Instituições Em Foco

Jesus chamou um pequeno grupo de homens para caminharem com Ele. Sua prioridade era edificar a vida destes discípulos para que eles fossem suas testemunhas. Se lermos as Escrituras com atenção, veremos que Jesus muitas vezes despedia as multidões para poder estar a sós com estes homens. Muito daquilo que Cristo fazia entre as multidões visava, na verdade, ensinar os seus discípulos a ministrar de forma prática, e não necessariamente atrair multidões atrás de si e fundar uma mega-igreja no Oriente Médio. Ironicamente, hoje em dia, fazemos justamente o contrário: sonhamos com as multidões e negligenciamos nossos discípulos em um nível mais pessoal.

A grandeza de um homem de Deus se mede, hoje em dia, pelo tamanho da multidão à qual ele ministra, não pelos relacionamentos profundos que ele nutre com seus discípulos e pelos sólidos alicerces que lança em suas vidas. Queremos impactar a cidade ou o país a partir do púlpito, mas não sabemos cultivar “a intimidade do cenáculo” com alguns poucos. Adoramos trovejar às massas sem rosto e sem nome, mas fugimos do indivíduo e de suas esquisitices pessoais (afinal, estamos ocupados com coisas mais importantes). Compramos horários de rádio e TV, queremos que o mundo ouça nossa mensagem, mas não temos ouvidos para escutar alguns poucos ao nosso redor. Muitos de nós nos tornamos girafas pescoçudas que não sabem comer das pastagens mais baixas, somente das árvores mais altas. Queremos fazer coisas grandes para Deus sem, no entanto, cuidar das pequenas coisas que dão forma e característica a uma verdadeira Igreja. Deixamos de ser pastores, para nos tornarmos empregados, funcionários, gerentes, administradores de mais um feudo religioso, entre tantos existentes na cidade.

Temos a impressão que muito daquilo que alguns chamam de “ministério” acabou se tornando “supervisão ou gerência de igrejas-empresas”. Tornamos-nos demasiadamente sofisticados e pouco pessoais. Como cristãos temos que ser como agricultores do que como executivos. A Igreja é uma entidade orgânica, não é uma empresa. A propósito, é devido a uma visão empresarial megalomaniaca de ministério que muitos pastores se portam como meninos crescidos, adolescentes calvos que ficam disputando entre si para ver quem tem o maior prestígio e influência.

As Escrituras nos ensinam que a Igreja, o Corpo de Cristo, nunca foi um edifício ao estilo gótico, renascentista ou barroco, de luxuosos vitrais, mosaicos, ou, como nos dias de hoje, um galpão luxuosamente decorado, uma casa estilizada à moda bucólica, um anfiteatro adaptado para receber “ilustres” pregadores ou cantores, em um esquema de atividades religiosamente elaboradas para se cumprir dentro deste recinto, como em linha de montagem industrial.

É verdade que Jesus Cristo não deixou uma igreja institucionalizada neste mundo, todavia Ele disse algumas coisas a seus discípulos a se organizarem em comunidades, como família, um grupo de irmãos, amigos, não por políticas estatutárias e hierarquias, mas pelo amor recíproco, respeito (Rm 12:9-21), humildade, considerando o outro superior a si mesmo (Flp. 2:3), sendo todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se (Tia 1:19), suportando uns aos outros e perdoando as queixas que tivessem uns contra os outros, através do amor, que é o elo perfeito, com a paz de Cristo sendo o juiz em seus corações, visto que foram chamados a viver em paz, como membros de um só corpo. E com a Palavra de Cristo habitando neles, ensinassem e aconselhassem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantando salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seus corações. Tudo o que fizessem, seja em palavra ou em ação, fizessem em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai (Col. 3:13-17). Isso é uma família. Sem estatutos humanos, códigos de ética e moral promulgados, dogmas regulamentados e doutrinas próprias como um clube social; sem obrigações para alimentar um sistema institucional, mas sim, a alma das pessoas.

Jesus não construiu ou determinou um único local que fora para difundir sua mensagem, outrossim, se valia dos descampados, sinagogas, residências de pessoas das mais variadas camadas sociais, lugares inusitados, tal qual a proa de uma embarcação pesqueira ou no pátio do templo de Jerusalém. Os discípulos de Jesus também. Ainda que pregassem em sinagogas a princípio, todavia lá se tornavam indesejados e eram escorraçados, pois a mensagem cristã desbancava a hipocrisia e os interesses do sistema religioso dos fariseus. E nem os cristãos primitivos jamais sistematizaram a Igreja tal qual é hoje (produto humano). Enfim, Jesus e seus seguidores nos legaram nenhum exemplo de construírem nem um simples cômodo com a finalidade de pregar a doutrina cristã e lá delimitar como o “local da bênção” ou a “Casa de Deus”. Não, isso não aconteceu.

A igreja local era em referência à comunidade de cristãos de certo lugar, um grupo, uma família de Deus que habitava em uma determinada cidade ou região e que se reunia periodicamente, e não em um templo – já que os templos cristãos surgiram apenas no século IV, exatamente por Constantino, sob influência de sua mãe Helena, em 327 d.C, às custas de recursos públicos, e sua arquitetura seguia o modelo das basílicas, as sedes governamentais da Grécia e, posteriormente, de Roma, e dos templos pagãos da Síria.

O cristianismo desenvolveu-se no âmbito doméstico, familiar, sem nenhuma pretensão de adquirir grandes edifícios ou sistematizar a igreja para que os cristãos passassem a olhar mais para o interesse da Instituição do que para as necessidades do próximo. Cristo, como o autor e consumador da nossa fé, ora, como maior exemplo, não poderia ter construído, não poderia ter sistematizado? Por que não o fez? O Senhor nos deu exemplo de todos os pontos do Evangelho, por que não nos legou algo que é tão fundamental para fé ao “cristianismo” de hoje?

Antes, nas Escrituras tiramos os seguintes testamentos de Jesus, para que sejam praticados em todo tempo e todo lugar: O sumário da lei – “Amarás ao Senhor teu Deus de toda tua alma, de todo teu entendimento e de todo teu coração, e amarás a teu próximo como a ti mesmo…” (Mt. 22:36-40). Aqui estão dois dos propósitos de Deus para a Igreja. A adoração a Deus e somente a Ele, e o serviço que se reflete no amor ao próximo – “O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei” (Joa. 15:12). O segundo momento se dá quando Jesus foi assunto aos céus e disse “Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura, batizando-os em o nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho dito” (Mt. 28:19-20). E Paulo resumiu tudo numa frase: “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo” (Gal. 6:2).

Por que enxergamos estas prescrições bíblicas de forma tão idealizada, relativizando-as, e dando mais importância aos deveres institucionais, como atividades que não vão alimentar em nada a alma do crente, mas somente as conveniências da instituição? Não seria isso uma espécie de idolatria, em que são capazes de sobrepor o segundo mandamento, para se dar mais importância às atividades de uma instituição? “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” (Rm 1:25)

A pompa, o luxo, a honraria, o status e outros detalhes frívolos típicos de Instituições são totalmente conflitantes com o comportamento dos primeiros cristãos. Será que Cristo tinha um “papa-móvel blindado”? Será que Paulo usava utensílios de ouro? Será que Pedro era “venerado” tal qual o líder do catolicismo, desde que surgiu esse “sacro-cargo” (At. 10:20-26)? Cristo mesmo enquanto judeu, jamais fez questão de travestir-se em mantos excêntricos, com a pompa sacerdotal do judaísmo de sua época. Não usava estola, éfode de linho, não usava filactérios, nada que induzisse seus seguidores do tempo presente ou futuro a se trajarem formal e “pomposamente”, inclusive revestidos com ouro. Cristo não era apenas um sacerdote, ou um rabi, mas sim o Sumo Sacerdote Perfeito, segundo a ordem de Melquisedeque, conforme lemos na Carta aos Hebreus. E Ele, nesta condição, não dispensou todo “requinte”? E por que não podemos, também?

“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos (…). Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se.” Filipenses 2:3/7

Essas distorções absurdas que se vêem hoje, não são apenas no catolicismo, mas também no protestantismo, principalmente nas igrejas mais recentes, entre os pentecostais e neo-pentecostais. Toda essa amálgama de doutrinas duvidosas, a badalação em prol de ícones e figuras que tem seu ego massageado a todo tempo, seja pelo corpo de membros, seja pela mídia particular existente com esse fim. Isso tudo é muito paradoxal frente à mensagem de Cristo, à vida dos cristãos originais, conforme as Escrituras.

Hoje se dedica milhões em decoração e obras “faraônicas” ou ainda de pequeno porte, simpáticas aos olhos humanos, frequentadas por pessoas doentes, sem condições de adquirir um medicamento ou ter uma consulta médica, com sérias dificuldades financeiras, que se alimentam precariamente, etc. Tais pessoas passam meia-hora, uma hora ou duas que sejam num ambiente muito bonito, aconchegante, desfrutando do conforto e da tecnologia do local, se arrepiam com os louvores melódicos (exaustivamente ensaiados dia pós dia), e depois voltam a sua miséria ou precariedade, e a instituição, que poderia fazer algo por tais pessoas, tira delas, sempre que possível, o dinheiro, os bens materiais, a energia do corpo, o tempo, exigindo que se concentrem cada vez mais nos protocolos e quereres da instituição, a título de sacrifício e louvor a Deus, do que primaria e satisfatoriamente aos testamentos de Jesus.

Se a mensagem de Cristo é a promessa do Arrebatamento, de uma vida eterna com Ele, então por que se investir e se empenhar tanto em construções e manutenção de sistemas institucionais, traçando estratégias de expansionismo denominacional, alguns até se consumindo em tarefas intermináveis, se tudo isso ficará para trás? Nada disso terá proveito no porvir. Por que não se destina o dinheiro cooptado e reverte em benefícios para as pessoas da comunidade cristã (ou não), as quais são realmente necessitadas de auxílio, de ajuda? Por que não se destina o tempo que se gasta em cuidar demasiadamente de extensos patrimônios institucionais e protocolos do sistema, em visitar presídios, asilos ou mesmo procurar estar mais junto de amigos e familiares para pregar o evangelho? Como se pode depositar muito mais afeto a paredes e bancos do que a crianças famintas, pedintes e velhos doentes? Como podem achar que mutirões de limpeza frequentes em um templo são mais valiosos para Deus do que cuidar ou entreter-se com cônjuge ou filho? Como se pode formatar o exercício da fé na dependência de um sistema denominacional, se nem isso foi o exemplo que Jesus nos concedeu como herança?

Tudo para quê? Entesourar-se. Enriquecer a conta bancária da Instituição para alimentar exatamente o sistema. Pensamos: como podem pregar o desprendimento ao material em detrimento a uma vida eterna, sendo tão materialistas?

Aquilo que se inicia para um grupo como “reino de Deus”, com o tempo fica evidente que nada mais se trata que senão IMPÉRIO DOS HOMENS – que idealizam suas Denominações e por ela fazem de tudo o que for preciso para que alcancem o sucesso religioso, social e financeiro, inclusive ignorar, distorcer, deturpar e adulterar a mensagem de Cristo, contida nas Escrituras Sagradas, para suas próprias conveniências mercadológicas.

Não estamos a fazer apologia à miséria patrimonial das Igrejas, mas reprovando a institucionalização da Igreja pela qual o cristianismo vai, invariavelmente, sendo deturpado pelos regramentos e estatutos próprios do grupo, onde as pessoas envolvidas vão se entusiasmando muito mais com os interesses da instituição do que a primariedade dos ensinos de Jesus Cristo. Fixar um local para congregação é conveniente e facilitador, estabelecer uma organização na igreja é bastante proveitoso, como outrora citamos. Mas para que tanta ostentação? Badalação, reverência celestial sobre homens? Para que tantas atividades eclesiásticas que não acrescentam em nada em valores cristãos, se esses rudimentos seculares jamais podem ser estimados como fundamentais para a fé cristã? O sistema religioso tornou-se algo tão inestimável a ponto de “viciar” espiritual e emocionalmente o cristão em mecanismos institucionais, deixando sua condição espiritual totalmente dependente ao sistema (dogmas e rotinas), sem falar do espírito partidarista, de divisão, que muitos acabam nutrindo em detrimento de outros cristãos.

As Denominações deveriam exercer apenas uma função de Hospital-Maternidade. Explicamos. Segundo o nosso entendimento, seriam paridos os recém nascidos (os novos convertidos), cuidados, preparados, e depois, saudáveis, receberiam “alta”, para viverem a vida cristã de maneira prática, livres em Cristo, por Cristo, disseminando Evangelho, sem estar espiritualmente presos à Instituição.

Porém, a vasta maioria não se conformou em “liberar tais pessoas” para a vida, e, avarentamente, vislumbrando só suas conveniências, decidiram mantê-las cativas, ainda que com toda condição de viver, através de suas doutrinas particulares confinando-as como bebês saudáveis que vão crescendo e transformando em adultos ranzinzas, que vão aos poucos perdendo a sua naturalidade na fé, por se sentirem obrigados e coagidos psicologicamente a se fazerem presentes nas rotinas da Instituição.

Muitos acabam perdendo a espontaneidade e leveza de uma espiritualidade saudável, pois passam a viver não conforme o relacionamento íntimo que teria com Deus, mas segundo aos comandos e regramentos impostos pela instituição. As pessoas perdem sua identidade tanto pessoal como espiritual. A denominação se torna um presídio da fé. Logo, a fé dessas pessoas tende a esfriar, a ficar artificial, para manter as aparências, uns até ficam piores devido aos valores do sistema, como competitividade interna e vaidades religiosas. As pessoas que ali chegaram entusiasmadas, fatalmente, com o tempo vão se tornando cansadas com a mesmice, o tédio; ou quando mais despertadas para a verdade que muitas vezes estava encoberta: que os líderes estão muito mais interessados em satisfazer a Instituição do que a própria pessoa em ensino de amor, amizade, justiça.

De vez em quando alguns desses ex-pacientes ou detentos escapam, e vão viver a vida normal, essa que Deus nos deu pra vivermos, e “do lado de fora” conseguem praticar muito mais aquilo que teoricamente pensavam que poderia se fazer apenas nos limites do “hospital”, monitorado pela sua Administração. É por isso que tende a crescer cada vez mais o “parto doméstico.” O lar, a residência, a família tem se tornado um ambiente muito mais confiável do que as “Igrejas oficiais”, uma vez enquadradas nos moldes cristãos, conforme as Escrituras.

É lógico que isso não é comum, pelo contrário, há muita resistência a isso, uma vez que a tradição condena tal prática. Mas é fato que está acontecendo, como o era no seu início.

Desde o medievalismo até os dias atuais. Já pintaram a fachada do Hospital-Maternidade certa vez, mudaram alguns pontos do Estatuto, mas a rotina acabou ficando idêntica. Em vez de um modelo, dois, depois três… A coisa foi desdobrando-se, e chegou aonde chegou, onde nós somos testemunhas oculares do cenário caótico, dos absurdos “em nome de Deus”.

Muitas instituições vêm doutrinando seus fiéis a ficarem mental e espiritualmente aprisionadas ao seu sistema religioso. E estes fiéis estão, sem perceberem, colocando em seu coração a idolatria, retirando de Jesus o seu lugar de mediador para pôr o sistema religioso. O adepto da “fé cartorial” está atribuindo mérito de sua condição espiritual não primariamente ao relacionamento de sua fé com Jesus, mas aos mecanismos a que ele submeteu que foram próprios da instituição. Quer dizer, Jesus virou apenas um acessório, enquanto o principal fundamento da fé se tornou o sistema religioso (arcabouço de dogmas) pelo qual o fiel diz ter tido a “experiência”. Não é porque o fiel foi abençoado no lugar X ou Y que o mérito é da Instituição A, mas acima de tudo foi porque Deus primeiramente quis e segundo pela fé do adepto na pessoa de Jesus.

Não estamos aqui radical e utopicamente desaprovando a igreja cristã que possui um local fixo ou estabelecido para a congregação ou mesmo criticando a fé dos irmãos que são emembrados a Instituições. Não é nada disso. Estamos combatendo o espírito institucional que a Igreja de Deus há tempos está sendo direcionada, e muitos irmãos estão embriagados nisso, sem conseguirem enxergar a verdadeira natureza da Igreja. A Igreja cristã deve ser vista, como um Reino de Deus implantado na terra através de nós cristãos, enquanto família de Deus, organismo vivo, unidos pelo sangue de Cristo e alimentados pelo Espírito de Deus, independente de rotinas, tarefas religiosas de “bater cartão”. Cristianismo é mudança de vida, é estilo novo de se viver; é nascer de novo.

As denominações jamais serão erradicadas, nem achamos válido que fossem. Ainda elas têm uma importância muito grande para a espiritualidade de muitos. Se elas desaparecessem de uma vez, muitos ficariam a ver navios, com sua fé à deriva, sem rumo, sem saber para onde ir. Essas pessoas precisam urgentemente se apegar mais a um relacionamento intimo e concreto com Deus e com o próximo, deixando que Jesus e seu Evangelho cresça e o sistema denominacional diminua nos seus corações. As denominações, de certo modo, são necessárias, até certa fase da vida. Porém, não salvam, não são “o corpo”, não restringem a vida cristã a suas quatro paredes, etc. Primariamente, são facilitadoras, propõe uma organização à Igreja; o problema é quando ultrapassam isso, e passam a  viver não em função da Igreja de Cristo, mas em função delas mesmas.

A Igreja de Jesus Cristo é um meio, um instrumento para levar o evangelho ao mundo, para capacitar os salvos à vida em comunhão e lealdade ao Senhor. A igreja não pode ser confundida com o reino de Deus, mas deve ser considerada um instrumento de Deus para seu reino, dando ao crente condições para viver o reino no mundo, no seu dia-a-dia, como cristão. E ser cristão não é só pregar que Cristo salva, mas viver a salvação que Cristo nos dá. Quando a igreja se considera um fim em si mesma, acaba nutrindo a entropia, fechando-se em torno de sua própria existência. Não sendo sinergética, deixa de cumprir a sua missão integral que tem como ponto de partida levar cada pessoa a viver a glória de Deus, e passa a viver em função dela mesma.

Se nós, cristãos, não entendermos sobre a natureza, o papel das instituições, continuaremos nos perguntando eternamente: Para qual Igreja devo ir? Qual a igreja perfeita? Qual a igreja que devo congregar?

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Referências:

1.      Igrejas nos Lares – http://www.igrejasnoslares.com.br;

2.      Missão Cristo em Vós – http://www.cristoemvos.com.br;

3.      Grupo News – http://www.gruponews.com.br;

4.      Bíblia NVI;

5.      Carta à Diagneto;

6.      E outras obras literárias;

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