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Em meados de 2007, desesperada e temendo a subversão dos membros contra o governo totalitário-eclesiástico do Presbitério, a Maranata elaborou um “imprimatur” para a época atual. Assim como fez a Igreja Católica nos idos da inquisição, cujo intento era de proibir os adeptos o contato com qualquer espécie de literatura ou conhecimento que os levassem a pensar criticamente contra o sistema ditatorial católico, os líderes da Maranata, por sua vez, fizeram exatamente o mesmo.

O frenesi de circulares atrás de circulares começaram a descer do Sinédrio Capixaba rumo às igrejas locais, contendo mensagens mentirosas contra a rede social Orkut, bem como difamações e calúnias generalizadoras contra os usuários do site. Um objetivo era tão-só de desencorajar e aterrorizar os ingênuos membros a não acessarem ou apagarem seus perfis do site, impedindo que eles tivessem, eventualmente, ciência das aberrações doutrinárias e administrativas expostas e discutidas na comunidade “Já Fui Um Maranata”. Para surtir efeito o estratagema, como de praxe, responsabilizou o Senhor Jesus como autor dessa decisão. Que os leitores compreendam o rolo compressor de 2007.

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“Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” 2 Co 3.17

Um presente artigo trata-se de uma crônica a respeito de um testemunho de ex-membro de certo hospital que dele fugiu, por amor ao Médico dos médicos, por sua vida e liberdade compradas por Ele por um alto preço. Esse homem há muito tempo sofreu com as “receitas” prescritas, de tal modo que, ao ingressar doente no hospital, achou que havia se curado, mas, à medida do tempo, percebeu que tudo não passava, na verdade, de “anestésicos” que somente “maquiavam” o problema. Aprisionado na severa mesmice dessas  receitas amargas, adoece mais ainda, adquire traumas emocionais, desgaste mental e  esgotamento físico e algumas paranóias.

Mas quando teve uma consulta real com o Médicos dos médicos, Ele lhe receitou o Seu Manual para pô-lo em prática, contudo, sem se deixar, agora, contaminar com as “receitas” do hospital. Foi difícil, lutou, teve medo, sofreu retaliações, mas, saiu definitivamente do hospital para uma vida alegre, liberta, pura, natural, espontânea na presença, agora, contínua e real em sua vida do Médico dos médicos. E você? Em que situação se encontra? Está sofrendo? Está almejando liberdade e felicidade com o Médico? Sente falta de um lugar onde haja espontaneidade, naturalidade e alegria e amor? Leiam o artigo.

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“Já quebrantou o Senhor o bastão dos ímpios e o cetro dos dominadores.” Isa 14.5

O intento de toda ditadura é atacar todas as formas de liberdade de expressão (censura) a fim de preservar os interesses egocêntricos do sistema. Não obstante vivermos sob o Estado Democrático de Direito, pelo qual todos podem exercer a livre opinião, algumas facções (grupos fechados de ideologia exclusivista e causa narcísica),  desejam que a ditadura ainda possa ser implantada em seus feudos particulares. Todo déspota tem pavor da liberdade de expressão porque, verdadeiramente, não tem argumentos sólidos e honestos para fazer valer a fundamentação e a idoneidade da sua causa apregoada, antes, firmado  em vulneráveis alicerces doutrinários, irrequieto, procura executar estratagemas para poder blindar os objetivos escusos  de seu teatro bem arquitetado, e, por fim, se tornar incriticável perante a manada de seguidores.

Sendo assim, desesperada porque a Comunidade (do Orkut) “Já Fui Um Maranata” é o cerne dos encontros (virtuais) de ex-membros e mesmo de vários membros insatisfeitos, onde se discute experiências, publicar  as incoerências bíblicas, a forma de governo e as exóticas doutrinas ensinadas, a Maranata, cheio de belicosidade  e revanchismo, resolveu apelar ao Judiciário para tapar as bocas dos servos de Deus. Elaborou a peça processual repleto de ataques generalizados e irresponsáveis, carregado de juízo, demonstrando o desequilíbrio e a falta de amor espiritual, que é praxe, e postulando o devaneio para que a Google apagasse todas as comunidades do Orkut que tinham – pasmem – a menção da palavra “Maranata” no título; ainda que as comunidades fossem de outras igrejas evangélicas ou outros grupos sociais e ainda que a marca “Maranata” seja de direito da Igreja Evangélica Maranata (AMEM). Sim, a Igreja Maranata pretensiosamente agiu como a marca fosse dela, mesmo com o insucesso do processo administrativo de outrora contra a AMEM no INPI.

Dito isto, leiam esse proveitoso artigo a fim de que, além de observarem os frutos de um sistema religioso carente de amor, carente da brandura de Deus, poderão se alimentar de como ser um verdadadeiro servo de Deus em espírito de amor, humildade e piedade para com o próximo, mediante o trecho de um texto felizmente selecionado pelo o autor do artigo.

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“Coisa espantosa e horrenda anda se fazendo na terra. Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?Jer 5.30-31

O que leva uma Instituição religiosa se concentrar incisiva e obstinadamente contra um mero site de relacionamento social, o Orkut? O que leva uma liderança, movida por um ódio incontido, baixar circulares difamando, desconstruindo as imagens dos usuários do Orkut?  O que leva membros da Maranata a trocar e-mails entre si, afirmando que o site Orkut e até o próprio Google são personificações do diabo na internet? Não é intrigante o fato de que mesmo havendo o My Space, o Facebook, o Twitter, o Largevia (do inglês: “via ampla”, de autoria de um pastor da Maranata de Boston), enfim, todos esses sites de relacionamentos sociais, o Orkut é o único a ser expressamente proibido ou, no mínimo, reprovado pelos líderes e membros apaixonados pela “Obra”? Não seria incoerente? Seria devido ao fato de que no Orkut é onde reside a comunidade “Já Fui Um Maranata”, composta os mais diversos tipos de ex-membros que um dia libertaram de tal sistema religioso, no qual eles relatam seus testemunhos, experiências, decepções e todo erro desse grupo religioso?   

 Portanto, o presente artigo consiste em divulgar o motivo pelo qual fez a Maranata concentrar suas energias contra o Orkut, bem como, relatará, em miúdos, todos os ocorridos que levaram a fundação da comunidade “Já Fui Um Maranata”, desde o famigerado episódio ocorrido no maanaim de Brasília, quando três pastores pregaram aos jovens contra a idolatria à Instituição, a até os trâmites que se deram na pela liderança quando a referida comunidade começou a se propagar em números e boa fama a favor do Evangelho, divulgando toda a verdade da Maranata. Um artigo de suma importância ao leitor que desconhece esses fatos, acobertados dos membros, e que agora poderão perceber mais ainda em que local eles se encontram. Que o Senhor lhes esclareça!

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