Arquivo da categoria ‘HERESIAS ICM’

“As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.” Col 2:23

Usos e costumes são heresias? Usos e costumes não são apenas hábitos de determinado grupo? Usos e costumes se tornam heresias a partir do momento em que são espiritualizados: justificados como meio de purificação, como doutrina divina, de modo a ser objeto de acepção de pessoas. Ainda hoje poucas Denominações apregoam essa “circuncisão” contemporânea, sem a qual homens e mulheres não poderão ser estimados como servos de Deus. Os desobedientes da cartilha dos usos e costumes serão nivelados por baixo, de modo que serão boicotados de certas atividades e até aliciados emocionalmente a não fazerem jus a salvação em Cristo Jesus.

A Maranata está a fazer isso tudo. Não obstante em seminários ridicularizar as Denominações que apregoam usos e costumes, em sua hipocrisia, a Maranata alega que não constrange o homem a ter rosto imberbe, a mulher o uso obrigatório de saia ou vestido, a não frequentarem teatros e cinemas mesmo que sadios, a coibir a prática de esportes, a censurar a apreciação de guloseimas festivas; mas que  são  apenas “revelações do Espirito Santo aos servosd a Obra”. Ardilosamente, escusa-se de sua responsabilidade, e, malignamente, atribue ao próprio Senhor Deus a autoria dessas doutrinas duvidosas – “O Senhor revelou – fazer o quê!?”. Enquanto algumas Denominações pregam usos e costumes, a Maranata diz que é o próprio Deus é quem revela os usos e costumes. O artigo disponível se comprometerá a desmistificar o legalismo dos usos e costumes praticados na Maranata e em outras seitas, através da Palavra de Deus, e que uma vida de pureza, santificação e compromisso cristão não depende de nenhuma espécie de “circuncisão”, mas sim de atitudes e consciência de um verdadeiro filho de Deus.

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 As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” Deu 29:29

Uma prática que chama a atenção de um cristão cauteloso quando chega à Maranata é ênfase que seus pregadores dão à palavra “revelação”. Há uma exagerada ênfase a tal palavra, a ponto de constatar que tudo que não seja “revelado” é considerado o mais puro joio. Mas o que seria, na prática, essa tal da “revelação” tanto enfatizada na Maranata? É sabido que a Maranata possui uma queda pela Teologia Alegórica das Sagradas Escrituras. E, em decorrência disso, ensina-se que existe uma forma especial de ler e pregar o conteúdo da Bíblia, essa prática seria alcançada somente por “revelação”, e essa forma teria um nome “A Palavra Revelada”.

  Um texto que fará o leitor a ver a Maranata de uma perspectiva mais transparente, de modo que entender o porquê de ela focar tanto suas pregações e aulas no Velho Testamento; e, por conseqüência, ignorar, quase que por completo os ensinos e fundamentos das cartas apostólicas. Será que, apesar de tal prática ter ares de espiritual, seria, na realidade, uma prática fundamental e honestamente bíblica? Será que realmente o Senhor Deus deseja que suas Sagradas Escrituras sejam objeto dessas práticas, de buscar significados além da letra?

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“E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente.” Dan 3:6

“Quando falamos ‘Obra’ não estamos nos referido à Maranata. A ‘Obra’ existe em outras denominações.” São argumentos dessa natureza que os membros da Maranata tentam, constrangidos, justificar o injustificável. Afinal, quem é “Obra”? O que é “Obra”? Por que razão os membros da Maranata proferem tanto esse jargão? Seria um linguajar formatado e padronizado que eles adquirem pela consciência coletiva? O presente artigo se propõe explanar toda essa mística que compõe essa palavra nesse meio, de modo a tentar promover, em definitivo, uma explicação do motivo que leva os membros a alimentarem certo exclusivismo consigo mesmos e uma certa veneração a tal palavra.

Um texto de suma importância para a descoberta da verdadeira face Igreja Maranata. Um percurso que se inicia nos meados da década de 60 e que desemboca no que hoje alimenta tal Instituição por detrás dessa palavra “Obra”.

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“Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o Senhor.” Jer 23:31-32

Qualquer indivíduo de sã consciência já questionou, para si mesmo sobre a procedência dos dons espirituais na Igreja Maranata. É intrigante para qualquer diligente cristão a abundância das ditas “visões”, “revelações” e “profecias” que ocorrem no meio deles, assim como é questionável o conteúdo destes sinais, vez que são apresentados sempre com os mesmos objetivos e circunstâncias, denunciando a índole proselitista e exclusivista da Maranata. Os sinais dos cultos sempre gravitam em dois temas: 1. que a pessoa foi ao culto fragilizada espiritualmente, decorrente de sua atual religião ou Denominação, mas que ao ir à Maranata conheceu a “Obra”, “a revelação”, “o clamor”, o “Jesus vivo e verdadeiro” etc.; 2. que veio culto com sentimentos negativos, mas foi abençoado por anjos.

Bem como, vidas são efetivamente controladas pela liderança através de tais manifestações. Pastores recorrem do nome de Deus para responsabilizá-Lo das decisões que dão cabo sobre a vida das ovelhas, retirando de si qualquer dever de retratação ou responsabilidades de falhas. Ao utilizarem o nome de Deus como instrumento de chantagem, as pessoas são efetivamente fragilizadas a obedecerem. Esse texto trata-se de um estudo que visa desmistificar essa heresia em utilizar falsos dons espirituais como subterfúgios e instrumentos de controle e chantagem. Expomos através da Palavra como isso não passa de uma fraude, e para que assim o leitor reflita e se acautele quando presenciar manifestações dessa natureza.

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“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?” Rm 8.35

A imposição do medo num governo ditatorial é a melhor arma para preservar a saúde do sistema. Desencorajar, intimidar, obrigar e recrutar pessoas através de chantagens terroristas é o ardil mais eficiente que a Maranata e demais seitas e governos totalitários utilizam para velar o sistema ditatorial. O medo acaba sendo utilizado como a argamassa que envolve toda a estrutura da seita, como o combustível da organização, de modo a arregimentar, como marionetes, os membros a fazerem aquilo que bem aprouver o órgão central dominador ou mesmo o monarca da “unidade local”. O medo coage!

A utilização de infortúnios alheios para amendrontar e a distorção do conceito da “Blasfêmia contra o Espírito Santo” são as duas armas que a Maranata bem utiliza engenhosamente para coagir a massa. O artigo em tela abordará, por exposições bíblicas, a respeito dessas duas técnicas neuro-linguísticas que recrutam as pessoas para fiéis adeptos do sistema. Um ardil calculista que visa blindar tal sistema contra discordâncias, desobediências, justificativas e questionamentos. Leiam para vossa libertação em Cristo Jesus.

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“Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus.” 3 Jo 9

Fala-se muito em “Síndrome da Queda” como um mal que atinge algumas ovelhas da Maranata, não por elas não estarem vivendo o Evangelho de Cristo, mas essencialmente por estarem constrangidas e desconfortáveis com o legalismo e autoritarismo dos “Diótrefes” que dominam suas vidas como verdadeiros donos de sua liberdade.

Uma possessão que beira a desumanidade e indignidade, angustiando-as, oprimindo-as, sufocando-as, de uma maneira tal que esses “Diótrefes” podem manejá-las para lá e para cá de acordo com os interesses que satisfazem a sua Instituição religiosa. Controlando desde atividades estudantis, profissionais a até sentimentais e familiares, sobretudo dos jovens que não gozam da presença dos pais na igreja, que acabam sendo arregimentados por esses homens embriagados pela primazia. Uma dominação anticristã que não converge às ovelhas ao bem da retidão em Cristo, mas aos interesses do sistema sectário. Para esclarecimento da cristandade nos corações dos leitores.

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