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“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo areta justiça.” Joa 5.27

O que ocorreria se a mulher samaritana fosse congregar na Igreja Maranata? Será que o passado pecaminoso dessa mulher, que foi acolhida com amor por Jesus, poderia comprometer a “imagem da Obra Maravilhosa”, a tal ponto dela sofrer discriminações, rejeições, até execrações tudo em favor do sistema “Obra”? Leiam e entenderão como o que contém nesse texto é bastante pertinente aos fatos e episódios que ocorrem comumente no seio desta Denominação, conseqüência de um sistema idólatra, mesquinho e ambicioso.

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“Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.” Efésios 4.14

A razão, atributo dado pelo Senhor a todos aqueles que foram feitos a Sua imagem e semelhança. Contudo, a Maranata em vez de promover a racionalidade, o amadurecimento, a sabedoria de Cristo, está adestrando seus adeptos à irracionalidade. Como todo sistema ditatorial, a liderança da citada Instituição tem pavor da liberdade de expressão, de democracia, aplicando, assim, intensas políticas de censura, inibindo o desenvolvimento do senso crítico, mergulhando os seus adeptos, em matéria de fé, ao completo estado do infantilismo.

Intimidados na racionalidade em Cristo, movidos por impulsos e arroubos, sem refletir, no cumprimento das ordens da liderança, vão muitos resumindo sua vida espiritual a isso. E à medida do tempo, acabam tornando-se presas fáceis dos caprichos de vaidosos e gananciosos líderes religiosos, que mandarão e desmandarão nas suas vidas a bel-prazer, tal como bonecos de mestres ventríloquos. Logo, condicionados mentalmente ao sistema religioso, com suas regras exteriores e mandamentos institucionais, já não compreendem a salvação em Cristo pela vivência do Evangelho em si, senão pela submissão irrestrita ao sistema religioso. Como crianças inseguras, cheios de carências, agora, os adeptos, condicionados, ficam subjugados ao sistema religioso, necessitando de ordenanças para se sentirem seguros e bem consigo mesmos, na sensação de que, só assim, no Caminho estivessem. Um artigo de obrigatória leitura aos irmãos que estão sendo ludibriados por um sistema religioso que visa à alienação de seus adeptos, a que sejam irracionais, de maneira a ficarem totalmente a mercê dos caprichos do PES. Leiam e compreendam o que vem sendo lhes ensinado.

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“As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.” Col 2:23

Usos e costumes são heresias? Usos e costumes não são apenas hábitos de determinado grupo? Usos e costumes se tornam heresias a partir do momento em que são espiritualizados: justificados como meio de purificação, como doutrina divina, de modo a ser objeto de acepção de pessoas. Ainda hoje poucas Denominações apregoam essa “circuncisão” contemporânea, sem a qual homens e mulheres não poderão ser estimados como servos de Deus. Os desobedientes da cartilha dos usos e costumes serão nivelados por baixo, de modo que serão boicotados de certas atividades e até aliciados emocionalmente a não fazerem jus a salvação em Cristo Jesus.

A Maranata está a fazer isso tudo. Não obstante em seminários ridicularizar as Denominações que apregoam usos e costumes, em sua hipocrisia, a Maranata alega que não constrange o homem a ter rosto imberbe, a mulher o uso obrigatório de saia ou vestido, a não frequentarem teatros e cinemas mesmo que sadios, a coibir a prática de esportes, a censurar a apreciação de guloseimas festivas; mas que  são  apenas “revelações do Espirito Santo aos servosd a Obra”. Ardilosamente, escusa-se de sua responsabilidade, e, malignamente, atribue ao próprio Senhor Deus a autoria dessas doutrinas duvidosas – “O Senhor revelou – fazer o quê!?”. Enquanto algumas Denominações pregam usos e costumes, a Maranata diz que é o próprio Deus é quem revela os usos e costumes. O artigo disponível se comprometerá a desmistificar o legalismo dos usos e costumes praticados na Maranata e em outras seitas, através da Palavra de Deus, e que uma vida de pureza, santificação e compromisso cristão não depende de nenhuma espécie de “circuncisão”, mas sim de atitudes e consciência de um verdadeiro filho de Deus.

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 “Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.” 1 Co 7:23

Quando os neófitos chegam à Igreja Maranata, levados pelo fascínio do que é exterior, impulsivamente, criam muita expectativa com o sistema “Obra”. Muitos, em sua inocência e ignorância bíblica, convencidos pela atmosfera engenhosamente piedosa do local, acreditam ter ali encontrado a perfeição em forma de igreja ou de doutrina. Fácil e perigoso é tirar uma conclusão precipitada de algo onde tudo se processa de forma oculta e evasiva, e, acima de tudo, onde só sabe proclamar o quanto são espirituais, melhores, perfeitos, justos e corretos – “tudo é revelado”- em comparação com as demais igrejas do mundo. Fisgados por esse contexto, muitos homens acabam mudando drasticamente o destino de suas vidas, para algo que jamais eles vislumbraram. Quando no início tudo era idealizado, hoje, após anos de “Obra como forma de vida”, suas vidas sofrem as conseqüências ou os desdobramentos de uma vida totalmente devotada a tal “projeto”.

Este texto é baseado na vida de muitos “pastores da Obra”, uma novela reflexiva baseada em experiências que foram e são por demais comuns na vida de todos aqueles que exercem tal cargo/função. Dado o erro ignorado e imperceptível, homens esses que, até de bom coração, acreditando que vivem uma verdade inexorável, foram corrompidos a viverem uma mentira, apartando-se do Evangelho do Reino.  Que o leitor possa se identificar como as particularidades de cada um desses homens, são, em plena verdade, um mal  bastante comum, e compreendam que o mal não está essencialmente em si mesmos, senão num sistema equivocadamente religioso.

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 As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” Deu 29:29

Uma prática que chama a atenção de um cristão cauteloso quando chega à Maranata é ênfase que seus pregadores dão à palavra “revelação”. Há uma exagerada ênfase a tal palavra, a ponto de constatar que tudo que não seja “revelado” é considerado o mais puro joio. Mas o que seria, na prática, essa tal da “revelação” tanto enfatizada na Maranata? É sabido que a Maranata possui uma queda pela Teologia Alegórica das Sagradas Escrituras. E, em decorrência disso, ensina-se que existe uma forma especial de ler e pregar o conteúdo da Bíblia, essa prática seria alcançada somente por “revelação”, e essa forma teria um nome “A Palavra Revelada”.

  Um texto que fará o leitor a ver a Maranata de uma perspectiva mais transparente, de modo que entender o porquê de ela focar tanto suas pregações e aulas no Velho Testamento; e, por conseqüência, ignorar, quase que por completo os ensinos e fundamentos das cartas apostólicas. Será que, apesar de tal prática ter ares de espiritual, seria, na realidade, uma prática fundamental e honestamente bíblica? Será que realmente o Senhor Deus deseja que suas Sagradas Escrituras sejam objeto dessas práticas, de buscar significados além da letra?

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“E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente.” Dan 3:6

“Quando falamos ‘Obra’ não estamos nos referido à Maranata. A ‘Obra’ existe em outras denominações.” São argumentos dessa natureza que os membros da Maranata tentam, constrangidos, justificar o injustificável. Afinal, quem é “Obra”? O que é “Obra”? Por que razão os membros da Maranata proferem tanto esse jargão? Seria um linguajar formatado e padronizado que eles adquirem pela consciência coletiva? O presente artigo se propõe explanar toda essa mística que compõe essa palavra nesse meio, de modo a tentar promover, em definitivo, uma explicação do motivo que leva os membros a alimentarem certo exclusivismo consigo mesmos e uma certa veneração a tal palavra.

Um texto de suma importância para a descoberta da verdadeira face Igreja Maranata. Um percurso que se inicia nos meados da década de 60 e que desemboca no que hoje alimenta tal Instituição por detrás dessa palavra “Obra”.

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“Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o Senhor.” Jer 23:31-32

Qualquer indivíduo de sã consciência já questionou, para si mesmo sobre a procedência dos dons espirituais na Igreja Maranata. É intrigante para qualquer diligente cristão a abundância das ditas “visões”, “revelações” e “profecias” que ocorrem no meio deles, assim como é questionável o conteúdo destes sinais, vez que são apresentados sempre com os mesmos objetivos e circunstâncias, denunciando a índole proselitista e exclusivista da Maranata. Os sinais dos cultos sempre gravitam em dois temas: 1. que a pessoa foi ao culto fragilizada espiritualmente, decorrente de sua atual religião ou Denominação, mas que ao ir à Maranata conheceu a “Obra”, “a revelação”, “o clamor”, o “Jesus vivo e verdadeiro” etc.; 2. que veio culto com sentimentos negativos, mas foi abençoado por anjos.

Bem como, vidas são efetivamente controladas pela liderança através de tais manifestações. Pastores recorrem do nome de Deus para responsabilizá-Lo das decisões que dão cabo sobre a vida das ovelhas, retirando de si qualquer dever de retratação ou responsabilidades de falhas. Ao utilizarem o nome de Deus como instrumento de chantagem, as pessoas são efetivamente fragilizadas a obedecerem. Esse texto trata-se de um estudo que visa desmistificar essa heresia em utilizar falsos dons espirituais como subterfúgios e instrumentos de controle e chantagem. Expomos através da Palavra como isso não passa de uma fraude, e para que assim o leitor reflita e se acautele quando presenciar manifestações dessa natureza.

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“Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar” Rom 14.4

Esse trabalho consiste em desmascarar as peripécias da Maranata em chantagear sua seu corpo de membros mediante técnicas de lavagem cerebral. Através da famigerada aula “Síndrome da Queda Espiritual” ministrada, comumente, no seminário de 5º Período ou em uma reunião de cunho extraordinário, “presenteiam” seus membros com fobias, sentimento de culpa. Um artigo de muita valia para o esclarecimento do adepto, a fim de que ele possa, entender os propósitos da liderança em ministrar tal aula.

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“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” Gal 6.7

O despotismo é a forma de governo que está sujeito tão-somente à consciência de um primaz que se sobrepõe autoritariamente sobre outros. Ninguém pode contestá-lo, rejeitá-lo, divergir de seu modo de pensar, apenas cumprir e aceitar toda subserviência e sobrepujamento sobre sua vida. Abobadados homens são formatados a submeterem-se ao primaz, bem como a pensarem e agir igual ao exemplo dele – intolerância e ódio religioso é instigado, discriminação e conceitos preconcebidos são atirados contra todas as outras denominações, e reagem, por impulso cego, belicosamente contra tudo aquilo que se opõem contra a ideologia do despotismo estabelecido. Evidentemente que essa forma de governo na Igreja de Cristo não é salutar, antes dá espaços, e muitos espaços, à invasão de espíritos malignos enganadores, para darem cabo das peripécias que levam tais subjugados a fugirem dos anseios de uma excelente conduta cristã; ainda que pensem, em sua ingenuidade, que estão no Caminho mediante cumprimento de legalismos despóticos, cerimônias  burocráticas e rituais litúrgicos mecânicos.

Por isso, não é de se admirar que escândalos e escândalos estão surgindo na Seita Maranata periodicamente. Falsas profecias, confirmadas por bibliomancia, “ungem” homens despreparados para ingressarem como apascentadores, os que, na verdade, são escolhidos a dedo (analisando atributos favoráveis e satisfatórios religiosos para com o sistema). Recalcitram em não querer enxergar muitos membros, em sua cegueira, esse imbróglio, senão culpam simplesmente o Maligno. Mas não enxergam a um palmo de seu nariz, pois não se dão contam de que o mal só adentrou no meio deles porque assim quiseram em se ensoberbecer e se fascinar com ensinos heréticos e circenses, por dá ouvidos, em crédito absoluto, a falsas profecias e “unções” inquestionáveis, e se subjugaram como apáticos indivíduos à “autoridade” humana que desacata drasticamente as Santas Escrituras em detrimento da Autoridade Divina. Decepção? Mas não são só as outras Denominações que estão erradas? Enfim, acordem desse encanto, e inclinem os ouvidos só para Cristo. Vejam os males!

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“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?” Rm 8.35

A imposição do medo num governo ditatorial é a melhor arma para preservar a saúde do sistema. Desencorajar, intimidar, obrigar e recrutar pessoas através de chantagens terroristas é o ardil mais eficiente que a Maranata e demais seitas e governos totalitários utilizam para velar o sistema ditatorial. O medo acaba sendo utilizado como a argamassa que envolve toda a estrutura da seita, como o combustível da organização, de modo a arregimentar, como marionetes, os membros a fazerem aquilo que bem aprouver o órgão central dominador ou mesmo o monarca da “unidade local”. O medo coage!

A utilização de infortúnios alheios para amendrontar e a distorção do conceito da “Blasfêmia contra o Espírito Santo” são as duas armas que a Maranata bem utiliza engenhosamente para coagir a massa. O artigo em tela abordará, por exposições bíblicas, a respeito dessas duas técnicas neuro-linguísticas que recrutam as pessoas para fiéis adeptos do sistema. Um ardil calculista que visa blindar tal sistema contra discordâncias, desobediências, justificativas e questionamentos. Leiam para vossa libertação em Cristo Jesus.

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Em meados de 2007, desesperada e temendo a subversão dos membros contra o governo totalitário-eclesiástico do Presbitério, a Maranata elaborou um “imprimatur” para a época atual. Assim como fez a Igreja Católica nos idos da inquisição, cujo intento era de proibir os adeptos o contato com qualquer espécie de literatura ou conhecimento que os levassem a pensar criticamente contra o sistema ditatorial católico, os líderes da Maranata, por sua vez, fizeram exatamente o mesmo.

O frenesi de circulares atrás de circulares começaram a descer do Sinédrio Capixaba rumo às igrejas locais, contendo mensagens mentirosas contra a rede social Orkut, bem como difamações e calúnias generalizadoras contra os usuários do site. Um objetivo era tão-só de desencorajar e aterrorizar os ingênuos membros a não acessarem ou apagarem seus perfis do site, impedindo que eles tivessem, eventualmente, ciência das aberrações doutrinárias e administrativas expostas e discutidas na comunidade “Já Fui Um Maranata”. Para surtir efeito o estratagema, como de praxe, responsabilizou o Senhor Jesus como autor dessa decisão. Que os leitores compreendam o rolo compressor de 2007.

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“Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto.” Mar 4.22

O texto em tela visa ao leitor a entender a real postura de ser um cristão maduro, sóbrio, astuto e prudente, a não se deixar levar por ventos de doutrinas e ensinos de homens com mentes cauterizadas por heresias, combatidas através do exercício do poder do Espírito Santo pelo dom do discernimento de espíritos. Uma boa leitura para fazer entender que ser cristão, filho de Cristo, não é ser um sujeito impressionável e inocente que acolhe todo tipo de palavras que dizem ser sugeridas ao Reino de Deus. Leiam e compreenderão.

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“Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” 2 Co 3.17

Um presente artigo trata-se de uma crônica a respeito de um testemunho de ex-membro de certo hospital que dele fugiu, por amor ao Médico dos médicos, por sua vida e liberdade compradas por Ele por um alto preço. Esse homem há muito tempo sofreu com as “receitas” prescritas, de tal modo que, ao ingressar doente no hospital, achou que havia se curado, mas, à medida do tempo, percebeu que tudo não passava, na verdade, de “anestésicos” que somente “maquiavam” o problema. Aprisionado na severa mesmice dessas  receitas amargas, adoece mais ainda, adquire traumas emocionais, desgaste mental e  esgotamento físico e algumas paranóias.

Mas quando teve uma consulta real com o Médicos dos médicos, Ele lhe receitou o Seu Manual para pô-lo em prática, contudo, sem se deixar, agora, contaminar com as “receitas” do hospital. Foi difícil, lutou, teve medo, sofreu retaliações, mas, saiu definitivamente do hospital para uma vida alegre, liberta, pura, natural, espontânea na presença, agora, contínua e real em sua vida do Médico dos médicos. E você? Em que situação se encontra? Está sofrendo? Está almejando liberdade e felicidade com o Médico? Sente falta de um lugar onde haja espontaneidade, naturalidade e alegria e amor? Leiam o artigo.

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Porque penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos.” 1 Co 4:4

Alguns líderes e membros da Igreja Maranata orgulham-se de si mesmo porque se Apóstolo Paulo fosse nosso contemporâneo, certamente ele faria parte da Instituição Maranata. Dizem isso porque  apregoam que ela seria a Instituição que mais se assemelha com a Igreja Primitiva dos tempos de Paulo, segundo as suas exclusivistas e pretensiosas conclusões. Daí, uma vez lá dentro, é comum escutarmos que a seita Maranata é o tipo da “Obra de Paulo”.

Assim sendo, conta-se que o Apóstolo Paulo ofereceu-se à Maranata, para trabalhar como obreiro, um voluntário para realizar a “Obra no exterior”. Depois de algumas semanas, um dos secretários da “Comissão Executiva” escreveu-lhe esta carta, justificando o motivo pelo qual não poderia aceitá-lo. Apenas uma ficção, obviamente. Todos os fatos, acontecimentos, características relativas ao apóstolo foram retirados das Escrituras (Livro de Atos e Cartas paulinas) sem acrescentar ou inventar algo!

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“Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa.” Mat 5.11

Muitos dos que “saíram da Obra”, negando as heresias doutrinárias e o governo totalitário da Igreja Maranata, estão hoje, nos quatro cantos do Brasil, quiçá do mundo, pregando em favor da divulgação do verdadeiro Evangelho de Cristo aos ainda subjugados e oprimidos membros da referida Denominação. Afinal, eles sofreram com o escravismo e as heresias, acordaram do sono, reconheceram os erros, pelo Espírito, agora, divulgam a Verdade aos “servos da Obra”.

Por causa dessa intrepidez evangélica, seguindo a comissão de Cristo, estão tais irmãos, há certo tempo, sofrendo pesadas perseguições por belicosos “xiitas” do ídolo “Obra”, seja por calúnias, difamações, injúrias em seminários e reuniões, seja até mesmo por atos piores. Leiam e entenderão que a motivação dos adeptos da “Obra” não passa, na verdade, daquela mesma obstinação do Sinédrio dos judeus contra a subversão causada por Jesus no sistema religioso da época.

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“Já quebrantou o Senhor o bastão dos ímpios e o cetro dos dominadores.” Isa 14.5

O intento de toda ditadura é atacar todas as formas de liberdade de expressão (censura) a fim de preservar os interesses egocêntricos do sistema. Não obstante vivermos sob o Estado Democrático de Direito, pelo qual todos podem exercer a livre opinião, algumas facções (grupos fechados de ideologia exclusivista e causa narcísica),  desejam que a ditadura ainda possa ser implantada em seus feudos particulares. Todo déspota tem pavor da liberdade de expressão porque, verdadeiramente, não tem argumentos sólidos e honestos para fazer valer a fundamentação e a idoneidade da sua causa apregoada, antes, firmado  em vulneráveis alicerces doutrinários, irrequieto, procura executar estratagemas para poder blindar os objetivos escusos  de seu teatro bem arquitetado, e, por fim, se tornar incriticável perante a manada de seguidores.

Sendo assim, desesperada porque a Comunidade (do Orkut) “Já Fui Um Maranata” é o cerne dos encontros (virtuais) de ex-membros e mesmo de vários membros insatisfeitos, onde se discute experiências, publicar  as incoerências bíblicas, a forma de governo e as exóticas doutrinas ensinadas, a Maranata, cheio de belicosidade  e revanchismo, resolveu apelar ao Judiciário para tapar as bocas dos servos de Deus. Elaborou a peça processual repleto de ataques generalizados e irresponsáveis, carregado de juízo, demonstrando o desequilíbrio e a falta de amor espiritual, que é praxe, e postulando o devaneio para que a Google apagasse todas as comunidades do Orkut que tinham – pasmem – a menção da palavra “Maranata” no título; ainda que as comunidades fossem de outras igrejas evangélicas ou outros grupos sociais e ainda que a marca “Maranata” seja de direito da Igreja Evangélica Maranata (AMEM). Sim, a Igreja Maranata pretensiosamente agiu como a marca fosse dela, mesmo com o insucesso do processo administrativo de outrora contra a AMEM no INPI.

Dito isto, leiam esse proveitoso artigo a fim de que, além de observarem os frutos de um sistema religioso carente de amor, carente da brandura de Deus, poderão se alimentar de como ser um verdadadeiro servo de Deus em espírito de amor, humildade e piedade para com o próximo, mediante o trecho de um texto felizmente selecionado pelo o autor do artigo.

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“Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.Jer 7.18

Este trabalho foi elaborado com o fim de demonstrar as incríveis similaridades entre as doutrinas e ações dessas duas Instituições. O leitor que crê inocentemente que congrega numa Instituição Religiosa dita apontada por Deus como “a preferida” ou, como queiram, a “Obra Revelada”, ficará surpreso com tamanha proximidade ideológica da Maranata com a Igreja Católica Apostólica Romana.  Igreja Católica que é taxada pelos ensinos da Maranata como a “Grande Prostituta”.

As explanações do referido texto é mais uma prova cabal que a Maranata não passa, verdadeiramente, de mais uma mera Instituição Religiosa entre tantas que arroga para si a posição de “exclusiva”, que, por isso, vai de encontro à simplicidade e valores do Evangelho do Reino de Deus. Pela verdade que Cristo nos concedeu, meditemos sobriamente, e saibamos ser sinceros com nós mesmos e com o Senhor.

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O NOME MARANATA

Publicado: 05/04/2011 em OUTROS
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“Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.” 2 Pe 1.20

Considerações sobre o a palavra “maranata” e sua relação com a Instituição e a doutrina da Igreja Maranata. O breve texto trata-se de uma crítica em relação às infelicidades da Maranata com o referido termo. Esclarecimentos, curiosidades que os próprios membros desconhecem. Recomendamos o leitor para sua elucidação. Para a manifestação da Verdade, com sinceridade, pureza, honestidade, enfim, sem nenhuma mácula exclusivista e sectarista.

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“E, ouvindo-o, encheram-se de ira, e clamaram, dizendo: Grande é a Diana dos efésios.” Ato 19.28

Uma crônica que propõe uma reflexão aos membros da “Obra Gloriosa” para que possam refletir sobre aquilo que estão imersos. De modo que possam despertar daquilo que a grande maioria, sobretudo, os maquinistas dessa “locomotiva” estão submetidos. Não deixem o Senhor Jesus e Seu Evangelho ficarem dividindo o espaço em seus corações com ídolos erguidos por mentes cauterizadas pelos interesses e conveniências do poder religioso. Que os leitores reflitam em nome de Jesus.

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“Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus.” 3 Jo 9

Fala-se muito em “Síndrome da Queda” como um mal que atinge algumas ovelhas da Maranata, não por elas não estarem vivendo o Evangelho de Cristo, mas essencialmente por estarem constrangidas e desconfortáveis com o legalismo e autoritarismo dos “Diótrefes” que dominam suas vidas como verdadeiros donos de sua liberdade.

Uma possessão que beira a desumanidade e indignidade, angustiando-as, oprimindo-as, sufocando-as, de uma maneira tal que esses “Diótrefes” podem manejá-las para lá e para cá de acordo com os interesses que satisfazem a sua Instituição religiosa. Controlando desde atividades estudantis, profissionais a até sentimentais e familiares, sobretudo dos jovens que não gozam da presença dos pais na igreja, que acabam sendo arregimentados por esses homens embriagados pela primazia. Uma dominação anticristã que não converge às ovelhas ao bem da retidão em Cristo, mas aos interesses do sistema sectário. Para esclarecimento da cristandade nos corações dos leitores.

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