“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo areta justiça.” Joa 5.27

O que ocorreria se a mulher samaritana fosse congregar na Igreja Maranata? Será que o passado pecaminoso dessa mulher, que foi acolhida com amor por Jesus, poderia comprometer a “imagem da Obra Maravilhosa”, a tal ponto dela sofrer discriminações, rejeições, até execrações tudo em favor do sistema “Obra”? Leiam e entenderão como o que contém nesse texto é bastante pertinente aos fatos e episódios que ocorrem comumente no seio desta Denominação, conseqüência de um sistema idólatra, mesquinho e ambicioso.

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“Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.” Efésios 4.14

A razão, atributo dado pelo Senhor a todos aqueles que foram feitos a Sua imagem e semelhança. Contudo, a Maranata em vez de promover a racionalidade, o amadurecimento, a sabedoria de Cristo, está adestrando seus adeptos à irracionalidade. Como todo sistema ditatorial, a liderança da citada Instituição tem pavor da liberdade de expressão, de democracia, aplicando, assim, intensas políticas de censura, inibindo o desenvolvimento do senso crítico, mergulhando os seus adeptos, em matéria de fé, ao completo estado do infantilismo.

Intimidados na racionalidade em Cristo, movidos por impulsos e arroubos, sem refletir, no cumprimento das ordens da liderança, vão muitos resumindo sua vida espiritual a isso. E à medida do tempo, acabam tornando-se presas fáceis dos caprichos de vaidosos e gananciosos líderes religiosos, que mandarão e desmandarão nas suas vidas a bel-prazer, tal como bonecos de mestres ventríloquos. Logo, condicionados mentalmente ao sistema religioso, com suas regras exteriores e mandamentos institucionais, já não compreendem a salvação em Cristo pela vivência do Evangelho em si, senão pela submissão irrestrita ao sistema religioso. Como crianças inseguras, cheios de carências, agora, os adeptos, condicionados, ficam subjugados ao sistema religioso, necessitando de ordenanças para se sentirem seguros e bem consigo mesmos, na sensação de que, só assim, no Caminho estivessem. Um artigo de obrigatória leitura aos irmãos que estão sendo ludibriados por um sistema religioso que visa à alienação de seus adeptos, a que sejam irracionais, de maneira a ficarem totalmente a mercê dos caprichos do PES. Leiam e compreendam o que vem sendo lhes ensinado.

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“As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.” Col 2:23

Usos e costumes são heresias? Usos e costumes não são apenas hábitos de determinado grupo? Usos e costumes se tornam heresias a partir do momento em que são espiritualizados: justificados como meio de purificação, como doutrina divina, de modo a ser objeto de acepção de pessoas. Ainda hoje poucas Denominações apregoam essa “circuncisão” contemporânea, sem a qual homens e mulheres não poderão ser estimados como servos de Deus. Os desobedientes da cartilha dos usos e costumes serão nivelados por baixo, de modo que serão boicotados de certas atividades e até aliciados emocionalmente a não fazerem jus a salvação em Cristo Jesus.

A Maranata está a fazer isso tudo. Não obstante em seminários ridicularizar as Denominações que apregoam usos e costumes, em sua hipocrisia, a Maranata alega que não constrange o homem a ter rosto imberbe, a mulher o uso obrigatório de saia ou vestido, a não frequentarem teatros e cinemas mesmo que sadios, a coibir a prática de esportes, a censurar a apreciação de guloseimas festivas; mas que  são  apenas “revelações do Espirito Santo aos servosd a Obra”. Ardilosamente, escusa-se de sua responsabilidade, e, malignamente, atribue ao próprio Senhor Deus a autoria dessas doutrinas duvidosas – “O Senhor revelou – fazer o quê!?”. Enquanto algumas Denominações pregam usos e costumes, a Maranata diz que é o próprio Deus é quem revela os usos e costumes. O artigo disponível se comprometerá a desmistificar o legalismo dos usos e costumes praticados na Maranata e em outras seitas, através da Palavra de Deus, e que uma vida de pureza, santificação e compromisso cristão não depende de nenhuma espécie de “circuncisão”, mas sim de atitudes e consciência de um verdadeiro filho de Deus.

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 “Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.” 1 Co 7:23

Quando os neófitos chegam à Igreja Maranata, levados pelo fascínio do que é exterior, impulsivamente, criam muita expectativa com o sistema “Obra”. Muitos, em sua inocência e ignorância bíblica, convencidos pela atmosfera engenhosamente piedosa do local, acreditam ter ali encontrado a perfeição em forma de igreja ou de doutrina. Fácil e perigoso é tirar uma conclusão precipitada de algo onde tudo se processa de forma oculta e evasiva, e, acima de tudo, onde só sabe proclamar o quanto são espirituais, melhores, perfeitos, justos e corretos – “tudo é revelado”- em comparação com as demais igrejas do mundo. Fisgados por esse contexto, muitos homens acabam mudando drasticamente o destino de suas vidas, para algo que jamais eles vislumbraram. Quando no início tudo era idealizado, hoje, após anos de “Obra como forma de vida”, suas vidas sofrem as conseqüências ou os desdobramentos de uma vida totalmente devotada a tal “projeto”.

Este texto é baseado na vida de muitos “pastores da Obra”, uma novela reflexiva baseada em experiências que foram e são por demais comuns na vida de todos aqueles que exercem tal cargo/função. Dado o erro ignorado e imperceptível, homens esses que, até de bom coração, acreditando que vivem uma verdade inexorável, foram corrompidos a viverem uma mentira, apartando-se do Evangelho do Reino.  Que o leitor possa se identificar como as particularidades de cada um desses homens, são, em plena verdade, um mal  bastante comum, e compreendam que o mal não está essencialmente em si mesmos, senão num sistema equivocadamente religioso.

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 As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” Deu 29:29

Uma prática que chama a atenção de um cristão cauteloso quando chega à Maranata é ênfase que seus pregadores dão à palavra “revelação”. Há uma exagerada ênfase a tal palavra, a ponto de constatar que tudo que não seja “revelado” é considerado o mais puro joio. Mas o que seria, na prática, essa tal da “revelação” tanto enfatizada na Maranata? É sabido que a Maranata possui uma queda pela Teologia Alegórica das Sagradas Escrituras. E, em decorrência disso, ensina-se que existe uma forma especial de ler e pregar o conteúdo da Bíblia, essa prática seria alcançada somente por “revelação”, e essa forma teria um nome “A Palavra Revelada”.

  Um texto que fará o leitor a ver a Maranata de uma perspectiva mais transparente, de modo que entender o porquê de ela focar tanto suas pregações e aulas no Velho Testamento; e, por conseqüência, ignorar, quase que por completo os ensinos e fundamentos das cartas apostólicas. Será que, apesar de tal prática ter ares de espiritual, seria, na realidade, uma prática fundamental e honestamente bíblica? Será que realmente o Senhor Deus deseja que suas Sagradas Escrituras sejam objeto dessas práticas, de buscar significados além da letra?

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“PORTANTO, és inescusável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; pois tu, que julgas, fazes o mesmo.” Rm 2:1

 Desde que a índole sectarista da Maranata começou a ser conhecida na comunidade cristã, na década de 90, alguns estudiosos começaram a atribuí-la o caráter de seita religiosa. Obviamente, a liderança desgostosa e constrangida com a má fama que paulatinamente a Maranata vinha ganhando, elaborou em 1996 um pequeno livro – “PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A IGREJA MARANATA” – contendo um questionário sobre as práticas de tal Igreja, a fim de esclarecer que a Maranata não era uma seita porque não cultivava elementos ou praticava liturgias pertinentes a tais comunidades. Esse estudo também é ainda, vez por outra, ministrado nos seminários a fim de convencer e confortar os adeptos de que a Maranata não é uma seita religiosa.

 Então, de posse do conteúdo desse estudo, comentamos e expomos algumas afirmações defendidas pela liderança que soaram muito contraditórias e incoerentes em relação àquilo que de fato a Maranata vive e ensina aos seus adeptos. Um artigo de muita relevância para o leitor entender a natureza da Maranata. O que de fato seria Maranata, uma seita ou mais uma igreja?

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“E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente.” Dan 3:6

“Quando falamos ‘Obra’ não estamos nos referido à Maranata. A ‘Obra’ existe em outras denominações.” São argumentos dessa natureza que os membros da Maranata tentam, constrangidos, justificar o injustificável. Afinal, quem é “Obra”? O que é “Obra”? Por que razão os membros da Maranata proferem tanto esse jargão? Seria um linguajar formatado e padronizado que eles adquirem pela consciência coletiva? O presente artigo se propõe explanar toda essa mística que compõe essa palavra nesse meio, de modo a tentar promover, em definitivo, uma explicação do motivo que leva os membros a alimentarem certo exclusivismo consigo mesmos e uma certa veneração a tal palavra.

Um texto de suma importância para a descoberta da verdadeira face Igreja Maranata. Um percurso que se inicia nos meados da década de 60 e que desemboca no que hoje alimenta tal Instituição por detrás dessa palavra “Obra”.

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