Os Quatro Atributos da Igreja Cristã

As Quatro marcas da Igreja ou Quatro Características da Igreja são um grupo de quatro adjetivos considerados como características que descrevem as marcas distintivas de uma verdadeira Igreja pautada na Palavra de Deus, sendo elas – UNA, SANTA, UNIVERSAL e APÓSTOLICA.

Para aferirmos o conteúdo ou caráter de uma igreja cristã, seja essa instituída em uma Denominação ou apenas uma comunidade de cristãos, é imprescindível que ela promova e de fato viva em espírito esses quatro atributos. Tradicionalmente, pela observância destes quatro sinais é perceptível quando uma igreja nutre um espírito legítimo, bíblico e verdadeiro junto ao Senhor.

Una

“Há um só corpo e um só Espírito, assim como a esperança para a qual vocês foram chamados é uma só; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos. E a cada um de nós foi concedida a graça, conforme a medida repartida por Cristo.” Efésios 4:4-7

Esta passagem descreve a unidade do Corpo de Cristo. Tais palavras falam dos seguidores de Jesus Cristo, unidos em sua crença em um só Deus, um só Senhor. No discurso final de Jesus com seus discípulos, na noite de sua prisão, Ele orou três vezes pedindo que eles pudessem ser apenas “um” (Joa. 17:20-23). O Senhor ora para que os cristãos possuam unidade, afirmando que esta unidade irá fornecer a evidência mais convincente para o mundo que Ele é o Seu Salvador.

Todos os que pertencem verdadeiramente à Igreja são um só povo e, portanto, uma igreja legitimamente cristã promoverá aos seus membros este caráter de unicidade, de comunhão fraterna e espiritual a que todos sejam um só, denominacionais ou não, entre os que vivem de fato e saudavelmente o Evangelho do Reino.

Esta unidade, porém, não implica necessariamente uniformidade total no que diz respeito a valores exteriores e tradições humanas. Na igreja do Novo Testamento havia uma variedade de ministérios (1 Co. 12:4-6) e de opiniões sobre assuntos de importância secundária, ou seja, que não tinham, em essência, nenhuma pertinência com o Evangelho de Jesus (Rm 14:1-15:13), logo, nenhuma implicação à alma no que diz respeito aos frutos cristãos. Embora haja uniformidade nas convicções da fé (1 Co. 15:11; Jd 3), a fé comum recebe ênfases diversas, segundo as diferentes necessidades percebidas, como foi assim na Igreja dos apóstolos (Rm. 3:20; Tg, 2:24; Fp. 2:5-7; Cl. 2:9).

Uma Igreja cristã legítima respeita a identidade e gosto pessoal de cada cristão. Todos nós fomos discriminadamente criados por Deus. Ninguém é igual a outro. E uma igreja saudável tem ciência e exercita isso e, além respeitar cada ser humano em sua natureza pessoal, considera como irmã outra igreja que leva Deus a sério, pouco importando as suas diferenças no quesito forma, método, rito ou fórmula. É pelo conteúdo (a Palavra de Deus), em seus pontos básicos e imprescindíveis do Evangelho, que as igrejas são uniformes.

Há variedade de formas (metodologia litúrgica) de adoração. Cada igreja tem a sua. O tipo de culto em Corinto (1 Co. 14:26), seguia mais aos padrões de reunião grega, dada à cultura e costume da nação, portanto, não era comum nas igrejas palestinas, onde a adoração se baseava no modelo da sinagoga judaica e tinha um padrão mais formal, centrado na exposição da palavra escrita, conforme a cultura do povo hebreu. Ao destinar sua Epístola aos judeus, Tiago usa até mesmo a palavra “sinagoga” (um local que funcionava como um ponto de encontro dos judeus para as orações e para a leitura das Escrituras, hábito adquirido na Babilônia devido à inexistência de um templo) em referência a reunião dos cristãos (Tg. 2:2).

A Palavra de Deus não estabelece nenhuma forma específica de liturgia ou adoração. Não determina tempo de culto, ritmo musical, maneira de cantar, tampouco prestigia ingredientes do formalismo, muito menos da irreverência. Nem tudo de mais, nem de menos. Também a Escrituras em momento algum decreta o monólogo como única forma necessária de ouvir a Palavra de Deus numa congregação. Paulo ensina aos coríntios que cada um pode falar na congregação, o que não pode haver é desordem (1 Co. 14:26-40). A liturgia depende de tão-somente de um consenso da Igreja, baseado na cultura local, da melhor maneira que aprouver aos cristãos daquela igreja específica. Embora diferentes na forma e metodologias, todas as igrejas devem ser unânimes em pontos fundamentais da conduta cristã: o equilíbrio, a organização, a racionalidade (Rm. 12:1). A maneira de cozinhar, panela e o fogão, é diferente, mas os ingredientes e a comida são as mesmas.

Também, a verdadeira unidade no Espírito Santo independente da variedade denominacional exterior. O chamado para a unidade no Novo Testamento é, portanto, uma ordem para manter a unicidade fundamental da vida que o Espírito concedeu através da regeneração (Ef. 4:3). Os Reformadores salientaram este ponto, distinguindo entre a igreja invisível (todos os eleitos que são verdadeiramente um em Cristo) e a igreja visível (um grupo misto que contém regenerados e, invariavelmente, não-regenerados). A unidade da igreja invisível é um fato consumado, concedido com a salvação.

As Escrituras, contudo, também tornam claro que a divisão acha-se perfeitamente de acordo com a vontade divina quando a essência do Cristianismo estiver em risco. Esta foi a razão da discórdia entre Paulo e os judaizantes (Rm. 16:17; Gl 1.6-12; 1 Tm. 6:4-5), de João e os gnósticos (2 Jo 1:9-10) e Jesus e os fariseus (Mc. 7:1-13). É significativo notar que quando Judas Tadeu pretendeu escrever sobre a salvação que temos em comum, ele achou necessário insistir com os leitores para “batalhar diligentemente pela fé que uma vez foi entregue aos santos” (Jud. 3). Para o Novo Testamento, a unidade está baseada em um compromisso consciente com as verdades reveladas do Cristianismo Apostólico.

O Novo Testamento dirigiu seus ensinos sobre a unidade a grupos específicos, com implicações imediatas para seus relacionamentos visíveis (Ef. 2:15; 4:4; Cl. 3:15). Jesus orou pela unidade, que ajudaria o mundo a crer (Joa. 17:21); embora o paralelo entre esta unidade e a dEle com o Pai (Joa. 17:11-22) confirme o caráter essencialmente espiritual da unidade bíblica, esta certamente inclui identificação visível de vida e propósito, pois o Senhor Jesus em toda a sua missão expressou uma união visível e demonstrável com o Pai. Em outras palavras, é preciso buscar uma unidade visível mais plena do que aquela que está sendo experimentada pelos que são fiéis ao evangelho apostólico.

Santa

A palavra “santa” significa a procura constante da Igreja pelo seu aperfeiçoamento e amadurecimento espiritual, “pois o fruto da luz está em toda a bondade, e justiça e verdade” (Ef. 5:9). Todos os cristãos foram “chamados a serem santos”(Rm. 1:7). Jesus fundou sua Igreja terrestre para continuar a sua obra redentora e santificadora do mundo, sendo a santidade da Igreja derivada da santidade de Cristo. O povo de Deus forma a nação santa (1Pe 2:9). No sentido mais profundo, a igreja é santa, da mesma forma que todo indivíduo cristão é santo, em virtude de estar unido a Cristo, separado para ele e revestido com sua justiça. Na sua posição diante de Deus em Cristo, a igreja é irrepreensível e isenta de qualquer mancha moral.

Porém, por questões naturalmente óbvias, isto não implica que os membros da Igreja serão livres do pecado. “Santa” diz respeito ao ânimo firme na santidade, no cultivo de objetivos e pensamentos justos e puros, que produz resultados sólidos na caminhada de um agrupamento de cristãos. Todos são pecadores por si só, mas cabe aos cristãos (convertidos em nova criatura) alimentarem constantemente esse ânimo de permanecer “santo”. Erros virão, a igreja local cometerá erros, quiçá até escândalos, pois é composta por homens, que são naturalmente limitados e falíveis, mas, a diferença de uma igreja “santa” para uma “pervertida” é que a primeira retroagirá, publicamente se arrependerá, se desculpará de seus erros, mudará seu caminho em busca da santidade; nutre a humildade e simplicidade de sua humanidade de modo a reconhecer erros e limitações.

Afinal, as Escrituras nos dizem que grande parte da vida da igreja do Novo Testamento foi eivada de erros, divisões, falhas morais e instabilidade, como as de Corinto, da Galácia, de Colossos etc. Uma igreja “pervertida”, mantém-se no caminho do erro, por soberba, arrogância e vaidade, de sorte que procurará omitir os erros, negará cinicamente os escândalos e rechaçará a sua essência humana, o que é mentira diante de Deus (1 Joa. 1:10), e invariavelmente continuará no caminho do erro, embora perigosamente muitos, nela inseridos, não enxergarão devido à índole já encarnada da congregação em seus corações – falta de humildade e voluntário estado de desinformação (passividade e autossuficiência).

A união com Cristo envolve também uma santidade de vida que seja visível. Desse modo, a relação da igreja com Cristo, o seu cabeça, será expressa no caráter moral e nas características especiais de sua vida e de seus relacionamentos comunitários. Uma igreja santa é uma igreja com fama de produzir frutos agradáveis ao próximo, gerar pessoas de bem, de valores bonitos, gente boa de Deus, pessoas amáveis, bondosas, coerentes, doces, amigas, pacientes, moderadas, generosas, apegadas com o bem e amantes da justiça – “Seja a amabilidade de vocês conhecida por todos” (Flp. 4:5). Definitivamente constata-se uma igreja como saudável e legítima que produz bons frutos (Mt. 7:17). A igreja alheia a esta santidade, é alheia a Cristo. Quando Cristo dirigiu-se à sua igreja, Ele esperava dela essa mesma diferença moral e foi severo em seu julgamento quando observou que ela lhes faltava (Ap. 2:3).

E essa santificação provém da Palavra de Deus. “Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade” (Joa. 17:17). Uma igreja sólida e coerente nos ensinos das Sagradas Escrituras, que respeita e é submissa aos dizeres da Bíblia, tende a se santificar, de maneira a leva-la seguramente se desprovendo de qualquer sentimento que desemboca no pecado, como a falta de humildade, falta de justiça, falta de bondade, falta de amor, consideração e respeito ao próximo.

Universal

A palavra “católica” (do grego, katholikos) significa “universal”, remetendo à universalidade da Igreja de Cristo e a característica mais importante da Nova Aliança. “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt. 28:18-20). A colocação “todas as nações” implica universalidade, fazendo com que a Igreja de Cristo na Terra seja aberta a todas as pessoas, de ambos os sexos, de todas as nacionalidades, de todas as culturas, de todas as origens etc. Refere-se ao fato da Igreja como Corpo de Cristo não se limita a tempo, lugar, raça ou cultura, como ocorria com os judeus, único povo escolhido, na Antiga Aliança.

E em seu uso primitivo, significava ser a igreja universal, distinguindo-a da local; mais tarde, veio significar a igreja que professava a fé ortodoxa, em contraste com os hereges. Com o passar do tempo, Roma arrogou para si, de modo oportunista e exclusivista, o termo para referir-se a si mesma como instituição eclesiástica, centrada no papado, historicamente desenvolvida e geograficamente difundida. Os reformadores do século dezesseis procuraram restaurar o significado anterior da catolicidade, em termos do reconhecimento da fé ortodoxa; nesse sentido, argumentavam eles, a igreja católica era de fato eles e não Roma.

O principal aspecto da catolicidade de uma igreja verdadeiramente cristã está na sua abertura para todos. A Igreja do Senhor Jesus, distinta do judaísmo, com seu exclusivismo racial, e do gnosticismo, com seu exclusivismo cultural e intelectual, abriu seus braços a todos que quisessem ouvir a mensagem e aceitar Seu salvador, sem levar em conta cor, raça, posição social, capacidade intelectual e antecedentes morais. A Igreja de Jesus emerge no mundo como uma fé para todos (Mt. 28.19; Ap. 7.9), para amar, cuidar e salvar todos. A única exigência para admissão era a fé pessoal em Jesus Cristo como Salvador e Senhor, com o batismo como o rito autorizado de entrada, porque manifestava o Evangelho da Graça (Mt. 28:19; At. 2:38-41).

Afere-se uma igreja cristã de cunho verdadeiro através de sua catolicidade, ou seja, se ela promove o mesmo tratamento às pessoas, independente da classe social, vida pregressa, etnia, origem religiosa ou profissão secular. Uma igreja legítima de Cristo não despreza os irmãos veteranos para dar maior atenção aos novatos. Uma igreja cristã verdadeira não arroga para si um status de exclusivista, tampouco desenvolve o sentimento elitista ou sectário em seus membros, como fosse uma melhor igreja em relação a outras. Não há discriminação social, étnica, intelectual, tampouco, como é praxe em nossos dias, a xenofobia denominacional religiosa.

É neste nível fundamental que esta característica (a de ser católica) deve ser entendida. As igrejas que exigem outros testes devem ser consideradas como suspeitas. Não existe lugar numa verdadeira igreja para a discriminação de qualquer tipo, seja racial, de cor, social, intelectual ou moral, neste último caso desde que haja evidência de verdadeiro arrependimento. A discriminação denominacional também precisa ser examinada com cuidado nos casos em que as doutrinas fundamentais bíblicas sejam claramente reconhecidas, pois muitas vezes se faz necessário não aprovar certas posturas e ensinos equivocados que confrontem com as Escrituras, mas isso não quer dizer que devamos ser pessoas ácidas, intolerantes, radicais e antipáticas, muito pelo contrário, pois são os doentes que precisam ser tratados com mais afeto, atenção e cuidado – se assim quiserem.

Apostólica

Esta característica descreve a origem da Igreja, firmada na crença do sacerdócio universal, e o termo apostólica significa apenas a continuidade nos ensinamentos da Igreja feitos pelos apóstolos. Os apóstolos foram testemunhas do ministério e da ressurreição de Jesus; foram arautos autorizados do Evangelho (Lc. 6:12; At. 1:21; 1 Co. 15:8-10), foram aqueles que condensaram o Evangelho do Senhor nas Escrituras, o Novo Testamento. Neste sentido fundamental, toda a igreja é “edificada sobre o fundamento dos apóstolos” (Ef. 2:20; Mt. 16:18; Ap. 21:14), qual seja, o Senhor Jesus Cristo (1 Co 3:11). A apostolicidade da igreja encontra-se, portanto, no fato de ela conformar-se à fé apostólica “que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd. 3; At. 2:42). Os apóstolos ainda governam e organizam a igreja na medida em que esta permite que sua vida, seu entendimento e sua pregação sejam constantemente reformados pelos ensinos das Sagradas Escrituras. Uma igreja sem estar fundamentalmente apoiada nas Sagradas Escrituras não é uma igreja legítima.

Desde que o apóstolo significa literalmente “enviado”, não é de surpreender que o Novo Testamento refira-se ocasionalmente a outros apóstolos (Rm. 16:7). Todos os que são hoje enviados pelo Senhor como evangelistas, pregadores, missionários, iniciadores de igrejas, enfim, são, em sentido geral, no grego do Novo Testamento, apostoloi, enviados. Isto não subentende de forma alguma que eles tenham uma posição de autoridade especial, competindo com a do grupo original dos doze, cujo governo continua através das Escrituras apostólicas. Reivindicar o cargo apostólico em nossos dias é compreender erradamente o ensino bíblico e oferece na prática um desafio grave com respeito à autoridade e finalidade da revelação divina do Novo Testamento.

Quer dizer, os apóstolos, além de seu ofício original, foram imbuídos por Deus de condensarem o Evangelho de Cristo nas Sagradas Escrituras de maneira a perfazer o Novo Testamento. Desde os tempos dos apóstolos, muitos falsários se levantaram arrogando para si o título de “apóstolo” (2 Co. 11:33), e ensinaram o que não convinha, o que não era nada coerente com o Evangelho de Cristo. Muitos falsos apóstolos alegaram novas revelações, visões para as suas doutrinas que não encontravam pertinência com aquilo que fora ensinado por Jesus e posteriormente registrados pelos apóstolos ou por outros discípulos, mas submetido ao endosso apostólico, como o caso dos escritos Marcos (Pedro) e Lucas (Paulo). Paulo confrontou a igreja da Galácia que estava dando ouvidos e se deixando levar por falsos mestres que diziam ter recebido revelações de anjos ou coisas do tipo para revestir de certa autoridade sua doutrina errática (Gal. 1:6-9). E não só apenas inventavam novas práticas e anunciavam novas verdades, mas também deturpavam o sentido primário das Escrituras para a sua própria perdição, como também daqueles que os seguiam. Tanto Pedro alertou a igreja sobre isso (2 Pe. 3:16), como Paulo também (1 Co. 4:6).

E nos dias de hoje acorre exatamente a mesma situação. Homens que se revestem por si mesmos de autoridade em nome de Jesus para anunciar suas opiniões doutrinárias, inéditas e revolucionárias, uma vez que não se contentam com o Evangelho e querem forjar aquilo conforme os seus próprios caprichos (2 Tm 4:3-4). Autoproclamam-se como apóstolos e outros títulos religiosos que denotam autoridade a fim de revestir de crédito a sua pessoa e suas palavras, e, se assim continuarem, muitos símplices continuarão sendo enganados, caso não façamos alguma coisa para contestá-los (Tit 1:11).

A sucessão apostólica é a sucessão do evangelho apostólico, quando o depósito original de verdade apostólica é passado de uma para outra geração: “homens fiéis … para instruir a outros” (2 Tm. 2.2). A igreja é apostólica à medida que reconhece na prática a autoridade suprema das escrituras apostólicas.

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Referências:

1. Ministério CACP – http://www.cacp.com.br;

2. Outras obras literárias.

comentários
  1. victor hugo silva olivares disse:

    gostaria de agradecer pelo esclarecimento que é de grande aproveitamento para todos os que procuram se aprofundar na palavra de DEUS.

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