Posts com Tag ‘ditadura’

 “Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.” 1 Co 7:23

Quando os neófitos chegam à Igreja Maranata, levados pelo fascínio do que é exterior, impulsivamente, criam muita expectativa com o sistema “Obra”. Muitos, em sua inocência e ignorância bíblica, convencidos pela atmosfera engenhosamente piedosa do local, acreditam ter ali encontrado a perfeição em forma de igreja ou de doutrina. Fácil e perigoso é tirar uma conclusão precipitada de algo onde tudo se processa de forma oculta e evasiva, e, acima de tudo, onde só sabe proclamar o quanto são espirituais, melhores, perfeitos, justos e corretos – “tudo é revelado”- em comparação com as demais igrejas do mundo. Fisgados por esse contexto, muitos homens acabam mudando drasticamente o destino de suas vidas, para algo que jamais eles vislumbraram. Quando no início tudo era idealizado, hoje, após anos de “Obra como forma de vida”, suas vidas sofrem as conseqüências ou os desdobramentos de uma vida totalmente devotada a tal “projeto”.

Este texto é baseado na vida de muitos “pastores da Obra”, uma novela reflexiva baseada em experiências que foram e são por demais comuns na vida de todos aqueles que exercem tal cargo/função. Dado o erro ignorado e imperceptível, homens esses que, até de bom coração, acreditando que vivem uma verdade inexorável, foram corrompidos a viverem uma mentira, apartando-se do Evangelho do Reino.  Que o leitor possa se identificar como as particularidades de cada um desses homens, são, em plena verdade, um mal  bastante comum, e compreendam que o mal não está essencialmente em si mesmos, senão num sistema equivocadamente religioso.

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 As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” Deu 29:29

Uma prática que chama a atenção de um cristão cauteloso quando chega à Maranata é ênfase que seus pregadores dão à palavra “revelação”. Há uma exagerada ênfase a tal palavra, a ponto de constatar que tudo que não seja “revelado” é considerado o mais puro joio. Mas o que seria, na prática, essa tal da “revelação” tanto enfatizada na Maranata? É sabido que a Maranata possui uma queda pela Teologia Alegórica das Sagradas Escrituras. E, em decorrência disso, ensina-se que existe uma forma especial de ler e pregar o conteúdo da Bíblia, essa prática seria alcançada somente por “revelação”, e essa forma teria um nome “A Palavra Revelada”.

  Um texto que fará o leitor a ver a Maranata de uma perspectiva mais transparente, de modo que entender o porquê de ela focar tanto suas pregações e aulas no Velho Testamento; e, por conseqüência, ignorar, quase que por completo os ensinos e fundamentos das cartas apostólicas. Será que, apesar de tal prática ter ares de espiritual, seria, na realidade, uma prática fundamental e honestamente bíblica? Será que realmente o Senhor Deus deseja que suas Sagradas Escrituras sejam objeto dessas práticas, de buscar significados além da letra?

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“Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar” Rom 14.4

Esse trabalho consiste em desmascarar as peripécias da Maranata em chantagear sua seu corpo de membros mediante técnicas de lavagem cerebral. Através da famigerada aula “Síndrome da Queda Espiritual” ministrada, comumente, no seminário de 5º Período ou em uma reunião de cunho extraordinário, “presenteiam” seus membros com fobias, sentimento de culpa. Um artigo de muita valia para o esclarecimento do adepto, a fim de que ele possa, entender os propósitos da liderança em ministrar tal aula.

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 “Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;” Mar 20:27-29

Considerações e reflexões sobre a falta de um instrumento legal necessário e devido para toda instituição religiosa que a Maranata não cumpre. Por que não adotar um regimento interno para transparecer as decisões e os objetivos da Instituição? Será que dessa omissão, estariam pessoas se beneficiando, principalmente aqueles que exercem a primazia de modo que não estão sujeitos a nenhum regimento, mas tão-só a si mesmos, liderando a bel-prazer?

Será que dessa omissão, há liberdade para os primazes determinarem o que é certo e errado de acordo com suas opiniões e conveniências, de tal forma que podem punir a torto e a direito, cerceando o direito defesa dos membros? Um artigo de obrigatória leitura para aqueles que desejam entender certos pontos obscuros da Igreja Maranata. Para reflexão!

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Em meados de 2007, desesperada e temendo a subversão dos membros contra o governo totalitário-eclesiástico do Presbitério, a Maranata elaborou um “imprimatur” para a época atual. Assim como fez a Igreja Católica nos idos da inquisição, cujo intento era de proibir os adeptos o contato com qualquer espécie de literatura ou conhecimento que os levassem a pensar criticamente contra o sistema ditatorial católico, os líderes da Maranata, por sua vez, fizeram exatamente o mesmo.

O frenesi de circulares atrás de circulares começaram a descer do Sinédrio Capixaba rumo às igrejas locais, contendo mensagens mentirosas contra a rede social Orkut, bem como difamações e calúnias generalizadoras contra os usuários do site. Um objetivo era tão-só de desencorajar e aterrorizar os ingênuos membros a não acessarem ou apagarem seus perfis do site, impedindo que eles tivessem, eventualmente, ciência das aberrações doutrinárias e administrativas expostas e discutidas na comunidade “Já Fui Um Maranata”. Para surtir efeito o estratagema, como de praxe, responsabilizou o Senhor Jesus como autor dessa decisão. Que os leitores compreendam o rolo compressor de 2007.

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“Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” 2 Co 3.17

Um presente artigo trata-se de uma crônica a respeito de um testemunho de ex-membro de certo hospital que dele fugiu, por amor ao Médico dos médicos, por sua vida e liberdade compradas por Ele por um alto preço. Esse homem há muito tempo sofreu com as “receitas” prescritas, de tal modo que, ao ingressar doente no hospital, achou que havia se curado, mas, à medida do tempo, percebeu que tudo não passava, na verdade, de “anestésicos” que somente “maquiavam” o problema. Aprisionado na severa mesmice dessas  receitas amargas, adoece mais ainda, adquire traumas emocionais, desgaste mental e  esgotamento físico e algumas paranóias.

Mas quando teve uma consulta real com o Médicos dos médicos, Ele lhe receitou o Seu Manual para pô-lo em prática, contudo, sem se deixar, agora, contaminar com as “receitas” do hospital. Foi difícil, lutou, teve medo, sofreu retaliações, mas, saiu definitivamente do hospital para uma vida alegre, liberta, pura, natural, espontânea na presença, agora, contínua e real em sua vida do Médico dos médicos. E você? Em que situação se encontra? Está sofrendo? Está almejando liberdade e felicidade com o Médico? Sente falta de um lugar onde haja espontaneidade, naturalidade e alegria e amor? Leiam o artigo.

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“Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus.” 3 Jo 9

Fala-se muito em “Síndrome da Queda” como um mal que atinge algumas ovelhas da Maranata, não por elas não estarem vivendo o Evangelho de Cristo, mas essencialmente por estarem constrangidas e desconfortáveis com o legalismo e autoritarismo dos “Diótrefes” que dominam suas vidas como verdadeiros donos de sua liberdade.

Uma possessão que beira a desumanidade e indignidade, angustiando-as, oprimindo-as, sufocando-as, de uma maneira tal que esses “Diótrefes” podem manejá-las para lá e para cá de acordo com os interesses que satisfazem a sua Instituição religiosa. Controlando desde atividades estudantis, profissionais a até sentimentais e familiares, sobretudo dos jovens que não gozam da presença dos pais na igreja, que acabam sendo arregimentados por esses homens embriagados pela primazia. Uma dominação anticristã que não converge às ovelhas ao bem da retidão em Cristo, mas aos interesses do sistema sectário. Para esclarecimento da cristandade nos corações dos leitores.

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