“Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto.” Mar 4.22

O texto em tela visa ao leitor a entender a real postura de ser um cristão maduro, sóbrio, astuto e prudente, a não se deixar levar por ventos de doutrinas e ensinos de homens com mentes cauterizadas por heresias, combatidas através do exercício do poder do Espírito Santo pelo dom do discernimento de espíritos. Uma boa leitura para fazer entender que ser cristão, filho de Cristo, não é ser um sujeito impressionável e inocente que acolhe todo tipo de palavras que dizem ser sugeridas ao Reino de Deus. Leiam e compreenderão.

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“Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” 2 Co 3.17

Um presente artigo trata-se de uma crônica a respeito de um testemunho de ex-membro de certo hospital que dele fugiu, por amor ao Médico dos médicos, por sua vida e liberdade compradas por Ele por um alto preço. Esse homem há muito tempo sofreu com as “receitas” prescritas, de tal modo que, ao ingressar doente no hospital, achou que havia se curado, mas, à medida do tempo, percebeu que tudo não passava, na verdade, de “anestésicos” que somente “maquiavam” o problema. Aprisionado na severa mesmice dessas  receitas amargas, adoece mais ainda, adquire traumas emocionais, desgaste mental e  esgotamento físico e algumas paranóias.

Mas quando teve uma consulta real com o Médicos dos médicos, Ele lhe receitou o Seu Manual para pô-lo em prática, contudo, sem se deixar, agora, contaminar com as “receitas” do hospital. Foi difícil, lutou, teve medo, sofreu retaliações, mas, saiu definitivamente do hospital para uma vida alegre, liberta, pura, natural, espontânea na presença, agora, contínua e real em sua vida do Médico dos médicos. E você? Em que situação se encontra? Está sofrendo? Está almejando liberdade e felicidade com o Médico? Sente falta de um lugar onde haja espontaneidade, naturalidade e alegria e amor? Leiam o artigo.

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Porque penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos.” 1 Co 4:4

Alguns líderes e membros da Igreja Maranata orgulham-se de si mesmo porque se Apóstolo Paulo fosse nosso contemporâneo, certamente ele faria parte da Instituição Maranata. Dizem isso porque  apregoam que ela seria a Instituição que mais se assemelha com a Igreja Primitiva dos tempos de Paulo, segundo as suas exclusivistas e pretensiosas conclusões. Daí, uma vez lá dentro, é comum escutarmos que a seita Maranata é o tipo da “Obra de Paulo”.

Assim sendo, conta-se que o Apóstolo Paulo ofereceu-se à Maranata, para trabalhar como obreiro, um voluntário para realizar a “Obra no exterior”. Depois de algumas semanas, um dos secretários da “Comissão Executiva” escreveu-lhe esta carta, justificando o motivo pelo qual não poderia aceitá-lo. Apenas uma ficção, obviamente. Todos os fatos, acontecimentos, características relativas ao apóstolo foram retirados das Escrituras (Livro de Atos e Cartas paulinas) sem acrescentar ou inventar algo!

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“Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa.” Mat 5.11

Muitos dos que “saíram da Obra”, negando as heresias doutrinárias e o governo totalitário da Igreja Maranata, estão hoje, nos quatro cantos do Brasil, quiçá do mundo, pregando em favor da divulgação do verdadeiro Evangelho de Cristo aos ainda subjugados e oprimidos membros da referida Denominação. Afinal, eles sofreram com o escravismo e as heresias, acordaram do sono, reconheceram os erros, pelo Espírito, agora, divulgam a Verdade aos “servos da Obra”.

Por causa dessa intrepidez evangélica, seguindo a comissão de Cristo, estão tais irmãos, há certo tempo, sofrendo pesadas perseguições por belicosos “xiitas” do ídolo “Obra”, seja por calúnias, difamações, injúrias em seminários e reuniões, seja até mesmo por atos piores. Leiam e entenderão que a motivação dos adeptos da “Obra” não passa, na verdade, daquela mesma obstinação do Sinédrio dos judeus contra a subversão causada por Jesus no sistema religioso da época.

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“Já quebrantou o Senhor o bastão dos ímpios e o cetro dos dominadores.” Isa 14.5

O intento de toda ditadura é atacar todas as formas de liberdade de expressão (censura) a fim de preservar os interesses egocêntricos do sistema. Não obstante vivermos sob o Estado Democrático de Direito, pelo qual todos podem exercer a livre opinião, algumas facções (grupos fechados de ideologia exclusivista e causa narcísica),  desejam que a ditadura ainda possa ser implantada em seus feudos particulares. Todo déspota tem pavor da liberdade de expressão porque, verdadeiramente, não tem argumentos sólidos e honestos para fazer valer a fundamentação e a idoneidade da sua causa apregoada, antes, firmado  em vulneráveis alicerces doutrinários, irrequieto, procura executar estratagemas para poder blindar os objetivos escusos  de seu teatro bem arquitetado, e, por fim, se tornar incriticável perante a manada de seguidores.

Sendo assim, desesperada porque a Comunidade (do Orkut) “Já Fui Um Maranata” é o cerne dos encontros (virtuais) de ex-membros e mesmo de vários membros insatisfeitos, onde se discute experiências, publicar  as incoerências bíblicas, a forma de governo e as exóticas doutrinas ensinadas, a Maranata, cheio de belicosidade  e revanchismo, resolveu apelar ao Judiciário para tapar as bocas dos servos de Deus. Elaborou a peça processual repleto de ataques generalizados e irresponsáveis, carregado de juízo, demonstrando o desequilíbrio e a falta de amor espiritual, que é praxe, e postulando o devaneio para que a Google apagasse todas as comunidades do Orkut que tinham – pasmem – a menção da palavra “Maranata” no título; ainda que as comunidades fossem de outras igrejas evangélicas ou outros grupos sociais e ainda que a marca “Maranata” seja de direito da Igreja Evangélica Maranata (AMEM). Sim, a Igreja Maranata pretensiosamente agiu como a marca fosse dela, mesmo com o insucesso do processo administrativo de outrora contra a AMEM no INPI.

Dito isto, leiam esse proveitoso artigo a fim de que, além de observarem os frutos de um sistema religioso carente de amor, carente da brandura de Deus, poderão se alimentar de como ser um verdadadeiro servo de Deus em espírito de amor, humildade e piedade para com o próximo, mediante o trecho de um texto felizmente selecionado pelo o autor do artigo.

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“Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.Jer 7.18

Este trabalho foi elaborado com o fim de demonstrar as incríveis similaridades entre as doutrinas e ações dessas duas Instituições. O leitor que crê inocentemente que congrega numa Instituição Religiosa dita apontada por Deus como “a preferida” ou, como queiram, a “Obra Revelada”, ficará surpreso com tamanha proximidade ideológica da Maranata com a Igreja Católica Apostólica Romana.  Igreja Católica que é taxada pelos ensinos da Maranata como a “Grande Prostituta”.

As explanações do referido texto é mais uma prova cabal que a Maranata não passa, verdadeiramente, de mais uma mera Instituição Religiosa entre tantas que arroga para si a posição de “exclusiva”, que, por isso, vai de encontro à simplicidade e valores do Evangelho do Reino de Deus. Pela verdade que Cristo nos concedeu, meditemos sobriamente, e saibamos ser sinceros com nós mesmos e com o Senhor.

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O NOME MARANATA

Publicado: 05/04/2011 em OUTROS
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“Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.” 2 Pe 1.20

Considerações sobre o a palavra “maranata” e sua relação com a Instituição e a doutrina da Igreja Maranata. O breve texto trata-se de uma crítica em relação às infelicidades da Maranata com o referido termo. Esclarecimentos, curiosidades que os próprios membros desconhecem. Recomendamos o leitor para sua elucidação. Para a manifestação da Verdade, com sinceridade, pureza, honestidade, enfim, sem nenhuma mácula exclusivista e sectarista.

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