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“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo areta justiça.” Joa 5.27

O que ocorreria se a mulher samaritana fosse congregar na Igreja Maranata? Será que o passado pecaminoso dessa mulher, que foi acolhida com amor por Jesus, poderia comprometer a “imagem da Obra Maravilhosa”, a tal ponto dela sofrer discriminações, rejeições, até execrações tudo em favor do sistema “Obra”? Leiam e entenderão como o que contém nesse texto é bastante pertinente aos fatos e episódios que ocorrem comumente no seio desta Denominação, conseqüência de um sistema idólatra, mesquinho e ambicioso.

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“Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples.” Rm 16.18

A ICM, como uma tipicação exemplar de uma denominação sectária-exclusivista, isto é, uma seita, é mestra na liguagem de programação mental (do não-pensamento). Os mestres da ICM, movidos por suas avarezas denominacionais, passam a fabricar rótulos e conceitos distorcidos sobre todo tipo de assunto que se torna popular no meio, dito, “evangélico”, mas com o intento, não de despertar o membro para a verdade, honesta e justa, senão para uma “verdade” que ela impregna paulatinamente na mente dos membros a entender, preconceituosamente, de modo imprudente e irresponsável, a respeito de conceitos, na verdade, idôneos; pelos quais, ao utilizar de inverdades, a ICM se posa, arrogantemente, como a denominação que “descobriu a pólvora”, a única que encontrou a suposta verdade escondida que Deus revelou para os últimos dias à ICM.

Um texto curto, porém muito esclarecedor sobre as peripécias calculistas que a ICM utiliza como um ardil maligno distorcendo a verdade, que muito bem os “grandes mestres” dela sabe, para fascinar os ingênuos membros. Leiam para vossa edificação em Cristo, de forma transparente, idônea, honesta, leal e fiel, sem interesses escusos e gananciosos.

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“Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons” Mat 7. 17-18

Qual a diferença de ser um cristão na acepção mais bíblica da palavra para um crente maranata? Há quem pense que não há distinção, outros dizem que são bastante opostos. Nesse presente texto vocês saberão distinguir essas duas categorias. Na ignorância ou na falta de conhecimento, muito em função do isolamento social e científico do ponto de vista cristão, que os adeptos da ICM se submetem, estão muitos edificando em seus corações ensinos contaminados de fermento religioso, tomando o único ponto de vista que lhes é apresentado como verdade absoluta, e, tonando-se cegos e ignorantes, acabam guiando outros cegos, cujo fim é de que ambos cairão na mesma vala. Vala essa das inúmeras desgraças emocionais, fraternais, sentimentais e espirituais que todos nós já bem conhecemos que o sistema “Obra” proporciona a estes sectários. 

O leitor desse texto, certamente, se deliciará com os ensinamentos de Jesus Cristo, e verá que eles são simples e abundantes em amor e ar puro. Compreenderá, finalmente, o dever de se libertar do escravismo, do metodismo e do farisaísmo contemporâneo do sistema da Seita Maranata, que produz pessoas mesquinhas, arrogantes, rabugentas, metidas, preconceituosas e, uma vez cegas, até impiedosas e malvadas em defesa do sistema. Mostraremos a divergência entre um cristão para um crente da ICM. Ao passo que, de antemão, remeteremos exatamente a exposição dos comportamentos apregoados pelos pastores da idólatra “mentalidade de Obra” cuja distorção em relação às Escrituras é notória e gritante. Os textos não são simples afirmações, mas cada afirmação é construída e calcada nas Escrituras Santas, recorrendo a versículos bíblicos, que contextualizados, remetem ao mesmo problema da seita em questão. Leiam, amados!

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“Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.” 1 Tm 5.8

É mais que notório o fato de que o relacionamento da maioria dos casados da seita Maranata, uma vez submetidos ao severo sistema escravagista, está efetivamente indo de mal a pior. A situação não se dá ao fato por não haver mais amor entre os cônjuges – salvo quando pastores dominadores,  frios e insensíveis tratam um casal de namorados como objetos da ICM e mandam, literalmente, que se casem logo sem saber se estão se amando para tanto – mas sim, devido ao escravismo avarento imposto sobre o casal, para que se dediquem integralmente, nos momento de folga profissional, às obras e compromissos intermináveis da Instituição Religiosa. Pastores, diáconos, obreiros, secretárias e professoras estão há tempos sofrendo com os serviços religiosos inacabáveis  da ICM. A quantidade de obrigações e encargos é tamanha que, na ansiedade de cumprí-los (para não sofrerem punições), se consomem mentalmente, por consequência, sendo relapsos com o companheiro e filhos – abandonando, à medida do tempo, a vida saudável, amável, amiga e  atenciosa de um casamento.  

Sem  enxergar uma saída,  ora o homem, ora a mulher, adentram em  profunda depressão, desânimo e crises de ansiedade, refletindo, agora, nas àreas profissional e social. Porém, quando um do casal passa a enxergar o erro, peleja contra tal escravismo religioso que o outro se submete, obtém sempre desaforos, reprovações, como se, na verdade, eles que fossem os culpados da situação, por “não entender a Obra”, a qual deve estar em primeiro lugar. Enfim, leiam esse esclarecedor artigo para que vocês, casais da ICM – casados, noivos ou jovens namorados – que estão tendo a relação arruinada pelo sistema o opressor da ICM entendam que viver seguindo os preceitos do Senhor Jesus é totalmente distinto dessa severidade  religiosa, forjada por mentes obstinadas, fanatizadas e paranóicas.

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“Ninguém atue como árbitro contra vós, afetando humildade ou culto aos anjos, firmando-se em coisas que tenha visto, inchado vãmente pelo seu entendimento carnal,” Col 2.28

 A nova onda da ICM, agora, nessa sina de querer ser diferente das outras denominações, foi decretar a que seus membros não profiram mais “Obrigado”, “Paizinho”, “Papai do Ceú” em orações, porque, segundo eles, o devido é tratar o Senhor Deus como um ser polido, como fosse uma autoridade política e judicial; assim sendo, é chulo, carnal, desrespeitoso e irreverente se dirigir a Deus com esses termos que expressam intimidade e apreço. Nesse artigo refutamos esse farisaísmo da Maranata, explicando biblicamente aos irmãos que robotização e engessamento em orações não passa de mais um show de santarrice do Presbitério, e por que não, de escravismo sobre os irmãos.

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“Coisa espantosa e horrenda anda se fazendo na terra. Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?Jer 5.30-31

O que leva uma Instituição religiosa se concentrar incisiva e obstinadamente contra um mero site de relacionamento social, o Orkut? O que leva uma liderança, movida por um ódio incontido, baixar circulares difamando, desconstruindo as imagens dos usuários do Orkut?  O que leva membros da Maranata a trocar e-mails entre si, afirmando que o site Orkut e até o próprio Google são personificações do diabo na internet? Não é intrigante o fato de que mesmo havendo o My Space, o Facebook, o Twitter, o Largevia (do inglês: “via ampla”, de autoria de um pastor da Maranata de Boston), enfim, todos esses sites de relacionamentos sociais, o Orkut é o único a ser expressamente proibido ou, no mínimo, reprovado pelos líderes e membros apaixonados pela “Obra”? Não seria incoerente? Seria devido ao fato de que no Orkut é onde reside a comunidade “Já Fui Um Maranata”, composta os mais diversos tipos de ex-membros que um dia libertaram de tal sistema religioso, no qual eles relatam seus testemunhos, experiências, decepções e todo erro desse grupo religioso?   

 Portanto, o presente artigo consiste em divulgar o motivo pelo qual fez a Maranata concentrar suas energias contra o Orkut, bem como, relatará, em miúdos, todos os ocorridos que levaram a fundação da comunidade “Já Fui Um Maranata”, desde o famigerado episódio ocorrido no maanaim de Brasília, quando três pastores pregaram aos jovens contra a idolatria à Instituição, a até os trâmites que se deram na pela liderança quando a referida comunidade começou a se propagar em números e boa fama a favor do Evangelho, divulgando toda a verdade da Maranata. Um artigo de suma importância ao leitor que desconhece esses fatos, acobertados dos membros, e que agora poderão perceber mais ainda em que local eles se encontram. Que o Senhor lhes esclareça!

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“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.” Mat 10.16

Como distinguir um líder religioso se ele é pastor ou lobo? Quais as características de um apascentador, daquele que está sempre , e tão-somente, interessado no bom trato das ovelhas, voltado para os propósitos de Jesus? Qual as características daqueles que tratam o rebanho apenas como algo coisificado, para trabalhar muito mais para os interesses de um sistema denominacional, e para buscar reconhecimento e glórias dos homens?

O artigo em questão se propõe justamente a essa elucidação. Muitos na ICM se dizem pastores, se posam como sábios e admirados líderes, mas seriam eles dotados de características apascentadoras ou opressoras? Talvez você se identificará com esse texto, no qual arrolamos 46 afirmações que distiguimos lobos e pastores. Leiam, irmãos! Cremos que esse texto ajudarão por demais irmãos no amadurecimento de vossa fé cristã.

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BEREIANOS: DE NOBRES A PECADORES

Publicado: 31/03/2011 em Artigos

“Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém.” 2 Co 2:15

Em tempo de deturpação da mensagem do Evangelho, muitas Instituições Religiosas vêem pregando indiretamente contra a postura dos crentes de Beréia. Os crentes de Beréia foram aqueles elogiados por Paulo e seus companheiros missionários pelo fato de terem questionado as palavras do apóstolo e dos demais, conferindo nas Escrituras, se aquilo que eles falavam, de fato, tinha procedência bíblica. Paulo e cia, observando tal atitude dos bereianos, de pronto, consideraram-lhes muito mais nobres do que os de Tessalônica que apenas recebiam a mensagem sem ponderar e aferir sua qualidade.

Mas a atitude dos bereianos vem sendo combatida hoje de forma intensa. Em tempo de trocas de valores, de Ditaduras Religiosas, líderes dominadores, de egos enormes, não admitem darem justificativas ou serem contestados do motivo de cada doutrina, senão impõem suas teorias religiosas e “revelações” à força, unilateralmente, sob chantagens, ameaças e juízos divinos àqueles que ousam a desobedecê-los. Bem como, seus fiéis seguidores, nessa mesma “emoção”, defendem seus líderes cegamente, sempre arrematando: “Quem são vocês para julgar? Não podemos julgar! É pecado, sabia!? Temos que nos preocupar com nossa Salvação! E não com os ungidos do Senhor!”. Ou quando mais, difamam com toda sorte de palavras deselegantes a honra daqueles que pregam o Evangelho em detrimento dos ensinos de ditadores religiosos. Assim sendo, leiam o referido artigo, e meditem juntamente com os bereianos.

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“Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça.” Joa 7.18

 Todos que já fizeram parte da Seita Maranata conhece o famigerado estudo da Visão das Viderias, o qual nada mais é do que um estudo apologético da ICM. O estudo elenca 07 pragas que estão hoje a contaminar várias denominações, de forma que acabam preterindo as coisas do Reino de Deus, para beneficiar seus partidos religiosos. Concordamos com as pragas ventiladas. Contudo, a ICM, prepotente e arrogante como é, diz que todas as demais denominações da face da Terra (frisa-se: de toda a Terra) estão contaminadas com pelo menos uma dessas pragas; mas, a “Santa”, a “ICM-Obra” se diz que é a única que não há sequer uma pitada de mácula. A ICM é posta nesse estudo como a “Rainha dos Céus”, a cheia de graça e bendita seja ela entre as denominações.

Assim sendo, mostramos que esse estudo não passa de uma grande mentira fabricada para ludibriar desavidados membros, ocultando-lhes verdades que muitos conhecem por debaixo dos panos, e que, os mestres da “Obra”, mesmo coniventes e estimuladores de pragas na ICM, hipocritamente, ensinam o contrário usando outras denominações (sem citar o nome, mas dando todas as caracteristicas delas) como objetos de desdém, e sobrepujando-as perante a “Santa ICM-Obra Maravilhosa”, enfim, como diz o ditado: o sujo falando do mal lavado. Leiam, irmãos, e conhecam a verdade escondida propositalmente de seus olhos.

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A “OBRA”: DOS MALES O PIOR

Publicado: 19/02/2011 em Artigos

O presente artigo se propõe a desmascarar umas das heresias mais perigosas que há na doutrina da Igreja Maranata, a qual é um entendimento isolado de certa parte do Livro do Apocalipse. O grande perigo para os irmãos da Maranata está em acolher esse entendimento como verdade, uma verdade confeccionada por uma mente humana, que muitos pastores de seminários e de igrejas ensinam como fosse uma revelação. Uma “verdade” que aos olhos daqueles que não se debruçam nas Escrituras  tem aparência de espiritual, porque antes preferem acolher, negligentemente, toda e qualquer palavra que lhe ensinam. Agora, para vosso esclarecimento, meditem no texto, posteriormente, examinem as Escrituras se é realmente assim.

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A ICM E A PARÁBOLA DO SEMEADOR

Publicado: 19/02/2011 em Artigos

 

Trata-se de uma reflexão entre Parábola do Semeador e os ideais e as obras da dita “Obra Revelada”. Sabemos que o Senhor Jesus distinguiu quatro tipos de pessoas que recebem o Evangelho do Reino, quatro tipos essas que se enquadram perfeitamente em todas que tiveram a oportunidade de um dia escutá-lo. Então, em qual tipo de ouvinte que se enquadra ao sistema da ICM? E por que ela se enquadrou? Leia e entenderão. Pela pureza do Evangelho do Senhor!

O artigo tem como objetivo esclarecer o leitor sobre os métodos de recrutamento que as seitas aplicam através de seus discursos. E, naturalmente, promover a reflexão sobre o que está acontecendo com sua vida ou para destrinchar aquilo que possivelmente já esteja desconfiado. É um texto extremamente contundente, de um modo que após a leitura o leitor passará a enxergar muitas coisas de uma perspectiva mais sóbria, transparente e lúcida. Entenderá as técnicas de persuasão deliberadamente utilizadas por oradores religiosos com o fim de pôr o ouvinte na palma da mão, levando-o a fazer aquilo que ele bem aprouver, expressado na ideologia de um sistema sectário-exclusivista. Leiam para vosso amadurecimento como homem e edificação espiritual em Cristo Jesus.

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A SANTA SAIA

Publicado: 19/02/2011 em Artigos
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Esse texto tem como propósito expor através das Escrituras Sagradas o mal angustiante e escravagista que a doutrina da Maranata faz com nossas irmãs, cobrando-as moralmente o uso desse vestuário como critério de viver “na revelação”, ou ser rotulada de “entendeu o projeto”, pois ao usar “saia” ou “vestido” está a “serva valorosa” inserida no Corpo de Cristo. Um real ataque a simples doutrina Cristã – heresia.  O texto é muito gostoso, porque está repleto de menções bíblicas que, contundentemente, derruba por terra esse costume religioso-institucional que há em muitas seitas draconianas, especialmente a Maranata que de forma herética, rotula discriminadamente mulheres cristãs com o uso ou não de uma simples peça de roupa, julgando até a sua salvação e espiritualidade. Pela liberdade em Cristo das amadas irmãs.

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Uma breve leitura a respeito do argumento subversivo feito por Gamaliel que muitos sectários utilizam com o fim de defender a idoneidade da seita baseando em sua propagação patrimonial e ideológica. Sob a justificativa de que a Igreja Maranata possui um relativo número de membros e de patrimônios espalhados em todos os estados do país, também regozijam-se líderes e membros na exposição de dados e estatíscas como que Deus estivesse, por isso, supostamente abençoando-os, como a cabal prova da aprovação divina no meio deles. Todos esses discursos pautados no conselho de Gamaliel. Assim sendo, estariam eles certos? Esse artigo propõe tal reflexão.

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Esse artigo define claramente o propósito desse blog no que tange às suas ações contra a doutrina da ICM. Explica claramente as razões que levaram as pessoas a criarem o blog, bem como dialogar na comunidade do orkut Já Fui Um Maranata. Este artigo é de fundamental importância para um irmão da ICM de primeira viagem daqui do blog, que lerá os demais artigos, para entender de forma clara  e imparcial como nossa causa é legítima, principalmente, bíblica.

O trabalho, também, como o próprio título da matéria subtende, é uma resposta ao processo que a ICM ingressou judicialmente contra a Google a fim de extinguir a comunidade de ex-membros e membros Já Fui Um Maranata que debatem e colocam em xeque, pelas Escrituras, o sistema doutrinário da referida instituição religiosa, situação à qual, como sabemos, é coercitivamente impossível se ser  exercitada naquele ambiente de censura, sequer mesmo com indagações ligeiras e educadas sobre as doutrinas e dogmas da ICM, sob pena do membro curioso e astuto sofrer retaliações. Leiam, amados irmãos, para vocês se esclarecerem e entederem as razões desse blog e da comunidade do orkut existirem.

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Artigo que aborda os quarenta anos de dominação ditatorial religiosa. Um regime que consome a vida de muitos adeptos, que não são meros componentes de uma congregação cristã, mas subalternos servidores dos interesses de um sistema religioso. Interesses que giram em torno das doutrinas particulares confeccionadas, quase que exclusivamente, por um poder monocrático. Teria tão dominação apoio na Doutrina de Jesus Cristo? Para refletir.

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PARÁBOLA DO HOSPITAL

Publicado: 19/02/2011 em Artigos
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Através de uma parábola, reflitiremos sobre os valores que sistemas religiosos dão ênfase e aprovam, na exposição de um fatídico episódio verídico que ocorreu nas dependências de certo hospital. Bem como um breve esclarecimento sobre o motivo do ocorrido. Leia e entenderão.

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Esse texto trará uma crônica sobre os momentos dúbios que ocorrem naquelas “feiras-livres”, a qual é chamada pela Igreja Maranata de “Grande-Evangelização”. Dizemos “feiras” pelo fato de que através de uma prática extremamente duvidosa e tendenciosa começam distribuir dons espirituais – visões e revelações – como fosse uma distribuição de bombons para crianças. para todo e qualquer indivíduo que levante o braço. Uma verdadeira banalidade. De sorte que logo em seguida há um abençoado testemunho de um filho de Deus que foi verdadeiramente usado em outra “feira” da “Obra” (antigos cultos de quinta-feira), na qual Deus falou com ele de forma exortativa sobre aquilo que ele fazia: distribuições de dons falsificados. Depois, há dois comentários sobre essa experiência desse irmão que “saiu da Obra”, agora, só de Cristo Jesus.

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Uma breve crítica em relação às heresias que se instauraram na ICM, do príncípio aos dias de hoje, devido a falta de preparo espiritual e conhecimento da Palavra de Deus de seus idealizadores. Relatos vividos por quem teve profunda relação com os bastidores centrais da “Obra Revelada”, onde presenciou a confeccção da famigerada apostila de significados de simbolos e elementos que permeiam as “visões”, positivando e determinando os significados de cada qual. Essa apostila hoje não é mais distribuída com tanta frequência aos obreiros e senhoras de frente. Leiam e entederão mais ainda como uma mente dominada pela arrogância e sede de poder destrói a simplicidade do Evangelho Eterno.

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Relatos de uma negativa experiência vivida por um antigo membro da Maranata com parentes ainda emembrados na citada Denominação. Um episódio que demonstra todo espírito sedicioso e idólatra do sistema enjaulados na “mentalidade de Obra”. Nesta feita, um filho de Deus foi agredido e julgado por não fazer mais parte da “Obra” pelos seus próprios amigos e familiares, os quais outrora tinham um grande apreço por ele quando na “Obra”, seja quanto à sua espiritualidade, seja quanto à sua moral como pessoa. No entanto, só o fato de ele ter saído da “Obra Maravilhosa”, de apenas uma denominação (frisa-se), sua imagem e fé foi sumariamente desconstruída  e rebaixada pelos seus parentes. Não se surpreenderá você com tal fato, uma vez que, muito provavelmente, você já agiu, age ou é motivado a agir intolerante e insensivelmente (falta de amor e afeto cristão) para com os membros que deixaram de congregar na Maranata ou, “o pior”, trocaram-na por outra denominação.

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