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“PORTANTO, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo.” Rm 2:1

 Desde que a índole sectarista da Maranata começou a ser conhecida na comunidade cristã, na década de 90, alguns estudiosos começaram a atribuí-la o caráter de seita religiosa. Obviamente, a liderança desgostosa e constrangida com a má fama que paulatinamente a Maranata vinha ganhando, elaborou em 1996 um pequeno livro – “PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A IGREJA MARANATA” – contendo um questionário sobre as práticas de tal Igreja, a fim de esclarecer que a Maranata não era uma seita porque não cultivava elementos ou praticava liturgias pertinentes a tais comunidades. Esse estudo também é ainda, vez por outra, ministrado nos seminários a fim de convencer e confortar os adeptos de que a Maranata não é uma seita religiosa.

 Então, de posse do conteúdo desse estudo, comentamos e expomos algumas afirmações defendidas pela liderança que soaram muito contraditórias e incoerentes em relação àquilo que de fato a Maranata vive e ensina aos seus adeptos. Um artigo de muita relevância para o leitor entender a natureza da Maranata. O que de fato seria Maranata, uma seita ou mais uma igreja?

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“Ninguém atue como árbitro contra vós, afetando humildade ou culto aos anjos, firmando-se em coisas que tenha visto, inchado vãmente pelo seu entendimento carnal,” Col 2.28

 A nova onda da ICM, agora, nessa sina de querer ser diferente das outras denominações, foi decretar a que seus membros não profiram mais “Obrigado”, “Paizinho”, “Papai do Ceú” em orações, porque, segundo eles, o devido é tratar o Senhor Deus como um ser polido, como fosse uma autoridade política e judicial; assim sendo, é chulo, carnal, desrespeitoso e irreverente se dirigir a Deus com esses termos que expressam intimidade e apreço. Nesse artigo refutamos esse farisaísmo da Maranata, explicando biblicamente aos irmãos que robotização e engessamento em orações não passa de mais um show de santarrice do Presbitério, e por que não, de escravismo sobre os irmãos.

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