profecias e “unções” inquestionáveis, e se subjugaram como apáticos indivíduos à “autoridade” humana que desacata drasticamente as Santas Escrituras em detrimento da Autoridade Divina. Decepção? Mas não são só as outras Denominações que estão erradas? Enfim, acordem desse encanto, e inclinem os ouvidos só para Cristo. Vejam os males!

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“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?” Rm 8.35

A imposição do medo num governo ditatorial é a melhor arma para preservar a saúde do sistema. Desencorajar, intimidar, obrigar e recrutar pessoas através de chantagens terroristas é o ardil mais eficiente que a Maranata e demais seitas e governos totalitários utilizam para velar o sistema ditatorial. O medo acaba sendo utilizado como a argamassa que envolve toda a estrutura da seita, como o combustível da organização, de modo a arregimentar, como marionetes, os membros a fazerem aquilo que bem aprouver o órgão central dominador ou mesmo o monarca da “unidade local”. O medo coage!

A utilização de infortúnios alheios para amendrontar e a distorção do conceito da “Blasfêmia contra o Espírito Santo” são as duas armas que a Maranata bem utiliza engenhosamente para coagir a massa. O artigo em tela abordará, por exposições bíblicas, a respeito dessas duas técnicas neuro-linguísticas que recrutam as pessoas para fiéis adeptos do sistema. Um ardil calculista que visa blindar tal sistema contra discordâncias, desobediências, justificativas e questionamentos. Leiam para vossa libertação em Cristo Jesus.

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Em meados de 2007, desesperada e temendo a subversão dos membros contra o governo totalitário-eclesiástico do Presbitério, a Maranata elaborou um “imprimatur” para a época atual. Assim como fez a Igreja Católica nos idos da inquisição, cujo intento era de proibir os adeptos o contato com qualquer espécie de literatura ou conhecimento que os levassem a pensar criticamente contra o sistema ditatorial católico, os líderes da Maranata, por sua vez, fizeram exatamente o mesmo.

O frenesi de circulares atrás de circulares começaram a descer do Sinédrio Capixaba rumo às igrejas locais, contendo mensagens mentirosas contra a rede social Orkut, bem como difamações e calúnias generalizadoras contra os usuários do site. Um objetivo era tão-só de desencorajar e aterrorizar os ingênuos membros a não acessarem ou apagarem seus perfis do site, impedindo que eles tivessem, eventualmente, ciência das aberrações doutrinárias e administrativas expostas e discutidas na comunidade “Já Fui Um Maranata”. Para surtir efeito o estratagema, como de praxe, responsabilizou o Senhor Jesus como autor dessa decisão. Que os leitores compreendam o rolo compressor de 2007.

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“Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto.” Mar 4.22

O texto em tela visa ao leitor a entender a real postura de ser um cristão maduro, sóbrio, astuto e prudente, a não se deixar levar por ventos de doutrinas e ensinos de homens com mentes cauterizadas por heresias, combatidas através do exercício do poder do Espírito Santo pelo dom do discernimento de espíritos. Uma boa leitura para fazer entender que ser cristão, filho de Cristo, não é ser um sujeito impressionável e inocente que acolhe todo tipo de palavras que dizem ser sugeridas ao Reino de Deus. Leiam e compreenderão.

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Porque penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos.” 1 Co 4:4

Alguns líderes e membros da Igreja Maranata orgulham-se de si mesmo porque se Apóstolo Paulo fosse nosso contemporâneo, certamente ele faria parte da Instituição Maranata. Dizem isso porque  apregoam que ela seria a Instituição que mais se assemelha com a Igreja Primitiva dos tempos de Paulo, segundo as suas exclusivistas e pretensiosas conclusões. Daí, uma vez lá dentro, é comum escutarmos que a seita Maranata é o tipo da “Obra de Paulo”.

Assim sendo, conta-se que o Apóstolo Paulo ofereceu-se à Maranata, para trabalhar como obreiro, um voluntário para realizar a “Obra no exterior”. Depois de algumas semanas, um dos secretários da “Comissão Executiva” escreveu-lhe esta carta, justificando o motivo pelo qual não poderia aceitá-lo. Apenas uma ficção, obviamente. Todos os fatos, acontecimentos, características relativas ao apóstolo foram retirados das Escrituras (Livro de Atos e Cartas paulinas) sem acrescentar ou inventar algo!

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