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“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo areta justiça.” Joa 5.27

O que ocorreria se a mulher samaritana fosse congregar na Igreja Maranata? Será que o passado pecaminoso dessa mulher, que foi acolhida com amor por Jesus, poderia comprometer a “imagem da Obra Maravilhosa”, a tal ponto dela sofrer discriminações, rejeições, até execrações tudo em favor do sistema “Obra”? Leiam e entenderão como o que contém nesse texto é bastante pertinente aos fatos e episódios que ocorrem comumente no seio desta Denominação, conseqüência de um sistema idólatra, mesquinho e ambicioso.

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“Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.” Efésios 4.14

A razão, atributo dado pelo Senhor a todos aqueles que foram feitos a Sua imagem e semelhança. Contudo, a Maranata em vez de promover a racionalidade, o amadurecimento, a sabedoria de Cristo, está adestrando seus adeptos à irracionalidade. Como todo sistema ditatorial, a liderança da citada Instituição tem pavor da liberdade de expressão, de democracia, aplicando, assim, intensas políticas de censura, inibindo o desenvolvimento do senso crítico, mergulhando os seus adeptos, em matéria de fé, ao completo estado do infantilismo.

Intimidados na racionalidade em Cristo, movidos por impulsos e arroubos, sem refletir, no cumprimento das ordens da liderança, vão muitos resumindo sua vida espiritual a isso. E à medida do tempo, acabam tornando-se presas fáceis dos caprichos de vaidosos e gananciosos líderes religiosos, que mandarão e desmandarão nas suas vidas a bel-prazer, tal como bonecos de mestres ventríloquos. Logo, condicionados mentalmente ao sistema religioso, com suas regras exteriores e mandamentos institucionais, já não compreendem a salvação em Cristo pela vivência do Evangelho em si, senão pela submissão irrestrita ao sistema religioso. Como crianças inseguras, cheios de carências, agora, os adeptos, condicionados, ficam subjugados ao sistema religioso, necessitando de ordenanças para se sentirem seguros e bem consigo mesmos, na sensação de que, só assim, no Caminho estivessem. Um artigo de obrigatória leitura aos irmãos que estão sendo ludibriados por um sistema religioso que visa à alienação de seus adeptos, a que sejam irracionais, de maneira a ficarem totalmente a mercê dos caprichos do PES. Leiam e compreendam o que vem sendo lhes ensinado.

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“As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.” Col 2:23

Usos e costumes são heresias? Usos e costumes não são apenas hábitos de determinado grupo? Usos e costumes se tornam heresias a partir do momento em que são espiritualizados: justificados como meio de purificação, como doutrina divina, de modo a ser objeto de acepção de pessoas. Ainda hoje poucas Denominações apregoam essa “circuncisão” contemporânea, sem a qual homens e mulheres não poderão ser estimados como servos de Deus. Os desobedientes da cartilha dos usos e costumes serão nivelados por baixo, de modo que serão boicotados de certas atividades e até aliciados emocionalmente a não fazerem jus a salvação em Cristo Jesus.

A Maranata está a fazer isso tudo. Não obstante em seminários ridicularizar as Denominações que apregoam usos e costumes, em sua hipocrisia, a Maranata alega que não constrange o homem a ter rosto imberbe, a mulher o uso obrigatório de saia ou vestido, a não frequentarem teatros e cinemas mesmo que sadios, a coibir a prática de esportes, a censurar a apreciação de guloseimas festivas; mas que  são  apenas “revelações do Espirito Santo aos servosd a Obra”. Ardilosamente, escusa-se de sua responsabilidade, e, malignamente, atribue ao próprio Senhor Deus a autoria dessas doutrinas duvidosas – “O Senhor revelou – fazer o quê!?”. Enquanto algumas Denominações pregam usos e costumes, a Maranata diz que é o próprio Deus é quem revela os usos e costumes. O artigo disponível se comprometerá a desmistificar o legalismo dos usos e costumes praticados na Maranata e em outras seitas, através da Palavra de Deus, e que uma vida de pureza, santificação e compromisso cristão não depende de nenhuma espécie de “circuncisão”, mas sim de atitudes e consciência de um verdadeiro filho de Deus.

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 “Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.” 1 Co 7:23

Quando os neófitos chegam à Igreja Maranata, levados pelo fascínio do que é exterior, impulsivamente, criam muita expectativa com o sistema “Obra”. Muitos, em sua inocência e ignorância bíblica, convencidos pela atmosfera engenhosamente piedosa do local, acreditam ter ali encontrado a perfeição em forma de igreja ou de doutrina. Fácil e perigoso é tirar uma conclusão precipitada de algo onde tudo se processa de forma oculta e evasiva, e, acima de tudo, onde só sabe proclamar o quanto são espirituais, melhores, perfeitos, justos e corretos – “tudo é revelado”- em comparação com as demais igrejas do mundo. Fisgados por esse contexto, muitos homens acabam mudando drasticamente o destino de suas vidas, para algo que jamais eles vislumbraram. Quando no início tudo era idealizado, hoje, após anos de “Obra como forma de vida”, suas vidas sofrem as conseqüências ou os desdobramentos de uma vida totalmente devotada a tal “projeto”.

Este texto é baseado na vida de muitos “pastores da Obra”, uma novela reflexiva baseada em experiências que foram e são por demais comuns na vida de todos aqueles que exercem tal cargo/função. Dado o erro ignorado e imperceptível, homens esses que, até de bom coração, acreditando que vivem uma verdade inexorável, foram corrompidos a viverem uma mentira, apartando-se do Evangelho do Reino.  Que o leitor possa se identificar como as particularidades de cada um desses homens, são, em plena verdade, um mal  bastante comum, e compreendam que o mal não está essencialmente em si mesmos, senão num sistema equivocadamente religioso.

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 As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” Deu 29:29

Uma prática que chama a atenção de um cristão cauteloso quando chega à Maranata é ênfase que seus pregadores dão à palavra “revelação”. Há uma exagerada ênfase a tal palavra, a ponto de constatar que tudo que não seja “revelado” é considerado o mais puro joio. Mas o que seria, na prática, essa tal da “revelação” tanto enfatizada na Maranata? É sabido que a Maranata possui uma queda pela Teologia Alegórica das Sagradas Escrituras. E, em decorrência disso, ensina-se que existe uma forma especial de ler e pregar o conteúdo da Bíblia, essa prática seria alcançada somente por “revelação”, e essa forma teria um nome “A Palavra Revelada”.

  Um texto que fará o leitor a ver a Maranata de uma perspectiva mais transparente, de modo que entender o porquê de ela focar tanto suas pregações e aulas no Velho Testamento; e, por conseqüência, ignorar, quase que por completo os ensinos e fundamentos das cartas apostólicas. Será que, apesar de tal prática ter ares de espiritual, seria, na realidade, uma prática fundamental e honestamente bíblica? Será que realmente o Senhor Deus deseja que suas Sagradas Escrituras sejam objeto dessas práticas, de buscar significados além da letra?

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“Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o Senhor.” Jer 23:31-32

Qualquer indivíduo de sã consciência já questionou, para si mesmo sobre a procedência dos dons espirituais na Igreja Maranata. É intrigante para qualquer diligente cristão a abundância das ditas “visões”, “revelações” e “profecias” que ocorrem no meio deles, assim como é questionável o conteúdo destes sinais, vez que são apresentados sempre com os mesmos objetivos e circunstâncias, denunciando a índole proselitista e exclusivista da Maranata. Os sinais dos cultos sempre gravitam em dois temas: 1. que a pessoa foi ao culto fragilizada espiritualmente, decorrente de sua atual religião ou Denominação, mas que ao ir à Maranata conheceu a “Obra”, “a revelação”, “o clamor”, o “Jesus vivo e verdadeiro” etc.; 2. que veio culto com sentimentos negativos, mas foi abençoado por anjos.

Bem como, vidas são efetivamente controladas pela liderança através de tais manifestações. Pastores recorrem do nome de Deus para responsabilizá-Lo das decisões que dão cabo sobre a vida das ovelhas, retirando de si qualquer dever de retratação ou responsabilidades de falhas. Ao utilizarem o nome de Deus como instrumento de chantagem, as pessoas são efetivamente fragilizadas a obedecerem. Esse texto trata-se de um estudo que visa desmistificar essa heresia em utilizar falsos dons espirituais como subterfúgios e instrumentos de controle e chantagem. Expomos através da Palavra como isso não passa de uma fraude, e para que assim o leitor reflita e se acautele quando presenciar manifestações dessa natureza.

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 “Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;” Mar 20:27-29

Considerações e reflexões sobre a falta de um instrumento legal necessário e devido para toda instituição religiosa que a Maranata não cumpre. Por que não adotar um regimento interno para transparecer as decisões e os objetivos da Instituição? Será que dessa omissão, estariam pessoas se beneficiando, principalmente aqueles que exercem a primazia de modo que não estão sujeitos a nenhum regimento, mas tão-só a si mesmos, liderando a bel-prazer?

Será que dessa omissão, há liberdade para os primazes determinarem o que é certo e errado de acordo com suas opiniões e conveniências, de tal forma que podem punir a torto e a direito, cerceando o direito defesa dos membros? Um artigo de obrigatória leitura para aqueles que desejam entender certos pontos obscuros da Igreja Maranata. Para reflexão!

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“Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.” Joa 6:27

O artigo desconstrói todos os argumentos tendenciosos da Igreja Maranata no estudo “Valentes da Obra”. É através desse estudo que a liderança suscita nos corações dos membros um desejo de servirem aos caprichos da Instituição (interesses de manutenção patrimonial e propagação denominacional), sobre o falso pretexto de que estariam eles realizando a própria obra de Deus. Uma empulhação de números e tipologias é transmitida para impressionar os incautos,  a fim de eles justamente se gastarem, em tempo e na vida, nos propósitos da denominação Maranata. Portanto, traremos dois estudos para desmistificar os ensinos contidos na apostila e disseminado nas aulas dominicais e seminários da Maranata. Leiam e reflitam.

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“Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto.” Mar 4.22

O texto em tela visa ao leitor a entender a real postura de ser um cristão maduro, sóbrio, astuto e prudente, a não se deixar levar por ventos de doutrinas e ensinos de homens com mentes cauterizadas por heresias, combatidas através do exercício do poder do Espírito Santo pelo dom do discernimento de espíritos. Uma boa leitura para fazer entender que ser cristão, filho de Cristo, não é ser um sujeito impressionável e inocente que acolhe todo tipo de palavras que dizem ser sugeridas ao Reino de Deus. Leiam e compreenderão.

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“Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” 2 Co 3.17

Um presente artigo trata-se de uma crônica a respeito de um testemunho de ex-membro de certo hospital que dele fugiu, por amor ao Médico dos médicos, por sua vida e liberdade compradas por Ele por um alto preço. Esse homem há muito tempo sofreu com as “receitas” prescritas, de tal modo que, ao ingressar doente no hospital, achou que havia se curado, mas, à medida do tempo, percebeu que tudo não passava, na verdade, de “anestésicos” que somente “maquiavam” o problema. Aprisionado na severa mesmice dessas  receitas amargas, adoece mais ainda, adquire traumas emocionais, desgaste mental e  esgotamento físico e algumas paranóias.

Mas quando teve uma consulta real com o Médicos dos médicos, Ele lhe receitou o Seu Manual para pô-lo em prática, contudo, sem se deixar, agora, contaminar com as “receitas” do hospital. Foi difícil, lutou, teve medo, sofreu retaliações, mas, saiu definitivamente do hospital para uma vida alegre, liberta, pura, natural, espontânea na presença, agora, contínua e real em sua vida do Médico dos médicos. E você? Em que situação se encontra? Está sofrendo? Está almejando liberdade e felicidade com o Médico? Sente falta de um lugar onde haja espontaneidade, naturalidade e alegria e amor? Leiam o artigo.

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Porque penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos.” 1 Co 4:4

Alguns líderes e membros da Igreja Maranata orgulham-se de si mesmo porque se Apóstolo Paulo fosse nosso contemporâneo, certamente ele faria parte da Instituição Maranata. Dizem isso porque  apregoam que ela seria a Instituição que mais se assemelha com a Igreja Primitiva dos tempos de Paulo, segundo as suas exclusivistas e pretensiosas conclusões. Daí, uma vez lá dentro, é comum escutarmos que a seita Maranata é o tipo da “Obra de Paulo”.

Assim sendo, conta-se que o Apóstolo Paulo ofereceu-se à Maranata, para trabalhar como obreiro, um voluntário para realizar a “Obra no exterior”. Depois de algumas semanas, um dos secretários da “Comissão Executiva” escreveu-lhe esta carta, justificando o motivo pelo qual não poderia aceitá-lo. Apenas uma ficção, obviamente. Todos os fatos, acontecimentos, características relativas ao apóstolo foram retirados das Escrituras (Livro de Atos e Cartas paulinas) sem acrescentar ou inventar algo!

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O NOME MARANATA

Publicado: 05/04/2011 em OUTROS
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“Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.” 2 Pe 1.20

Considerações sobre o a palavra “maranata” e sua relação com a Instituição e a doutrina da Igreja Maranata. O breve texto trata-se de uma crítica em relação às infelicidades da Maranata com o referido termo. Esclarecimentos, curiosidades que os próprios membros desconhecem. Recomendamos o leitor para sua elucidação. Para a manifestação da Verdade, com sinceridade, pureza, honestidade, enfim, sem nenhuma mácula exclusivista e sectarista.

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“Aguçaram as línguas como a serpente; o veneno das víboras está debaixo de seus lábios. (Selá)” Sal 140:3

O comportamento nada cristão dos fundamentalistas da Igreja Maranata em rotular as pessoas com trocadilhos sarcásticos, irônicos e debochados é extremamente comum. Atualmente a moda é rotular certas pessoas de serpentes da internet. Serpentes só porque negam a autoridade espiritual da liderança da “Obra” e, uma vez fora do sistema ditatorial, passam a divulgar as contradições da “doutrina revelada”, a fim de libertar irmãos do obscurantismo e escravismo religioso, para que, assim, possam conhecer a realidade do Evangelho do Reino.

Mas, a propósito, quem estaria fazendo o serviço de serpente, serviço esse que encanta o povo de Deus a inclinarem para a mentira, para a distorção da fé, para um evangelho errático, cheio de aberrações e deformações doutrinárias? Seriam os irmãos que procuram sempre, honestamente, se fundamentarem e se justificarem nas Sagradas Escrituras ou aqueles que, desesperadamente, atiram acusações generalizadas e falácias baseadas em revelagens e profetadas a fim de pôr medo nas pessoas e desacreditar os opositores? Intrigante. Leiam para vosso esclarecimento.

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“Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples.” Rm 16.18

A ICM, como uma tipicação exemplar de uma denominação sectária-exclusivista, isto é, uma seita, é mestra na liguagem de programação mental (do não-pensamento). Os mestres da ICM, movidos por suas avarezas denominacionais, passam a fabricar rótulos e conceitos distorcidos sobre todo tipo de assunto que se torna popular no meio, dito, “evangélico”, mas com o intento, não de despertar o membro para a verdade, honesta e justa, senão para uma “verdade” que ela impregna paulatinamente na mente dos membros a entender, preconceituosamente, de modo imprudente e irresponsável, a respeito de conceitos, na verdade, idôneos; pelos quais, ao utilizar de inverdades, a ICM se posa, arrogantemente, como a denominação que “descobriu a pólvora”, a única que encontrou a suposta verdade escondida que Deus revelou para os últimos dias à ICM.

Um texto curto, porém muito esclarecedor sobre as peripécias calculistas que a ICM utiliza como um ardil maligno distorcendo a verdade, que muito bem os “grandes mestres” dela sabe, para fascinar os ingênuos membros. Leiam para vossa edificação em Cristo, de forma transparente, idônea, honesta, leal e fiel, sem interesses escusos e gananciosos.

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“Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons” Mat 7. 17-18

Qual a diferença de ser um cristão na acepção mais bíblica da palavra para um crente maranata? Há quem pense que não há distinção, outros dizem que são bastante opostos. Nesse presente texto vocês saberão distinguir essas duas categorias. Na ignorância ou na falta de conhecimento, muito em função do isolamento social e científico do ponto de vista cristão, que os adeptos da ICM se submetem, estão muitos edificando em seus corações ensinos contaminados de fermento religioso, tomando o único ponto de vista que lhes é apresentado como verdade absoluta, e, tonando-se cegos e ignorantes, acabam guiando outros cegos, cujo fim é de que ambos cairão na mesma vala. Vala essa das inúmeras desgraças emocionais, fraternais, sentimentais e espirituais que todos nós já bem conhecemos que o sistema “Obra” proporciona a estes sectários. 

O leitor desse texto, certamente, se deliciará com os ensinamentos de Jesus Cristo, e verá que eles são simples e abundantes em amor e ar puro. Compreenderá, finalmente, o dever de se libertar do escravismo, do metodismo e do farisaísmo contemporâneo do sistema da Seita Maranata, que produz pessoas mesquinhas, arrogantes, rabugentas, metidas, preconceituosas e, uma vez cegas, até impiedosas e malvadas em defesa do sistema. Mostraremos a divergência entre um cristão para um crente da ICM. Ao passo que, de antemão, remeteremos exatamente a exposição dos comportamentos apregoados pelos pastores da idólatra “mentalidade de Obra” cuja distorção em relação às Escrituras é notória e gritante. Os textos não são simples afirmações, mas cada afirmação é construída e calcada nas Escrituras Santas, recorrendo a versículos bíblicos, que contextualizados, remetem ao mesmo problema da seita em questão. Leiam, amados!

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“Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.” 1 Tm 5.8

É mais que notório o fato de que o relacionamento da maioria dos casados da seita Maranata, uma vez submetidos ao severo sistema escravagista, está efetivamente indo de mal a pior. A situação não se dá ao fato por não haver mais amor entre os cônjuges – salvo quando pastores dominadores,  frios e insensíveis tratam um casal de namorados como objetos da ICM e mandam, literalmente, que se casem logo sem saber se estão se amando para tanto – mas sim, devido ao escravismo avarento imposto sobre o casal, para que se dediquem integralmente, nos momento de folga profissional, às obras e compromissos intermináveis da Instituição Religiosa. Pastores, diáconos, obreiros, secretárias e professoras estão há tempos sofrendo com os serviços religiosos inacabáveis  da ICM. A quantidade de obrigações e encargos é tamanha que, na ansiedade de cumprí-los (para não sofrerem punições), se consomem mentalmente, por consequência, sendo relapsos com o companheiro e filhos – abandonando, à medida do tempo, a vida saudável, amável, amiga e  atenciosa de um casamento.  

Sem  enxergar uma saída,  ora o homem, ora a mulher, adentram em  profunda depressão, desânimo e crises de ansiedade, refletindo, agora, nas àreas profissional e social. Porém, quando um do casal passa a enxergar o erro, peleja contra tal escravismo religioso que o outro se submete, obtém sempre desaforos, reprovações, como se, na verdade, eles que fossem os culpados da situação, por “não entender a Obra”, a qual deve estar em primeiro lugar. Enfim, leiam esse esclarecedor artigo para que vocês, casais da ICM – casados, noivos ou jovens namorados – que estão tendo a relação arruinada pelo sistema o opressor da ICM entendam que viver seguindo os preceitos do Senhor Jesus é totalmente distinto dessa severidade  religiosa, forjada por mentes obstinadas, fanatizadas e paranóicas.

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“Ninguém atue como árbitro contra vós, afetando humildade ou culto aos anjos, firmando-se em coisas que tenha visto, inchado vãmente pelo seu entendimento carnal,” Col 2.28

 A nova onda da ICM, agora, nessa sina de querer ser diferente das outras denominações, foi decretar a que seus membros não profiram mais “Obrigado”, “Paizinho”, “Papai do Ceú” em orações, porque, segundo eles, o devido é tratar o Senhor Deus como um ser polido, como fosse uma autoridade política e judicial; assim sendo, é chulo, carnal, desrespeitoso e irreverente se dirigir a Deus com esses termos que expressam intimidade e apreço. Nesse artigo refutamos esse farisaísmo da Maranata, explicando biblicamente aos irmãos que robotização e engessamento em orações não passa de mais um show de santarrice do Presbitério, e por que não, de escravismo sobre os irmãos.

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“Coisa espantosa e horrenda anda se fazendo na terra. Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?Jer 5.30-31

O que leva uma Instituição religiosa se concentrar incisiva e obstinadamente contra um mero site de relacionamento social, o Orkut? O que leva uma liderança, movida por um ódio incontido, baixar circulares difamando, desconstruindo as imagens dos usuários do Orkut?  O que leva membros da Maranata a trocar e-mails entre si, afirmando que o site Orkut e até o próprio Google são personificações do diabo na internet? Não é intrigante o fato de que mesmo havendo o My Space, o Facebook, o Twitter, o Largevia (do inglês: “via ampla”, de autoria de um pastor da Maranata de Boston), enfim, todos esses sites de relacionamentos sociais, o Orkut é o único a ser expressamente proibido ou, no mínimo, reprovado pelos líderes e membros apaixonados pela “Obra”? Não seria incoerente? Seria devido ao fato de que no Orkut é onde reside a comunidade “Já Fui Um Maranata”, composta os mais diversos tipos de ex-membros que um dia libertaram de tal sistema religioso, no qual eles relatam seus testemunhos, experiências, decepções e todo erro desse grupo religioso?   

 Portanto, o presente artigo consiste em divulgar o motivo pelo qual fez a Maranata concentrar suas energias contra o Orkut, bem como, relatará, em miúdos, todos os ocorridos que levaram a fundação da comunidade “Já Fui Um Maranata”, desde o famigerado episódio ocorrido no maanaim de Brasília, quando três pastores pregaram aos jovens contra a idolatria à Instituição, a até os trâmites que se deram na pela liderança quando a referida comunidade começou a se propagar em números e boa fama a favor do Evangelho, divulgando toda a verdade da Maranata. Um artigo de suma importância ao leitor que desconhece esses fatos, acobertados dos membros, e que agora poderão perceber mais ainda em que local eles se encontram. Que o Senhor lhes esclareça!

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“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.” Mat 10.16

Como distinguir um líder religioso se ele é pastor ou lobo? Quais as características de um apascentador, daquele que está sempre , e tão-somente, interessado no bom trato das ovelhas, voltado para os propósitos de Jesus? Qual as características daqueles que tratam o rebanho apenas como algo coisificado, para trabalhar muito mais para os interesses de um sistema denominacional, e para buscar reconhecimento e glórias dos homens?

O artigo em questão se propõe justamente a essa elucidação. Muitos na ICM se dizem pastores, se posam como sábios e admirados líderes, mas seriam eles dotados de características apascentadoras ou opressoras? Talvez você se identificará com esse texto, no qual arrolamos 46 afirmações que distiguimos lobos e pastores. Leiam, irmãos! Cremos que esse texto ajudarão por demais irmãos no amadurecimento de vossa fé cristã.

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“Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça.” Joa 7.18

 Todos que já fizeram parte da Seita Maranata conhece o famigerado estudo da Visão das Viderias, o qual nada mais é do que um estudo apologético da ICM. O estudo elenca 07 pragas que estão hoje a contaminar várias denominações, de forma que acabam preterindo as coisas do Reino de Deus, para beneficiar seus partidos religiosos. Concordamos com as pragas ventiladas. Contudo, a ICM, prepotente e arrogante como é, diz que todas as demais denominações da face da Terra (frisa-se: de toda a Terra) estão contaminadas com pelo menos uma dessas pragas; mas, a “Santa”, a “ICM-Obra” se diz que é a única que não há sequer uma pitada de mácula. A ICM é posta nesse estudo como a “Rainha dos Céus”, a cheia de graça e bendita seja ela entre as denominações.

Assim sendo, mostramos que esse estudo não passa de uma grande mentira fabricada para ludibriar desavidados membros, ocultando-lhes verdades que muitos conhecem por debaixo dos panos, e que, os mestres da “Obra”, mesmo coniventes e estimuladores de pragas na ICM, hipocritamente, ensinam o contrário usando outras denominações (sem citar o nome, mas dando todas as caracteristicas delas) como objetos de desdém, e sobrepujando-as perante a “Santa ICM-Obra Maravilhosa”, enfim, como diz o ditado: o sujo falando do mal lavado. Leiam, irmãos, e conhecam a verdade escondida propositalmente de seus olhos.

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