Glossário

 1. Obra: jargão comum e enfadonhamente proferido entre os adeptos da Maranata. Necessariamente, há uma alusão imediata à Instituição quando se pronuncia tal palavra. Na prática, tal palavra refere-se à própria Instituição enquanto conjunto de doutrinas, dogmas, usos, costumes e práticas. Em suma, é o nome dado ao sistema religioso que perfaz a Maranata e que obrigatoriamente esteja subordinado ao seu Presbitério. É bastante comum em suas pregações enfatizarem mais esse termo “Obra” do que o próprio nome Jesus Cristo, ou Deus, ou Espírito Santo. Dada a representatividade e relevância de tal termo, percebe-se que em documentos e livros sob o domínio da Maranata e até mesmo na escrita dos adeptos (seja no Orkut, MSN, E-mail, etc), sempre se faz questão de escrever essa palavra com a inicial maiúscula, denotando tratar-se de um nome próprio. Há um grau de veneração bastante explícito sobre “essa Obra”, aferido pelo comportamento e discurso dos membros da Maranata. Eis abaixo alguns desdobramentos, variantes do termo em questão:

1.1. Fazer parte da Obra: estar emembrado efetivamente na Maranata.

1.2. Mentalidade de Obra: acatar as doutrinas e práticas da Maranata.

1.3. Entendimento de Obra: dar-se à submissão às ordenanças da Maranata.

1.4. Falar mal da Obra: criticar as doutrinas da Maranata.

1.5. Sair da Obra: deixar de ser membro da Maranata.

1.6. Padrão da Obra: adoção dos usos, costumes e liturgia, bem como aos maneirismos e dialeto (linguajar) estereotipado da Maranata.

1.7. Descaracterizar a Obra: sobre o fato de alguém não se vestir ou não se portar de acordo com o padrão estabelecido como ideal.

1.8. Imagem da Obra: zelo descomunal em relação ao nome da Instituição, principalmente exercitado fora dos domínios da Maranata. É a representatividade da Instituição através do adepto.

1.9. Expor a Obra: em referência a algo negativo realizado por algum membro que causa ou causou alguma má fama ao nome e à imagem da Maranata.

1.10. Discernimento de Obra: é normalmente uma adjetivação ou elogio aos adeptos que apresentam atitudes satisfatórias ao sistema religioso da Maranata.

1.11. Obra como forma de vida: absorção integral dos ditames, mandamentos e preceitos das doutrinas particulares da Maranata. Alienação total em relação a tudo o que não for da “Obra” ou que não esteja sob o controle do Presbitério. Participação e adoção fanatizada a tudo que pertine e gravita em razão da Maranata. Se a ideologia “Obra” censurar, o objeto de censura deve ser banido, abandonado, não praticado. Em nada se assemelha do “novo nascimento”, conforme vemos nas Escrituras, mas trata-se sim de um comportamento cujo perfil e estereotipo do indivíduo se torna tal qual o convencionado pela liderança, uma identidade que seja particular apenas daquela massa específica.

1.12. Doutrina da Obra: em referência as práticas religiosas e costumes particulares da Maranata.

1.13. Obra Dinâmica: diz-se em referência às mudanças periódicas que ocorrem na instituição em matéria de doutrinas, procedimentos e mandamentos. Esse “dinamismo” justifica-se pelas revelações de novas práticas que se diz Deus conceder à Maranata. Ensina-se que assim como Deus concede novas revelações doutrinárias, Ele também pode revogar, acrescentar ou alterar as já existentes. Esse é o dinamismo da “Obra”, mudanças e variações da vontade de Deus.

1.14. Obra Revelada – Obra Maravilhosa – Obra Preciosa – Obra Perfeita – Obra Gloriosa – Obra Redentora – Obra Completa – Obra Única – Grande Obra – Obra de Davi – Obra de Paulo – Obra de Valentes – Obra Filho Único: jargões pertencentes ao linguajar que são altamente repetitivos e de auto-exaltação gratuita ao sistema supramencionado. Tais nomenclaturas elevam o sistema a um status de divindade, principalmente ao se valer de prerrogativas e adjetivos exclusivos da Trindade, como “Maravilhoso”, “Glorioso”, “Redentor”, “Precioso” e, principalmente, “Filho Único”.

2. Projeto: é a referência a toda teoria doutrinária costurada pelo Presbitério ao longo dos anos, bem como, é o andamento do sistema doutrinário da Maranata: cumprimento de sua rotina. É também a subserviência às novas doutrinas, obediência às orientações e mandamentos que estão sendo repassados periodicamente pelo Presbitério. Também, é a adaptação dos textos descontextualizados do Velho Testamento a favor da fundação da Maranata, como que a referida Instituição fosse um projeto profetizado por Deus desde os tempos judaicos.

2.1. Fora do Projeto: é a condição de uma pessoa que saiu da Maranata e, logo, é estigmatizada como fora do projeto da salvação. Muito utilizado em referência a cristãos de outras Denominações por não conhecer e praticar as doutrinas da Maranata. Comumente também é usado contra aqueles membros que estão se afastando das ordenanças e atividades da Maranata.

3. Revelação: é outro clichê de muita repetição e padrão no meio deles. Mormente, é a referência a quase tudo que é positivo e de boa fama em referência a algo próprio do sistema da Maranata. Observa-se que tal jargão substituiu adjetivos positivos no linguajar dos membros, tais como, em vez de falarem, algo como, ótimo, bom, excelente, falam que foi “revelado” ou “na revelação”.  Também é o nome dado ao método de alegorização dos versículos das Sagradas Escrituras. Alegam que em toda e qualquer passagem bíblica há mensagens ocultas de Deus para seu povo, decifráveis através de recursos como simbologia, numerologia e tipologias, que pretensamente chamam de “revelação além da letra” ou “palavra revelada”. O termo também é utilizado para adjetivar a própria desenvoltura e eloqüência de um pregador na ministração da Palavra. Também, chamam de “revelação” as decisões e ordens da liderança, dos pastores, sobre a vida da igreja e dos adeptos. Ou seja, toda ordem, mandamento, mudança, aconselhamento que incida na vida do adepto, quase sempre, ganha o status de  “revelação”. Sendo assim, segue alguns de seus derivados:

3.1. Sem-revelação: aquele que não entrega as mensagens lançando mão do recurso das simbologias e tipologias tão estimadas no sistema. Aquele que não reproduz o que foi mandado nas apostilas ou reuniões. Aquele que dá mais valor à Teologia e estudo das Escrituras do que às mensagens repetitivas, enlatadas e padronizadas do sistema religioso. Aquele membro que possui linguajar, atitudes, pregações, comportamentos, ainda que sejam nada pecaminosos, mas que destoam da massa coletiva, é geralmente depreciado com tal adjetivo.

3.2. Não entendeu a revelação: aquela pessoa que não adere a qualquer uso ou costume, como certas indumentárias, corte de cabelo, barba; aquele que descumpre alguma ordenança do pastor; aquele que não dá o devido valor aos conformes e interesses do sistema da Maranata.

3.3. Fora da revelação: em referência ao membro da Maranata que não segue as orientações pastorais e os dogmas de forma categórica, ainda que esteja a praticar a justiça, o amor, e a fé. Também em alusão aos crentes de outros grupos cristãos.

3.4. Alcançar a revelação: se emoldurar ao estereótipo do sistema da Maranata: passar a falar com o linguajar padronizado, pregar fazendo alegorias e simbologias com as Sagradas Escrituras, trajar-se conforme o exigido e usar cortes de cabelo e rosto barbeado de acordo com a tradição do sistema. Também é referência a uma suposta descoberta de um novo entendimento alegórico de determinada passagem bíblica.

4. Igreja Fiel: é mais uma alcunha dita pela liderança e os membros em referência à Igreja Maranata. Acreditam que a Maranata é a própria expressão delimitada da Igreja que será arrebatada por Jesus, a Igreja Fiel. Dessa forma, implicitamente, dirigem-se a todas as igrejas ou denominações religiosas, que não praticam as doutrinas, dogmas e os costumes específicos e particulares da Maranata ou da “Igreja Fiel”, como a Igreja Infiel. Não afirmam, portanto, que a Maranata é a “Igreja Fiel”, mas de forma sutil e dissimulada, afirmam que a “Igreja Fiel” é aquela igreja que pratica e vive certas doutrinas e dogmas, referindo-se claramente aos praticados unicamente pela Igreja Maranata.

5. Corpo de Cristo: apesar do sentido original da expressão Corpo de Cristo se referir ao organismo vivo, que é a Igreja Cristã como um todo, formada por todos os cristãos compromissados espalhados pela Terra, na Maranata, porém, esse termo é usado num sentido mais exclusivista e restrito possível em referência ao corpo de membros da Maranata. Segue algumas derivações:

5.1. Viver corpo: é a referência à condição em que o membro frequentemente deve está se fazendo presente nas dependências dos patrimônios e está sempre unido com os membros da Maranata, cumprindo os mandamentos e realizando as atividades do sistema religioso em questão. Cumprir as “revelações” e “orientações” dos pastores e da liderança geral.

5.2. Entendimento de Corpo: diz-se o membro que “vive corpo”.

6. Clamor: diz-se a oração padronizada da doutrina da Maranata. Consiste na imprescindível recitação da frase “clamamos pelo sangue de Jesus” como recurso fundamental para que o membro possa fazer jus ao perdão de seus pecados e se fazer apto para se achegar à presença de Deus. Também usa-se o “clamor” como instrumento para provocar a atenção de Deus para conceder proteção e livramento ao adepto. Segue algumas derivações.

6.1. Está no clamor: é um jargão em referência ao estado em que o crente da Maranata sempre lança mão de uma oração devidamente acompanhada da recitação da frase a fim de que possa está constantemente recebendo livramento de Deus no desempenho de alguma atividade que possa gerar tribulação ou opressão.

6.2. Clamor constante: o mesmo que “está no clamor” sempre que ora.

6.3. Viver o clamor: é a condição do membro quando ora jamais esquece da repetição ou do recite do mantra “clamamos pelo poder do sangue de Jesus”.

7. Orientação: ordenança amparada pela infalibilidade pastoral cujo cumprimento é obrigatório. Está, em teoria, abaixo da “revelação”, mas na prática o peso é o mesmo. Tanto a “orientação” quanto a “revelação” é uma ordem a ser cumprida.

8. Varão: bordão religioso muito comum no meio deles como direcionamento dado a membros e visitantes masculinos.

9. Valente: diz-se o adepto que se submete fiel e piamente ao ideário “Obra”, divulgando-o, defendendo-o; aquele que se submete aos serviços de mutirões de limpeza, atividades administrativas ou de cunho evangelístico. Usa-se essa palavra para dar o sentido de heroísmo aos adeptos, e assim massagear o ego e seduzi-los cada vez mais em prol dos interesses e caprichos da Maranata. Usa-se isoladamente ou como “varão valente” ou “valente da Obra”.

10. Nobre: em referência às pessoas que se vinculam à Maranata. Subjetivam aos adeptos que os mesmos adentraram em uma “casta” superior e são agora partes de uma nobreza, enquanto se subentende que os crentes de outros grupos não são “nobres”.

11. Valoroso: diz-se o adepto, normalmente, com função e cargo que é fiel à “Obra como forma de vida”. Adjetivo usado comovarão valoroso” ou “serva valorosa”.

12. Vinha: em referência à própria Instituição Igreja Maranata.

13. Herança: usa-se tal termo para se referir à Maranata e seu aparato doutrinário como uma grande herança concedida por Deus através de uma revelação aos fundadores. Sair da Maranata é “abrir mão da herança”, segundo a teologia da Maranata.

14. Parentela: alusão ao corpo de membros efetivado e fiel à ideologia “Obra”. Rol de membros.

15. Jovem: é todo aquele indivíduo que não se casou ainda. Começa a receber esse rótulo desde os quinze anos até o momento em que contrai matrimônio.

16. Murmurador: aquele que não aceita as arbitrariedades e os abusos autoritários dos mandos, imposições e proibições emanadas da liderança;

17. Desacertado: aquele que perdeu suas funções ou cargo na congregação; diz-se o membro que é visto comumente com roupas fora do “padrão da Obra”: bermuda, barba por fazer (no caso dos homens), calça comprida, camiseta, blusa sem manga. Aquele que não se submete aos usos e costumes de maneira geral do sistema.

18. Rebelde: diz-se o membro que normalmente afronta e desobedece a liderança de forma intrépida e sem nenhum constrangimento. A esse tipo de pessoa normalmente é destinado à exclusão da Igreja, ou, quando menos, a rejeição total por parte dos membros, que são conscientemente orientados pela liderança a se afastarem do “rebelde”.

19. Questionador: diz-se aquele que realiza perguntas sagazes e inteligentes sobre as doutrinas e dogmas da Maranata. Ou aquele que questiona as doutrinas da “Obra” sem inibição, sendo cauteloso e curioso sobre a procedência e origem bíblica de cada doutrina.

20. Leproso: diz-se o membro que se encontram em pecado ou que está demonstrando explicitamente desgosto com o sistema religioso da Maranata. Membros estigmatizados com esse termo, geralmente, está fadado ao isolamento e o abandono afetivo e social por parte dos membros da Maranata.

21. Desobediente: simplesmente em referência àquele que não acata o famigerado alfabeto do “OBDC”.

22. OBDC: jargão enfadonhamente repetitivo visando o recrutamento à obediência restrita e cega às “orientações” e “revelações” da liderança. É comum usarem tal criptografia no chavão religioso: “Na escola aprendemos o ABC, na Obra, o OBDC.”

23. Enfermo: em alusão àqueles membros que possuem características (sinais e sintomas) que são expostos nas famigeradas aulas Síndrome da Queda e Enfermidade no Corpo. Na verdade, diz-se aqueles que não estão submissos ao sistema religioso como um todo, de modo que, no mínimo sinal de distinção, são “diagnosticados” como tal. O membro “enfermo” deve ser observado e rejeitado para não “infectar” os demais. O “enfermo” é uma variação dos estados acima relatados que está profundamente incomodando a liderança e, por isso, dele, todos devem se afastar.

24. Laranja-podre: diz-se o membro de cargo episcopal que tinha grande potencial na “Obra”, mas a largou por algum motivo, principalmente porque negou as suas doutrinas. A “laranja-podre” deve ser excluída porque pode “contaminar” as demais. A maioria, portanto, que atinge esse nível classificatório é excluído.

25. Tumor: membro que compromete a “imagem da Obra”, normalmente pelo seu infeliz passado pecaminoso. Ou aquele que compromete o pretenso elitismo espiritual da Maranata. É usado como “tumor no corpo”. Um tumor subentende-se que deve ser extirpado.

26. Caído: em referência, simplesmente, a todo e qualquer dissidente da Maranata, ainda que continue firme na presença de Deus em outra Denominação. Em referência a todo ex-membro da Maranata. Usa-se esse termo comumente como “caído da Obra” ou “caído da graça salvadora”.

27. Cabritos ou Bodes: geralmente em referência aos cristãos de outros grupos evangélicos, significando que eles não serão salvos, pois não são ovelhas de Jesus. O termo também é muito usado para se dirigir aos antigos adeptos da Maranata. Utiliza-se esses termos sediciosos baseando-se na passagem de Mateus 25.

28. Defunto: membro que outrora possuía grande influência na Maranata, normalmente pastor benquisto e popular, mas que acabou sendo excomungado ou saiu por conta própria da Instituição. Também se atribui esse termo àqueles membros versados nas Escrituras que confrontaram e tentaram argumentar com muitos membros sobre as doutrinas contraditórias e causou incisivas subversões no meio da Maranata. É utilizado para estimular a ruptura social e fraternal dos membros com o dissidente, tendo em vista que ninguém pode manter contato com o “defunto” para não se contaminar, em alusão à tradição judaica da Lei de Moisés.

29. Primo: em vez de se dirigirem como irmãos em Cristo, atribuem esse adjetivo em tom pejorativo aos cristãos de outras congregações. Subtendendo-se como se eles não fossem filhos de Deus, mas de outro ser. É uma ilustração indireta de que os membros da Maranata seriam como os judeus, descendentes da promessa (Jacó) e os demais cristãos que estão fora da Maranata, da herança (Esaú) seriam os amalequitas, primos dos judeus.

30. Amalequita: uma generalização maldosa aos cristãos de outros grupos evangélicos; uma sediciosa alusão aos filhos da geração de Esaú, o desobediente a Deus.

31. Filhos de Baal: em referência a pastores e ex-membros que questionam e não se prostram as doutrinas do Presbitério. É comum recorrer esse termo para referir-se àqueles membros que discorrem sobre a Maranata na internet.

32. Apóstata: líder ou membro que não ensina aos demais membros da Maranata aquilo que o Presbitério necessariamente deseja ou que estabelece como verdade. Bem como, é uma acusação àqueles que questionam, conforme as Escrituras, as doutrinas da Maranata. É também dirigido aos expositores das contradições da Maranata na internet.

33. Heresia: é tudo aquilo que é contrário à “doutrina da Obra” ou diferente daquilo que o Presbitério estabelece como “revelação” e doutrina, mesmo que, independentemente, seja acordado com as Sagradas Escrituras. Portanto, tudo que não estiver de acordo com as doutrinas e dogmas confeccionados pelo Presbitério é, inquestionavelmente, heresia.

34. Evangelho Social: um termo pejorativo em referência às obras sociais, caridosas e fraternais de outras agremiações evangélicas, a saber, visitar presídios, hospitais, favelas, asilos ou quaisquer doações beneficentes. Apregoa-se que tais ações são coisas de crentes que se preocupam com as coisas do mundo e não com a Eternidade.

35. Religião: qualquer organização ou grupo que se diga cristão que não esteja debaixo do governo e liderança do Presbitério da Maranata ou que não tenha uma placa da Maranata na porta da Igreja. Nisto, portanto, se inclui, evidentemente, todas as outras Denominações evangélicas.

36. Tradição: grupo de evangélicos mais conservadores em relação ao batismo com Espírito Santo e dons espirituais. Batista, Presbiteriana, Metodista, Luterana, enfim, Denominações tradicionais são rebaixadas por esse termo.

37. Movimento: termo esnobe em referência as demais igrejas pentecostais do meio evangélico.

38. Mescla: generalização desdenhosa em relação às práticas dos grupos neopentecostais ou de outras igrejas que se envolvem com assuntos mundanos. Bem como, em estrita alusão a uma potencial associação espiritual de um adepto da Maranata com cristão de outra Denominação.

39. Opressut: trocadilho infantil dado ao site de relacionamento social Orkut para subverter os adeptos que lá só há opressão. Um mecanismo de autodefesa para inibir o acesso de membros ao site, a fim de não se depararem com a comunidade Já Fui Um Maranata, onde há debates sobre os problemas doutrinários e administrativos que a Maranata vive.

40. Cospel: trocadilho indecente que fazem com as palavras “cuspe” e “gospel” em referência a música gospel (assim classificada no meio evangélico).

41. Ex-jesus-vem: alusão sarcástica e desdenhosa aos egressos da Maranata, independente de eles estejam fiéis aos propósitos cristãos. O fato de a Maranata ter esse nome, associam que a dissidência de tal Instituição seria a mesma coisa que perder a Salvação ou ignorar a volta de Jesus.

42. “Banco”: jargão religioso sarcástico dado àqueles que perderam suas funções e cargos temporária ou permanentemente, e ficam necessariamente sentados nos últimos bancos do templo, coibidos de orarem e participarem de certas ou todas as atividades eclesiásticas, numa exposição ridícula e inferiorizada da pessoa.

43. Cajadada: diz-se a repreensão severa dada por um pastor da Maranata.

44. Escarnecedor: para os mais radicais, todo aquele que não é da “Obra” ou aqueles que não conhecem verdadeiramente o Senhor Jesus. Os opositores e contestadores das doutrinas da Maranata são enquadrados muitas vezes nessa categoria.

45. Ímpio: em relação a todo aquele que não é associado à Maranata, mais precisamente os sem vínculo com alguma instituição religiosa.

46. Cobreiro: trocadilho sarcástico com a doença de mesmo nome em referência ao obreiro que não é útil aos interesses e caprichos do sistema religioso da Maranata – que não possui “mentalidade” ou “entendimento de Obra”.

47. APDSJ: sigla do cumprimento “A Paz do Senhor Jesus” para ninguém descobrir que você é crente, ou marca registrada que você é membro da Maranata. Criptografia bastante usada e facilmente observada nos fóruns de discussão e bate-papos pelos membros da Maranata quando iniciam, findam e se despedem das conversações.

48. “É uma benção”: frase irônica em relação alguma criança desobediente, hiperativa.

49. Rebeca: bordão em referência a namorada de algum obreiro da Maranata.

50. “Razão”: jargão em referência àquele visitante ou neófito que naturalmente apresenta uma verve cultural ou teológica apurada e que, naturalmente, deixa os membros e o pastor inseguro com seu nível de conhecimento, e que pode ameaçar o status quo dos costumes e dogmas medievais e contraditórios da Maranata. Quando uma pessoa desse nível dialoga com os adeptos sem conteúdo da Maranata, normalmente, é por detrás acusado de “está na razão” ou “razão pura”. Usa-se esse jargão, também, àqueles que são simples curiosos e perguntadores das doutrinas e práticas do sistema e que até o momento não compreendeu a coerência bíblica dos ensinos da Maranata. Também é em referência a qualquer membro que se defende de algum abuso ou agressão de pastor. 

51. Letrista: diz-se a pessoa que valoriza as Escrituras e também transmite o conteúdo das passagens bíblicas de forma primária, pura e simples, sem lançar mão dos arranjos das interpretações mirabolantes e alegóricas. É também uma forma de se referirem aos cristãos da “tradição”.

52. Adversário/Inimigo: é a única maneira como se referem ao Diabo (do grego, caluniador) ou Satanás (do hebraico, Inimigo e acusador). Há uma proibição em relação ao pronunciamento desses nomes gregos e hebraicos, pois acreditam numa espiritualização maligna dessas palavras estrangeiras, de modo que só se referem ao Maligno por palavras do português. Tal moda uma vez apregoada entre eles, é transmitida de pregador para pregador. Mesmo se numa leitura de determinado trecho das Escrituras aparecer essa citação, substituem o nome registrado na Bíblia pelas palavras “adversário” ou “inimigo”.

53. O sangue de Jesus tem poder: bordão religioso pronunciado em toda e qualquer circunstância que promova escândalo ao adepto. É dito espontaneamente, porém, sem o mínimo de reflexão. Assemelha-se ao uso da expressão “nossa senhora!” dita por católicos (praticantes ou não).

54. Maranata: expressão originária do aramaico e registrada nas Escrituras na carta de Paulo aos Coríntios. O significado dessa palavra é “Vem Senhor”, porém ao ser utilizada em documentos e escrita dos membros da “Obra” soa mais como um marketing denominacional, uma propaganda proselitista em razão da altivez religiosa, do que a forma original e sincera utilizada por Paulo.

55. Profético: expressão bastante usada para dar um ar de autoridade espiritual aos estudos dos seminários; principalmente, enfatiza-se tal termo quando tentam relacionar passagens do Antigo Testamento com a fundação e doutrinas da Maranata.

56. Idolatria: diz-se a atitude do adepto em não obedecer subservientemente às ordens dos pastores e do Presbitério.

57. Feitiçaria: Participar de cultos e reuniões espirituais com cristãos de outras denominações cristãs; assim como se levantar contra as doutrinas da Maranata.

58. Opressão: em referência a tudo aquilo que não esteja de acordo com a moralidade ascética e formal do sistema da Maranata. Músicas seculares (mesmo que saudáveis), músicas cristãs (que não seja da Maranata), filmes, jogos de mesa, cinema, teatro são comumente referidos com esse jargão. Também, esse bordão é usado para rotular os adeptos que se encontram com doenças depressivas que em vez de serem acolhidos e assistidos, são estigmatizados como “oprimidos” e devem ser isolados para não contaminarem os outros, pois estão sendo usados e deixaram se sucumbir pelo “Adversário”. Bem como, usa-se tal termo em alusão as pessoas que se apresentam nos cultos embriagados, a mendigos ou vestidos inadequadamente. 

59. Tristemunho: trocadilho sarcástico com as palavras “triste” e “testemunho”, para se referirem à vida prática cristã de crentes de outras Denominações, subtendendo que eles não apresentam uma vida cristã suficientemente digna.

60. Amigo da Obra: diz-se a pessoa de envergadura social, geralmente políticos, celebridades e empresários simpatizantes da Maranata, que de alguma forma “ajuda” a Instituição, porém ainda não membro.

61. Mobral: tendo em vista acreditar-se na superioridade e nobreza dos membros da Maranata, referencia-se os crentes de outras denominações como “mobrais”, pois não cursaram e não tiveram um bom preparo espiritual de “nível superior”, como os da Maranata.

62. Mundo: em referência a tudo aquilo que não esteja inserido na Maranata.

63. Ecumenismo: Distorcem o real sentido desse termo, para um sentido exclusivista. Consideram que seja ecumênico qualquer associação a pessoas de outra Denominação (ainda que sérias). Para justificar o afastamento e isolamento dos demais grupos, ensinam que é ecumênico qualquer contato com outros grupos. Assistir cultos em outras Denominações, participar de eventos evangélicos, ouvir pregações pela TV ou rádio, pode ser uma prática ecumênica, segundo esse entendimento. Ecumenismo, na verdade, trata-se da busca pela unificação do Catolicismo, Ortodoxismo e Protestantismo, ou das demais religiões pagãs, como que todos fossem um caminho que levassem a Deus, e não esse ensinamento equivocado, egocêntrico, separatista, e fragmentador do Corpo de Cristo que a Maranata faz questão de proferir, apenas para inserir os demais grupos evangélicos nesse conceito.

“Todo cristão que aceita cegamente as opiniões da maioria e segue, por medo ou timidez, o caminho da conveniência ou da aprovação social, torna-se mental e espiritualmente num escravo.” Martin Luther King. Jr

comentários
  1. Abdias Caldas Junior disse:

    Amado, senti falta de uma palavra no glossário. Questionador. Seria aquele irmão curioso em saber detalhes e informações precisas sobre doutrinas e costumes praticados pela denominação, os quais ele não consegue identificar na Bíblia.

    • rosimere de melo da silveira disse:

      amado irmão todo os seus comentários são extremanaente verdaeiros e fico feliz de saber que mais pessoas se libertaram desta seita onde numca se ensina a respeitar outras igreja. pra eles só a maranata é a igreja do Senhor a sotra são movimentos e religião.estive durante dezoito aos nesta denominação e quando me afastei pude perceber a maravilha de servir um Deus que não é mal..quem sai da maranata de acordo com os memros morrem de cancer e são amaldiçoados,é muito dificil se libertar desta doutrina maligna e que faz acepção de pessoas . até hoje tenho resquicos desta época mais posso afirmar que o Senhor Jesus ão pactua com estas doutrinas que escravisão e nos deixão doentes. foi dificil me desvincular mais hoje sou liberta e quero glorificar ao Deus supremo por ter abençado uito mais a minha vida. dentro desta igreja vc fica a mercê de pessoas que não tem nenhum tipo demisericórdia são como soldados prontos pra matar e o amor numca é pregado. a igreja só prega a volta de Jeus pra amedrontar as pessoas e não ensinan o povo a viver em harmonia e amor. espirito de fofocas e calunias tem total liberdade para agir nestas igreja e são mauito valorizados , discordia e confusão pessoas que não falam com as outras e vivem simplesmente diariamente na igreja para ter qualquer tipo de crédito e funções que são só dados a pessoas na maioria das vezes com poder aquisitivo maior o que tbé muito valorizado.

  2. waldison disse:

    Prezado irmão,
    Paz e graça do Senhor.
    Desejo que vá bem.
    Estive lend seu Blog e quero lhe parabenizar por tão belo e oportuno trabalho.
    Conheço a ICM e tenho pessoas da familia que nela congregam e são,infelizmente enganados o tempo todo, achando que eles foram privilegiados por Deus por estarem numa Obra tão “especial”.
    Procuro abrir-lhes os olhos, usando a Palavra e quando encontro um site tão interessante quanto o seu.
    Gostaria de perguntar ao amado irmão se posso reproduzir em meu Blog com os devidos créditos as suas postagens.Ficarei muito feliz se o irmão me autorizar.
    Se puder,visite o meu Blog e dê-me a honra de ser meu seguidor.Estarei seguindo o seu Blog e divulgando-o.
    Por favor,amado, procure postar mais Artigos no Blog, para que possamos encntrar sempre outros assuntos pertinentes e tão bons quanto estes aqui.
    No aguardo de sua resposta,fico.
    Deixo-te meu abraço fraterno.
    Viva vençendo!!!
    Seu irmão menor.

  3. renata disse:

    outra coisa q me coloca em duvida é que a palavra deles é sempre bem clara e fala de jesus,mas realmente eles ao se misturam com outras igrejas, e a origem da igreja é desconhecida por muitos diferente de outras denominações .

  4. Luis Autran C. Junior disse:

    Lendo esse “glossário” eu me vi olhando no espelho… rsrs

    É sério, dá até vergonha. Parando para refletir, tudo mundo dali fala desse jeito, igualzinho um ao outro… é como vocês falaram num artigo não lembro qual que de tanto conviverem nesse ambiente fechado e ainda ficarem escutando sempre o papa da Maranata em todo seminário e toda aula via satélite, todos acabam sendo clones dele, imitando até o tiquei nervoso dele…rsrs É a mais pura verdade.

    Os membros da maranata falam tudim desse jeito, parece um bando de robôs, programadinhos que ficam trabalhando para lá e para cá sob os mandos e desmandos do papa da maranata… rsrs

    Poxa, amigos… fico até com náuseas só de ler e pensar de como eu era no incío um pessoa julgadora, mesquinha, arrogante e ainda sem personalidade…

    O Senhor está usando vocês e todos os leitores desse espaço aqui… Eu creio nisso aqui. A semente é plantada e a palavra não volta vazia… é dolorido no começo, mas depois que começamos a refletir tudo faz sentido… pois a Bíblia aqui é exposta de forma clara, sem rodeios e sem numerologia e astrologia, sem estar fora do contexto, como é feito lá na maranata…

    Eu decidi amados não dá mais… Não consigo ficar escutando mais essas mesmas palavras, esses jargões que ficam se repetindo a toda hora, além do que as mensagens são muito vazias e muito infantis, como todos ali fossem um bando de crianças, tudo explicado preto no brano, a maranata é a certa, é a melhor, é a correta, e os outros estão errados, não tem revelação, não tem isso e assado… me poupe…

    APDSJ

  5. daniela disse:

    ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
    meu esposo é de lá e quer educar meus filhos nela
    sempre discordei!
    sou chamada por ele e pelo cunhado e irmã dele (que são casados)
    de estrar na razao!
    uahauahauhauhauahau
    amei
    amei
    amei
    emfim nao me sinto aquela ruim pior do mundo
    existem outros como eU!!!!!!!!!!!!!!!huauhau
    não sou um zumbi
    nao deixei outro zumbi comer mer cerebro
    EU TENHO UM CEREBRO!
    e pago por issso
    querem me oprimir
    querem me forçar a viver isso.
    vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
    amei am ei am ei
    q felecidade
    descobri a america eureca nao estou sozinha!!!!!!!!!!!!

  6. fernando brand disse:

    É igualzinho… Os robozinhos programados pelo presbitério… Vão aos seminários, o Papa da Maranata dá a corda neles, e eles voltam para suas casas todos programadinhos, repetindo os jargões, reproduzindo as frases feitas, igualzinho a papagaios… imitadores do Papa GG.

    E o pior que quanto mais bizarro, espetaculoso, apoteótico, triunfante são os testemunhos e “ispiriência” cotnadas nos seminários, mas facil eles acreditam…

    É muita história, é muita benção, é muito bla-bla-bla pra iludir o povo…

    Creio em milagres, creio em dons, creio em anjos, mas não creio em discursos chauvinistas e marqueteiros para impressionar um bando de pessoas, a se tornarem bocós que acreditam em tudo, e defendem tudo que o Papa GG e os Cardeais da Cúria de Vila Velha inventa.

    Acordem povo! Acautelai-vos dos falsos profetas! Pois vêm com grande aparência de piedade, fazendo grandes prodígios, mas só servem a seu ventre e aos caprichos de sua Instituição.

  7. RodinaldoAlcantara disse:

    Seria cômico, se não fosse trágico. Pessoas programadas feito um robô repetindo jargões feito papagaios do GDT.

  8. BrunoL disse:

    Muito bom esse trabalho.

    Exemplar dedicação.

    É importante a publicação desse “maranatês” até a título de reflexão aos “maranatas” totalmente lobotomizados pelas idiossincrasias do gedeltismo.

    Continuem firmes e fortes.

    Obs: Gostei bastante também da página “Aviso”, extremamente elucidativa e clara a respeito de lideranças adoecidas. Foi bom de além de ter apontado os defeitos, mostrara a solução da coisa.

    Esse blog junto com o do Cavaleiro Veloz estão de parabéns.

    A paz de Cristo a todos.

  9. JARBAS MANOEL DA SILVA disse:

    Tenho lido, dia sim dia não, o blog do cavaleiro veloz, jfum e maranata que pensam. Hoje percebo, claramente, quanto fui enganado e humilhado, pois fiquei no banco por dois anos, entrava mudo e saía calado, mas, venci, embora tenha ficado esse tempo, em seguida fui batizado nas aguas e depois levantado obreiro. hoje não passo de um caído aos olhos deles, todavia, amo mais JESUS e agradeço a DEUS por ter passado porisso. Me fez crescer, amadurecer espiritualmente e ter a consciencia de que não levarei o escandalo em face dos escandalos já terem publicidade, como o mais recente, o roubo dos dizimos. Fico a distancia apenas orando e suplicando misericordias para que DEUS, tenha misericordia de mim e de minha família, para não ficarmos sem cultuarmos ao DEUS verdadeiro, este DEUS que não faz acepção de pessoas, que é misericordioso, pois suas misericordias renovam-se a cada manhã e todo dia também bate à porta da maranata, queira DEUS que muito acordem e que sejam realmente usados por DEUS para tirar a trava de seus olhos,e, assim, vidas serem realmentes salvas. Que JESUS esteja sempre conosco, que o homem que escreve este blog seja sempre protegido e iluminado por JESUS. E aos da maranata, JESUS não abandona ninguém, há vida e vida em abundancia fora da maranata, todavia, na presença do SENHOR JESUS a ELE toda honra, toda glória, todo louvor, pois tudo posso naquele que me fortalece. Irmão deste blog, não tenho o dominio nem o conhecimento jurídico que o insigne irmão tem, porém, gosto de ler seus escritos, percebo coerencia nas suas escritas e peço a DEUS todos os dias da minha vida que lhe livre do mal. Também estou tentando ser um operador do direito, estou concluindo o curso e só me sentirei realizado quando passar no exame da ordem. Receba meu abraço fraternal e que a PAZ DO SENHOR JESUS ESTEJA SEMPRE CONVOSCO.

  10. eudes p. disse:

    Amigo será que posso copiar e e enviar para meus conhecidos algumas destas descrições? Não se procupe, farei menção da fonte de pesquisa.

  11. pp. disse:

    Pois é, eu participei desta seita durante 4 anos e nunca consegui sair do lugar, irmãos entraram depois de mim e logo viravam obreiro e até diáconos, não entendia o por quê? até que um dia acordei e vi que eu não estava no contexto deles, não conseguiram me robotizar.
    Hoje com mais este escândalo de desvio de dinheiro do dizimo, acredito que a Igreja Maranata passe a ser ICM = Igreja Coesa na Maracutaia.

  12. Prezado articulador deste Blog.

    Parabéns pela elucidação dos “cacuetes” desta seita Maranata.
    Do Gêneses ao Apocalipse não existe qualquer referência de grupo ou igreja excusivista que só ela dispõe das chaves de entrada na Gloria. Segundo ISAIAS, “a nossa justiça é como trapo de imundície ”

    Conheci um pastor desta seita que era Marxista, ateu e exotérico. Peguntei-o como ousava abrir as Escrituras com esta postura e pregar para o povo….” Ele me respondeu….eles me ouvem!!! ”

    Porém não podemos deixar de reconhecer que no meio desta seita existem muitas pessas sinceras que buscam a Deus em verdade.

    Concluo dizendo que o melhor serviço do seu blog é que os cacuetes e vocabulários acima elencados fossem trazido sa luz do povo evangélico Brasilerio, publicando-os num livro, por exemplo do tipo SEITAS E ERESIAS do Pr.Raimundo de Oliveira – CPAD

  13. Diego M. Gramsci disse:

    Administrador,

    Sou membro da Igreja Cristã Maranata e não entendo o motivo de tanto generalismo.

    Que há pessoas ignorantes na ICM é fato, mas isso não significa dizer que nas demais entidades religiosas não existam pessoas assim. Do contrário! Tenho amigos em outras denominações, inclusive não protestantes, que são até mais ignorantes do que pessoas da igreja em que congrego.

    Seu “glossário” é uma crítica razoável ao generalismo pregado na igreja (por muitos, não por todos); porém, infelizmente, vc acabou comento o mesmo erro que eles: generalizou de modo absolutamente desnecessário.

    Tenho 32 anos e sou doutorando em Direito Público pela UFRS. Não sou repetidor de bordões e tampouco ignorante, conforme vc faz questão de dizer que todos os membros da ICM são. Acredito, aliás, que eu tenha mais escolaridade do que todos os que comentaram acima e, inclusive, mais do que vc, administrador.

    Não vamos generalizar, por favor! Tenho amigos espíritas que sempre brincam dizendo terem medo de mim, porque meu jeito faz o Evangelho parecer “tentador”… rsrsrs Não sou um robô e tenho muitos irmãos que também não são.

    Ou tu vais dizer que Deus não fala na ICM?! Ao invés de vir à internet desperdiçar tantos termos e proferir palavras tão sarcásticas, vá orar por nós. Aliás, todos os que comentaram acima também: orem por nós. Ainda estamos aprendendo; quem sabe um dia não faremos as coisas certas, do jeito que vc’s acham que deve ser…

    Podem ter certeza: corações serão mudados com a oração de vc’s.

    Reine sobre nós a paz do nosso Savador!

    • Alessandro Alvarenga disse:

      Irmão da ICM, acredito que vc coadunou com coisas barbaras existentes na Maranata, e das quais fui vitima constante, pelo simples fato de ter cursado uma universidade de Design e Arquitetura, que era coisa de homossexuais, de pessoas fora da Revelação. Eu me exclui da Maranata, pois o Deus que conheci depois disso prega o Amor, e além do mais, nos ensina que a família e o tempo e dedicação aos amados do nosso lar deve ser tão ou mais importante que a ICM… Agora me diga, por que existem tantos filhos de ungidos da ICM que agora estão nas drogas e nos vícios? Simples: seus pais só deram Doutrinas… E nao amor e alimento espiritual baseado na Bíblia, e na Verdade. Desculpe-me, mas espero sinceramente que a Maranata acabe.

    • Alessandro Alvarenga disse:

      Alias vocês nao oram por nenhuma outra pessoa de outras igrejas, vocês nao oram nem mesmo pelos membros quando estão “oprimidos”…

    • Crente em Cristo que é apenas um trabalhador empregado. disse:

      Você é muito bom, amigo. Você quer ser meu amigo? Quero ter um amigo assim, o bonzão, o “o gostosão da escola”. Posso andar contigo na hora do recreio?

      O cara todo empavonado gosta de se autoafirmar desfazendo-se dos outros, menosprezando os outros.

      Me poupe… dessa bazófia.

      Pergunto: Vemos esse tipo de comportamento em matéria de espiritualidade e religiosidade em que denominação? Oh wait… Já sei.

      Querido, apesar de suas autoafirmações intelectuais, parece que você não se atenta para o que é mais importante em matéria de fé, não percebe nas Escrituras ou não se atine para a realidade a respeito da implicação do conhecimento secular na área da espiritualidade.

      Amigo, não quer dizer que pelo fato de você ser “doutô” em direito público consequentemente será uma pessoa isenta de qualquer manobra religiosa, de não possuir jargoes e esteótipos embrenhados em sua pessoa.

      Temos exemplos de grupos sectários e ocultistas como The Bohemin Grove cujos componentes é a alta classe social dos Estados Unidos, desde ex-presidentes, políticos e celebridades dos Estados Unidos. Temos na própria Universal, Mormon, Testemunhas de Jeová, Deus é amor, denominações de práticas antiquadas, duvidosas, medievais, repleta de pessoas do seu “pedigree”, como “dotô” e afins, que cultivam esses valores e esteótipos particulares, típico do grupo sectário.

      Alías, as próprias Escrituras nos lega o exemplo dos escribas e fariseus, “doutores” de seu tempo, homens da alta elite religiosa e política, que se julgavam muito cultos, espertos, sábios, especiais, intelectuais, enfim, que destilavam sua bazófia, e nem por isso eles estavam certos e mais propensos a inclianr seus ouvidos à Verdade. Ou estavam? A história nos dá a resposta.

      Assim como religião não define caráter, também não define classe social. Religião
      radical, fundamentalista define, sim, cacuetes engessados e padronizados em um grupo de pessoas, pricipalmente, se essa religião se julga muito justa, correta, difererente, especial, sábia, sabedora de todos os mistérios da vida e das revelações de Deus. Os seus seguidores fascinados com iessas “virtudes”, facilmente, por efeito de inclusão social e espírito coletivo, deixar-se-á levar pelo entusiasmo e empolgação e logo, logo, está repetindo os jargões e cacuetes comum do grupo.

      Religião é algo que trabalha com a espiritualidade, valores da alma e emoções das pessoas.

      As pessoas precisam mais de Jesus e menos de religião, denominações, dogmas, sistemas religiosos.

      No dia que alguém absorver essa noção, reputará títulos secualres, currículos, cargos públicos, posições sociais, como escória, pois isso em nada implica ou influe na espiritualidade em Cristo Jesus.

      Uma pessoa absorver essas idiossincrasias de grupos fechados, não é culpa de tão só do indivíduo em si, mas do grupo que soube executar muito bem suas políticas radicais, fundamentalistas, sectárias, exclusivistas, ultranacionalistas…

      Fica a dica.

  14. […] cansado desse maranatês medíocre: clamor pela Obra…, homem é falho…, ligados no homem…, momento […]

  15. Deise disse:

    Bem, tenho familiares na Maranata, desde criança, eu , minhas irmãs e irmão fomos criados na igreja batista, hoje eu sou renovada, se a igreja Maranata não é seita, pq então eles exigem que,
    mesmo os já batizados nas águas, por imersão, crendo, sejam novamente batizados na Maranata?
    Meu irmão e irmã, batizados na igreja batista e afastados, se reconciliaram na mranta tiveram que ser novamente batizados sendo que na bíblia diz que há um só batismo.
    Todas a igrejas verdeiramente crentes aceitam o batismo uma das outras, inclusive presbiteriana, metodista batista aceitam e Maranata, universal não aceitam será que não se julgam crentes?
    Acho que foi esquecido de falar sobre esta “modalidade”da Maranata neste blog.

  16. […] contexto o maranatês identifica a linguagem do formatado servo da Obra. Esta formatação é conseqüência direta de […]

  17. Lucky Costa disse:

    Faltou o “jovelho(a)” que é o termos pejorativo q os jovens da ICM usam para denominar os jovens com mais de 30 anos e q não se casaram ainda.

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