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“Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.” Efésios 4.14

A razão, atributo dado pelo Senhor a todos aqueles que foram feitos a Sua imagem e semelhança. Contudo, a Maranata em vez de promover a racionalidade, o amadurecimento, a sabedoria de Cristo, está adestrando seus adeptos à irracionalidade. Como todo sistema ditatorial, a liderança da citada Instituição tem pavor da liberdade de expressão, de democracia, aplicando, assim, intensas políticas de censura, inibindo o desenvolvimento do senso crítico, mergulhando os seus adeptos, em matéria de fé, ao completo estado do infantilismo.

Intimidados na racionalidade em Cristo, movidos por impulsos e arroubos, sem refletir, no cumprimento das ordens da liderança, vão muitos resumindo sua vida espiritual a isso. E à medida do tempo, acabam tornando-se presas fáceis dos caprichos de vaidosos e gananciosos líderes religiosos, que mandarão e desmandarão nas suas vidas a bel-prazer, tal como bonecos de mestres ventríloquos. Logo, condicionados mentalmente ao sistema religioso, com suas regras exteriores e mandamentos institucionais, já não compreendem a salvação em Cristo pela vivência do Evangelho em si, senão pela submissão irrestrita ao sistema religioso. Como crianças inseguras, cheios de carências, agora, os adeptos, condicionados, ficam subjugados ao sistema religioso, necessitando de ordenanças para se sentirem seguros e bem consigo mesmos, na sensação de que, só assim, no Caminho estivessem. Um artigo de obrigatória leitura aos irmãos que estão sendo ludibriados por um sistema religioso que visa à alienação de seus adeptos, a que sejam irracionais, de maneira a ficarem totalmente a mercê dos caprichos do PES. Leiam e compreendam o que vem sendo lhes ensinado.

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“E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente.” Dan 3:6

“Quando falamos ‘Obra’ não estamos nos referido à Maranata. A ‘Obra’ existe em outras denominações.” São argumentos dessa natureza que os membros da Maranata tentam, constrangidos, justificar o injustificável. Afinal, quem é “Obra”? O que é “Obra”? Por que razão os membros da Maranata proferem tanto esse jargão? Seria um linguajar formatado e padronizado que eles adquirem pela consciência coletiva? O presente artigo se propõe explanar toda essa mística que compõe essa palavra nesse meio, de modo a tentar promover, em definitivo, uma explicação do motivo que leva os membros a alimentarem certo exclusivismo consigo mesmos e uma certa veneração a tal palavra.

Um texto de suma importância para a descoberta da verdadeira face Igreja Maranata. Um percurso que se inicia nos meados da década de 60 e que desemboca no que hoje alimenta tal Instituição por detrás dessa palavra “Obra”.

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“Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.” Joa 6:27

O artigo desconstrói todos os argumentos tendenciosos da Igreja Maranata no estudo “Valentes da Obra”. É através desse estudo que a liderança suscita nos corações dos membros um desejo de servirem aos caprichos da Instituição (interesses de manutenção patrimonial e propagação denominacional), sobre o falso pretexto de que estariam eles realizando a própria obra de Deus. Uma empulhação de números e tipologias é transmitida para impressionar os incautos,  a fim de eles justamente se gastarem, em tempo e na vida, nos propósitos da denominação Maranata. Portanto, traremos dois estudos para desmistificar os ensinos contidos na apostila e disseminado nas aulas dominicais e seminários da Maranata. Leiam e reflitam.

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“Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.Jer 7.18

Este trabalho foi elaborado com o fim de demonstrar as incríveis similaridades entre as doutrinas e ações dessas duas Instituições. O leitor que crê inocentemente que congrega numa Instituição Religiosa dita apontada por Deus como “a preferida” ou, como queiram, a “Obra Revelada”, ficará surpreso com tamanha proximidade ideológica da Maranata com a Igreja Católica Apostólica Romana.  Igreja Católica que é taxada pelos ensinos da Maranata como a “Grande Prostituta”.

As explanações do referido texto é mais uma prova cabal que a Maranata não passa, verdadeiramente, de mais uma mera Instituição Religiosa entre tantas que arroga para si a posição de “exclusiva”, que, por isso, vai de encontro à simplicidade e valores do Evangelho do Reino de Deus. Pela verdade que Cristo nos concedeu, meditemos sobriamente, e saibamos ser sinceros com nós mesmos e com o Senhor.

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